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sabato 25 luglio 2015



Barbara é una giornalista brasiliana che vive a Firenze dal 2005. Penso che sia la prima brasiliana residente in Italia che abbia conosciuto, e di sicuro é grazie a lei che ho iniziato questo blog. Questo é un post abbastanza vecchio, scritto da lei nel 2008, ma rende molto bene alcune differenze tra la cultura italiana e quella brasiliana. In rete esistono molti post su questo argomento, scritti da brasiliani, la maggior parte donne, che in qualche modo descrivono le loro impressioni su noi italiani. Ma la grande maggioranza sono molto offensivi nei nostri riguardi, mettendo in risalto i nostri difetti invece delle nostre qualità, oppure poco obiettivi o con l'intenzione, voluta o no, di prenderci in giro. Barbara invece riesce a parlare di queste differenze con uno spirito e un'idea differente, molto piú civile, seria e con parzialità. Peccato che brasiliani come lei siano pochi.

Antes de vir morar na Italia imaginava que as diferenças culturais entre o país-tropical-abençoado-por-Deus e a terra do Papa seriam praticamente inexistentes. Não me refiro a diversidade geográfica e climática, mas sim a de personalidade dos habitantes. Depois de quase quatro anos morando na Italia começo a enxergar melhor essas pequenas “sutilezas” de comportamento. Sua vida na Italia poderá ficar muito mais fácil se você entender certas coisas…

Isola dei Famosi

Esses pensamentos vieram à tona ontem à noite, quando assistia um dos episódios finais do reality show italiano Isola dei Famosi. Um grupo de “náufragos” famosos e não famosos deve sobrivever em uma ilha deserta em Honduras, no Caribe, sem ausência de qualquer comodidade moderna, mais ou menos como deviam viver os seres humanos nos primórdios dos tempos. A apresentadora Simona Ventura selecionou candidatos bem variados, entre eles uma brasileira, Veridiana Mallman que foi eliminada ontem.

Resolvi falar sobre Veridiana porque ela representa o retrato do brasileiro recém chegado: chegou na Italia há cerca de 8 meses, não fala o italiano muito bem, ainda tem o espírito mais para brasileiro do que para o italiano.

O sorriso

Os brasileiros são muito bem recebidos pelos italianos, mas existem coisas que despertam dúvidas e geram incômodo. Uma delas é o sorriso constante. Veridiana por exemplo: estava sempre rindo. É a natureza brasileira, não sei nem da onde vem, mas em geral somos um povo feliz, o sorriso sai fácil.

O italiano se sente intimidado com tanto sorriso. Pensa: ou essa pessoa é pouco inteligente ou está tirando com a minha cara. O sorriso gera desconfiança: “essa pessoa é uma falsa, está tentando me convencer de que é feliz o tempo todo.”

Não que os italianos não sejam felizes, não me interpretem mal. Mas os ânimos são mais contidos, as emoções são escondidas. Quem ri sempre são os estúpidos, aquelas pessoas com algum tipo deficiência (e aqui existem muitos, não sei se é a natureza ou se no Brasil eles vivem segregados e escondidos).

Quem me deu essa lição foi uma senhora dos seus 50 anos de origem Pugliese que logo no início da minha vida italiana veio a ser minha “chefe”. Um belo dia ela virou para mim e disse “mas porque você está sempre rindo?” e me explicou suas desconfianças de que ou eu tinha problemas ou estava tirando sarro da cara dela. Bem, no meu caso o trabalho durou uma semana, saí correndo de lá!

Capacidade de expressão

Voltemos a Isola dei Famosi. Quem teve a oportunidade de assistir o programa deve ter visto como era um drama cada vez que Veridiana abria a boca: ela falava muito e dizia pouco. Ou seja: usava muito tempo e muitas palavras sem transmitir seu pensamento com clareza. Dava até para perceber uma certa impaciência de Simona Ventura, tentando interrompê-la o mais rápido possível.

Assim como o telespectador se entendiava quando ela falava, na vida real acontece a mesma coisa: o interlocutor não tem muita paciência para escutar e acaba não prestando muita atenção. Com o tempo isso gera aquela sensação de “ninguém me entende”. Mas para felicidade geral, um pouco de estudo resolve o problema.

Belen, outra “náufraga” da Isola dei Famosi, também vem da América do Sul (Argentina), mas já não enfrenta essa mesma dificuldade de expressão. Os anos de Italia e o namorado italiano (o jogador de futebol Marco Borriello) ajudam.

Relacionamento

O brasileiro está acostumado a ter um milhão de amigos. Você senta em um bar, conhece uma pessoa nova, na próxima vez que o encontrar já o apresentará como “esse aqui é meu amigo fulano de tal”. Na Italia receber o título de “amigo” é quase tão difícil como conquistar uma medalha de ouro nas Olimpíadas.

Se você trabalha sempre com uma pessoa, depois vai a uma festa com essa pessoa, como a apresenta? O italiano dirá “questo é il mio collega fulano de tal”. Sim, sempre colega mesmo que vocês trabalhem juntos há anos!  Será que é só um modo para dizer a mesma coisa? Vamos apelar ao dicionário

Collega: compagno di professione, di studi, di ufficio, ecc. Socio in un’impresa, in un’attività, chi si trova nelle stesse condizioni di un’altra persona.
Amico: che è benevolo; chi è legato a qualcuno con affetto e familiarità: l’amico d’infanzia, l’amico del cuore.
Entenderam? O que diferencia um do outro é o sentimento. O collega é um colega por simples casualidade, o amigo é aquele do coração, que faz parte da nossa vida.

Talvez o brasileiro chame todo mundo de amigo porque mesmo por um breve período de tempo, deixa que aquela pessoa entre no seu coração. Aqui é preciso demonstrar, provar, merecer.

Na Italia cada um tem o seu papel e deve saber muito bem como não ultrapassar os limites da vida alheia. Tanto é que uma das expressões mais usadas é “Non mi permetterei mai” ou “Non ti permettere”.

No caso de Isola dei Famosi, Veridiana era a mais influenciável das pessoas. Parecia concordar com tudo e com todos e transmitiu assim a idéia ao público italiano de ser falsa. De não ter caráter. Da perspectiva brasileira eu diria que ela é simplesmente uma menina jovem que queria ser feliz, abraçada, se divertir, dar risada e que sofria porque de um lado o seu namorado dizia uma coisa, do outro sua amiga Belen dizia outra e ela ia para lá e para cá, sem assumir uma posição. Sem saber analisar a situação a fundo, sem olhar crítico. Muito mais guiada pela emoção.

Conclusão

A chave para entender as diferenças entre a cultura brasileira e a italiana é a emoção e o olhar crítico. Os brasileiros são emotivos, os italianos críticos. Para o italiano o ser muito emotivo é pouco preparado. Para o brasileiro, o ser muito crítico pode parecer simplesmente um infeliz. Dois lados da moeda, que misturados podem render um ótimo tempero! (ou uma crise de personalidade… rs)
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mercoledì 15 luglio 2015


Um brasileiro!!

Scusate, ma non posso fare a meno di divulgare questa notizia. Sto morendo dalle risate e questo conferma quanto ho detto, in alcune occasioni, in passato, cioè  la scarsa qualità della "comida brasileira", specialmente in fatto di dolci.

Cake Boss é un reality show centrato sull'attività della famiglia italo-americana Valastro, di origini siciliane e pugliesi, che si occupa di pasticceria ed è specializzata nella confezione di torte scenografiche per ogni occasione. Il set è collocato a Hoboken, New Jersey, nella Carlo's Bake Shop, la pasticceria della famiglia.

Buddy Valastro é famosissimo in America e ha deciso di aprire una sua pasticceria a São Paolo, e sta facendo dei "provini" per cercare un pasticcere degno di rappresentare il suo nome anche in Brasile. Ma evidentemente non conosceva i brasiliani e le loro "specialità" gastronomiche. Infatti in una intervista ha dichiarato che "... no brasil esperimentou a pior sobremesa já feita por um partecipante da atração"! E non poteva essere altrimenti.

D'altronde, basta vedere anche in un altro programma televisivo di cucina, MasterChef, dove nella versione brasiliana i partecipanti ne combinano di tutti i colori. E come giudici hanno pescato un brasiliano specializzato in "comida de rua", una argentina e un francese. Come dire che cuochi validi brasiliani non esistono.

Grazie a Dio io sono italiano e ho imparato a cucinare, o perlomeno a distinguere un píatto decente da uno pessimo.
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lunedì 13 luglio 2015


Evidentemente agli americani piace molto l'Italia, perché il site Business Insider pubblica molto spesso articoli sul nostro paese e su noi italiani. Un articolo recente é "10 things about Italy that shock first time travelers", che potremmo tradurre come "Le 10 cose sull'Italia che scioccano i turisti per la prima volta". Per la verità sono i soliti luoghi comuni, ma forse un briciolo di verità esiste.

La pizza autentica, la pasta, caffè espresso, borse in pelle, siti storici, reliquie religiose e gelato spesso fanno parte dell'itinerario tipico di un turista durante la visita l'Italia. Ma non dimenticate la cosa più importante: la gente del posto. Le abitudini della gente del posto e la sua cultura sono di solito ignorati e lasciano i turisti alle prime armi aspettando il pomeriggio in attesa che i negozi aprano o peggio, persi e frustrati al bar, perché continuano a ottenere un bicchiere di latte quando chiedono un "latte " [?].

Impara le basi e scopri 10 cose che possono scioccarti se è la tua prima volta in Italia:


1. IL RUMORE
Questa potrebbe essere la prima cosa che gli stranieri si lamentano o pensano degli italiani, il loro rumore. Per i non-italiani, ogni giorno è una sorpresa per le strade piene di gente del posto chiacchierando, urlando, cantando, suonando, parlando al telefono, e guidando furiosamente suonando il clacson. Il fastidio è aggiunto dai suoni dai vostri vicini che passano attraverso le pareti sottili degli appartamenti che rende ogni show televisivo che stanno guardando e ogni pezzo di pianoforte che stanno ascoltando udibile a tutti. Il rumore può essere talmente tanto che può succedere che qualcuno del posto vada in carcere per motivi come il sesso rumoroso o commettere un omicidio su vicini troppo "rumorosi”. Nonostante questo, l'Italia continua ad essere conosciuto come un paese vivace, circondato da suoni diversi dal giorno alla notte.


2. IL MENÙ COMPLESSO
Non aspettatevi di mangiare solo da un piatto durante il pasto. Ci saranno almeno tre portate durante un pasto tradizionale italiano, che può essere un po' scomodo per alcuni stranieri. Il menu è composto da antipasti -  piatti come una fetta di salame o verdure marinate: primi - piatti di carboidrati come gli gnocchi, risotti, o pasta; secondi   - il piatto principale, carne o pesce, con o senza contorno, cioè delle verdure a parte: dolce -  tiramisù, panna cotta, o gelato: e bevande - dall'acqua frizzante all'espresso. È strano per un turista mangiare la pasta da sola prima la carne, perché i primi e i secondi piatti non si possono mangiare insieme.


3. LA COLAZIONE POCO SAPORITA
Gli italiani non mangiano uova, prosciutto e pancetta per la prima colazione [grazie a Dio], che lasciano perplessi alcuni turisti. Una tipica colazione italiana che chiamano "prima colazione" o semplicemente "colazione", si compone di una bevanda calda come caffè, cappuccino, cioccolata calda, o il tè nero insieme al pane, pane tostato, brioche, cornetti, biscotti o torte.  La colazione si realizza in bar (diversi dai tipici bar americani) che servono caffè e prodotti da forno per le persone che vogliono una colazione veloce prima di andare al lavoro o a scuola. Se siete in Italia e desiderate avere una prima colazione gustosa, mangiare in hotel è la scelta migliore [oppure rimanere nel proprio paese].


4. GESTICOLARE CON LE MANI
L'Italia non sarebbe l'Italia senza gli italiani, e gli italiani non sarebbero gli italiani senza i loro gesti delle mani. I turisti si divertono molto nel vedere la gente del posto parlare in piazza raccontando storie con le loro mani che si spostano di qua e di là. Il linguaggio dei gesti italiani è stato ereditato dai Greci che si sono trasferiti in Italia meridionale a colonizzare Napoli [Napoli?]. Gli italiani in quel periodo utilizzavano gesti per comunicare senza essere ascoltati e divenne una tradizione che ancora esiste nel sangue di ogni italiano.


5. LA DEVOZIONE ALLA FAMIGLIA
Gli italiani sono noti per i loro stretti legami familiari, il loro amore per i bambini, e l'assistenza agli anziani. Gli stranieri si accorgono rapidamente che gli italiani metteranno la loro famiglia prima di tutto, e non è una vergogna per gli italiani non sposati stare con i genitori fino a che non abbiano creato una propria famiglia. Inoltre, i bambini sono liberi di fare quello che vogliono in pubblico. Sono tollerati e accolti nei ristoranti, anche se si divertono a correre, toccare cose a caso, o fare i capricci [evidentemente l’autore di tale articolo non è mai stato in Brasile] - e tutto perché sono parte della famiglia.


6. LE CAREGGIATE STRETTE
Pensateci due volte prima di noleggiare un’auto in Italia e fate in modo che siate abbastanza abili di guidare in grado di percorrere insieme ai matti piloti italiani. Si avvicinano, vi taglieranno la strada, e talvolta ignoreranno i segnali stradali. Queste cose sono del tutto normali in Italia e se vi spaventano, dimenticate di guidare. Inoltre, gli italiani, secondo una ricerca, sono stati classificati come i peggiori automobilisti in Europa. Se però hai deciso di guidare, basta essere fiduciosi e ricordare questo  proverbio italiano : "Guarda avanti e lascia che gli altri ti guardano le spalle" [mai sentito questo proverbio]  perché questo è il modo in cui vivono sulla strada.


7. LA MANCANZA DI SPAZIO PERSONALE
In Italia manca (o non ha mai avuto) questa cosa che chiamano “spazio personale”. Per loro è educato stare molto vicino a qualcuno mentre si parla e non è difficile parlare mentre toccano con le mani e le braccia. Baci e abbracci non sono considerati fuori luogo quando fatti in pubblico. Sui mezzi pubblici, non importa se ci si siede accanto a loro, anche se ci sono posti disponibili; o in piedi dietro di loro che si può già sentire il loro respiro. Non pensare che il modo di socializzare degli italiani come fare avances sessuali.


8. LA PAUSA PRANZO
Stai pensando di comprare qualcosa e sono le due del pomeriggio. Noti che i negozi sono chiusi, lo stesso del posto che vuoi visitare. Penserai che i proprietari del negozio o il personale stiano facendo una "siesta", ma questo non è il caso se si è in Italia (in particolare nelle zone rurali). Di solito sono chiusi dalle 12:30 alle 15:30. Ma non per fare pisolini.  Vanno a casa, cucinano, mangiano, e riposano un po' prima di tornare al lavoro. Nelle città affollate, dove nessuno ha tempo di andare a casa a cucinare, ci sono ristoranti che offrono menù per il pranzo.


9. CAFFÈ
Quando sarete in Italia, dimenticate Starbucks [grazie a Dio] per un po' e se volete avere la vostra dose di caffeina andate in un bar. Non confondete i bar italiani come un luogo i cui ti servono cocktail alcolici. Si entra in un bar, trovate la cassa, pagate, vi unite alla coda, e ordinate il caffè. Noterete che la maggior parte delle persone sono in piedi mentre bevono il loro caffè, ma potrete prendere quella tazza, portarla al vostro tavolo desiderato e sorseggiare mentre si sta seduti.  In entrambi i casi di consumo di caffè è non è un problema, basta essere pronti a pagare un po’ di più quando si sceglie di stare seduti. Ci sono molte cose sulla cultura del caffè in Italia che si dovrebbe prendere atto, per esempio:  non usare la parola espresso  e ordinare "un caffè", non ordinano il cappuccino dopo le 11 ; e ordinare un cappuccino significa che si desidera un  bicchiere di latte tiepido [ma che diavolo sta dicendo questo?] .


10. SLOW LIFE
Una cosa che gli stranieri, in particolare delle città frenetiche di tutto il mondo notano quando vengono in Italia è il modo in cui gli italiani prendono le cose con calma.  Slow-food è un modo di vivere. Le cene possono durare per ore.  E ricorda di non rimanere frustrato nelle riunioni perché è normale per gli italiani arrivare in ritardo per un appuntamento [ancora dico che chi ha scritto questo articolo non conosce i brasiliani]. In altre parole, gli italiani vivono nel presente. Sei d'accordo?
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sabato 11 luglio 2015


Giusto per ribadire un concetto già discusso altre volte. E ora dai, ditelo, che anche in Italia...
Mais de 57% dos estudantes de 8 anos não conseguiram superar os dois primeiros níveis, em uma escala de quatro, de aprendizado em leitura na Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2013. Em matemática, o porcentual foi de 58%. Os dados, aos quais o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso, constam em apresentação realizada neste ano para o Conselho Nacional de Educação (CNE). No ano passado, o governo federal não divulgou os resultados sob o argumento de que aquele ainda era o primeiro diagnóstico. As informações referentes à prova de 2014 devem ser liberadas em agosto.
A ANA traz provas de matemática, leitura e também escrita. Nesta última parte, 41,5% dos estudantes não atingiram os dois níveis superiores. Para cada área, o Inep construiu uma escala de quatro níveis, localizando a pontuação dos alunos nesses intervalos. O Inep não elaborou um indicador unificado, como forma de evitar ranqueamentos.
Segundo o presidente do Inep, Francisco Soares, o governo trabalha, agora, com os dois resultados disponíveis, para definir o que se considera como adequado em termos de alfabetização. "Não tínhamos comparação. Por isso estamos construindo isso com muito cuidado, porque, dependendo da definição, pode ter mais ou menos crianças alfabetizadas", diz ele.
No caso de leitura, por exemplo, a maioria dos alunos (57%) não consegue localizar informação explícita, situada no meio ou final do texto, em gêneros como lenda e cantiga folclórica. Em escrita, 41,5% dos alunos nos não teriam competência de escrever textos narrativos com mais de uma frase a partir de uma situação dada. Já em matemática, a maior parte (58%) dos alunos não sabe associar valor monetário de um conjunto de moedas ao valor de uma cédula.
A distribuição dos alunos por nível varia por Estado e região. Norte e Nordeste têm 74% dos estudantes nos dois primeiros níveis em matemática. Alagoas, por exemplo, tem 48% dos alunos no primeiro nível, enquanto Santa Catarina concentra 39% dos estudantes no mais alto.
A ANA compõe o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). O programa envolve União, todos os Estados, 98% dos municípios e 39 universidades públicas, que coordenam as formações. O objetivo é assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos. Entre 2013 e 2014, o governo investiu R$ 1,7 bilhão no PNAIC. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Brasilpost
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