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Escolas de SP têm 117 crimes registrados ao dia


Se c'é una cosa che manca in Brasile é l'educazione. Anche se sembrano tutti buoni e gentili é solo un'apparenza. La mancanza di una buona base educativa, l'arroganza, la cattiveria d'animo, il fatto di sapere che, essendo minori di etá, la totale mancanza di rispetto verso figure autoritarie, lo Stato puó fare ben poco contro di loro, fa in modo che le persone, in particolar modo i giovani, pensino di poter fare quello che vogliano in qualunque situazione. Se é vero che d'imbecilli é pieno il mondo, nelle scuole brasiliane, oltre ad avere una struttura e un livello bassissimo, sono luoghi in cui bisogna veramente stare molto attenti.

Na última quinta-feira (16), um adolescente de 14 anos colocou no status de seu WhatsApp que, ao chegar na escola, em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, mataria seus colegas, nos moldes do massacre de Suzano.

Ele foi levado à delegacia. Seria documentado um ato infracional de incitação de ameaça, mas o delegado decidiu registrar como incitação ao crime. Em depoimento, o jovem disse que era uma frase de um jogo de videogame.

Nos últimos cinco anos, a ameaça foi o segundo maior crime em volume registrado em estabelecimentos educacionais de São Paulo, incluindo escolas públicas e privadas, faculdades, cursinhos e cursos de idiomas. Entre janeiro de 2014 e março de 2019, foram registrados 16.073 boletins de ocorrência em todo o estado por este motivo.

O dado, da SSP (Secretaria da Segurança Pública), faz parte de um raio-x da violência nas escolas de São Paulo, obtido com exclusividade pelo UOL através da LAI (Lei de Acesso à Informação).



117 crimes por dia

Nos últimos cinco anos, foram registrados 225.522 boletins de ocorrência em estabelecimentos educacionais. O que representa uma média de 117 crimes por dia.

Entre as infrações, há registros de homicídios, estupros, apreensão irregular de arma de fogo, estelionato, calúnia, maus-tratos e até mesmo associação criminosa e captura de procurados. Entre alguns crimes, estão atenuantes de intolerância, como homofobia, transfobia, racismo e preconceito religioso. Apenas 1% desses crimes tem o registro em flagrante.

Professora levou soco no rosto

Há crimes além dos registrados acima, casos que não chegam até a delegacia. Um destes aconteceu recentemente em uma escola do bairro Tremembé, na zona norte da capital. Uma professora foi agredida com um soco no rosto por um aluno.

Uma professora colega da que foi agredida afirmou ao UOL, sob anonimato, que "falar de violência dentro da escola, para todo professor, é considerado normal". A vítima não registrou a agressão.
Ano passado, na escola em que leciono, aqui na zona norte, no último bimestre, dois alunos do 9º ano começaram a discutir por conta de um boné durante o intervalo. Na hora da saída, um atingiu o outro com um pé de carteira, abrindo o supercílio do aluno.

Ela critica a falta de acompanhamento de pais e polícia. "Não tem ronda escolar, não tem pais na porta da escola. Professor não separa nenhuma briga porque não pode colocar a mão no aluno. Nessa hora, nossa preocupação é não deixar ninguém filmar para não cair em grupo de WhatsApp."
Escola furtada seis vezes em dois meses

Em Ribeirão Preto (SP), uma escola foi furtada pela sexta vez apenas entre fevereiro e março deste ano. Criminosos entraram na escola Doutor Paulo Gomes Romeu e levaram materiais de estudo, cobre e até alimentos que serviriam para a merenda escolar.

No ano passado, uma professora de uma escola municipal do Artur Alvim, zona leste da capital, afirmou à reportagem ter sido ameaçada por um pai de um aluno, porque a criança, do 3º ano, reclamou que ela foi ríspida em uma bronca. Ela registrou boletim de ocorrência. Neste ano, se mudou de casa e de escola. Ela pede para ter a identidade preservada.

Desde que vim do Nordeste, sempre morei na zona leste. Hoje, tenho pavor daquela região. Não consigo ir para lá. Fui para o outro extremo da cidade. O que me dói é saber que posso passar pelo mesmo problema em qualquer lugar. Estamos a Deus dará.

"Faltam agentes de organização escolar"

A reportagem entrevistou dois membros titulares da Comissão de Educação e Cultura da Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) questionando quais medidas públicas poderiam ser realizadas para tentar diminuir o índice em um curto e em um longo prazo.

A presidente da Comissão de Educação e Cultura da Alesp e presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), deputada Professora Bebel (PT), afirmou que "o problema da violência nas escolas é grave e crescente. Infelizmente, houve um recuo do governo estadual no programa de mediação escolar, que vinha dando resultados".
 
O deputado estadual Carlos Giannazi (PSOL) afirma que tem denunciado que o estado tem cortado programas que auxiliavam na gestão da segurança nesses ambientes. "Com a retirada do programa Escola da Família, a segurança ficou fragilizada", afirmou.

O programa promove atividades para alunos e familiares. Segundo o deputado, a manutenção dele é uma ação preventiva contra a violência. "Além disso, faltam agentes de organização escolar, que fazem função de inspetores, segurança interna e vigia. Faltam pessoas, afirma o deputado, que é diretor de escola pública.

3.652 PMs fazem ronda escolar em SP

O comandante da PM (Polícia Militar), coronel Marcelo Vieira Salles, afirma que o trabalho policial para combater a violência deve ser preventivo. "Se temos a ciência de que uma escola termina a aula 22h30, o comandante regional tem que colocar uma viatura ali. Se há uma rua escura, a polícia tem que estar ali. É um trabalho preventivo."
 
Por meio de nota, a Secretaria da Educação informou que tem fortalecido a parceria com a ronda escolar da PM para policiamento no entorno das escolas. "A rede estadual conta com equipes de mediação escolar e de supervisores de ensino, que têm a função de fomentar projetos e atividades restaurativas e de promoção à cultura de paz", informou.

"Além disso, está em estudo um projeto para reforço à segurança nas escolas mais vulneráveis, assim como os procedimentos de segurança em todas as 5.300 escolas estão sendo revisados", complementou a pasta.

Os dados publicados nesta reportagem se referem não só às escolas estaduais, mas também municipais e privadas.

Segundo a PM, cada ronda escolar cobre, em média, oito escolas. Ela é aplicável aos municípios com mais de 15.000 habitantes, abrangendo atualmente 287 cidades do estado. Ao todo, a PM tem 3.652 policiais militares exclusivos para esse tipo de policiamento.

"O programa não é uma forma de prevenção isolada. Há interface com o Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência), programa eminentemente educativo, voltado ao público jovem", complementou a corporação.

Deputados debatem: porte de armas é culpado pelo massacre em Suzano?


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La Bolsa Família, che cos'è e come funziona


Una persona aveva lasciaro un commento in un mio video chiedendomi informazioni sulla Bolsa Família. Allora ho pensato che potesse essere utile fare un video parlando proprio di questo argomento.. Non sono entrato nei dettagli tecnici, per esempio non ho raccontato come é nata, la politica che c'era dietro o cosa bisogna fare per poterla ricevere. Ma mi sono concentrato piú che altro sulle cose pratiche, come quanto si riceve e chi la puó richiedere. Come sempre s'imparano tante cose anche non volendo, per esempio non sapevo che il governo avesse stabilito un limite massimo di quanto una famiglia possa ricevere. Quindi la famosa storia che, specialmente nel Nord-Est, molte famiglie preferiscono non lavorare e fare molti figli per vivere solo di Bolsa Familia sembra che sia una sciocchezza. E anche qui pongo la stessa domanda che ho fatto nel video: in Italia come funzionano queste cose? Esistono aiuti sociali per le famiglie o persone povere? Quanto prendono? Se qualcuno potesse rispondere a queste domande gliene sarei molto grato. Buona visione!


 
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Come peggiorare un disastro


Immaginate un paese in continua recessione, dove la salute pubblica e l'educazione quasi non esistono, dove gli alunni e gli stessi insegnanti sono tra i più ignoranti del pianeta. Ora immaginate che qualcuno voglia migliorare questa situazione. In un paese "normale" cosa farebbe? Aumenterebbe l'investimento in queste due aree, cercherebbe di migliorare le strutture sanitarie, aumentare il livello di competenza di medici e infermieri, offrire un servizio sanitario perlomeno dignitoso per la propria popolazione. Investirebbe anche nell'educazione pubblica, con professori più preparati, in modo di portare il paese a un livello superiore a quello attuale.
Ma il Brasile non é un paese normale.

È stata approvata dal Senato una proposta di legge chiamata PEC 55. In pratica il governo, per diminuire le spese pubbliche e il deficit ormai a livelli storici, ha deciso che per 20 anni (sí, avete letto bene, 20 anni) un congelamento sulle spese sociali, proprio quelle di cui la popolazione ha più bisogno, come salute ed educazione. Quindi per 20 anni nessuno investirà in queste aree così importanti, nessuno cercherà di migliorare la già pessima situazione attuale. Meglio lasciare le cose come sono. Anzi, hanno deciso che é meglio peggiorarle, Perché ovviamente in questo paese salute, educazione e benessere della popolazione non sono affatto importanti.

Il Senato brasiliano, con 53 voti a favore e 20 contro, ha approvato ieri un provvedimento di austerità che prevede 20 anni di congelamento della spesa sociale. Con questo tetto di spesa alla sanità, all’educazione e all’assistenza alle fasce più disagiate della popolazione, che prevede un emendamento costituzionale, denominato «PEC 55», il governo di Michel Temer punta a riportare sotto controllo la finanza pubblica e a far affluire nel Paese nuovi investimenti dall’estero. [LA STAMPA]

Limitar gastos sociais por um período de 20 anos é completamente inaceitável e nenhum governo poderia ter o direito de restringir as opções de governos futuros nesse sentido... Aceitar que políticas de áreas fundamentais como saúde e educação sofram um desmonte pelos próximos 20 anos é totalmente incoerente com as ideias de direitos humanos... nos próximos 20 anos, o governo vai gastar com políticas sociais muito menos do que gasta hoje. Isso significa que toda uma futura geração está condenada, o que é inaceitável...  em vez de enxergar a saúde, a educação e outros direitos como uma forma de melhorar a competitividade da economia brasileira, o governo vende a ideia de que cortar gastos irá resolver os problemas... Saúde e educação são importantes para a economia, não apenas para a população. Se a população não é bem educada e não está saudável, tudo isso prejudica o crescimento econômico. Está claro que essa é uma proposta que interessa a uma pequena parcela da elite e de jeito nenhum faz parte dos interesses da maioria da população. [CARTA CAPITAL]

O congelamento de gastos sociais previsto na PEC 55 terá "impacto severo" sobre a população pobre no Brasil, provocará "retrocesso social" e colocará "toda uma geração futura em risco de receber uma proteção social muito abaixo dos níveis atuais". O diagnóstico é do australiano Philip Alston, relator especial das Nações Unidas para a pobreza extrema e os direitos humanos... “Essas políticas contribuíram substancialmente para reduzir os níveis de pobreza e desigualdade no país. Seria um erro histórico atrasar o relógio nesse momento,” disse Alston... Ainda segundo o relator, a PEC 55 coloca o Brasil em violação ao Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais ratificado em 1992, que "veda a adoção de 'medidas deliberadamente regressivas' a não ser que não exista nenhuma outra alternativa e que uma profunda consideração seja dada de modo a garantir que as medidas adotadas sejam necessárias e proporcionais.” [CARTA CAPITAL]

"O Brasil continuará com o desastre educacional que tem hoje."
"Se não conseguirmos avançar nessas medidas, estaremos condenados a uma educação de baixa qualidade, e o Brasil não vai conseguir crescer economicamente. O país será uma promessa falida", afirma Claudia.
Estamos com um problema sério e de longo prazo. Acredito que a PEC 55 vai trazer danos graves para a educação, sem ganhos significativos do ponto de vista fiscal. Normalmente, quando países têm problemas fiscais, ao menos os mais desenvolvidos, eles preservam a educação dos cortes. O Brasil optou por não fazer isso. É uma grande pena.
O impacto direto é condenar o Brasil a uma baixa qualidade da educação das crianças por um período de 20 anos. 
Vejo o país estagnado. Uma das questões mais preocupantes que observamos na economia brasileira é a da produtividade, que está estagnada em um patamar muito baixo. Com uma produtividade baixa, e ela tem uma correlação importante com a qualidade da educação e o crescimento econômico de longo prazo, não vamos crescer. Com menos investimentos em educação, não vamos conseguir preparar os jovens para o futuro do mercado de trabalho... estaremos condenados a uma educação de baixa qualidade, e o Brasil não vai conseguir crescer economicamente. O país será uma promessa falida. [BRASIL 247]
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Brasil cai em ranking mundial de educação


Questa mattina alle 11 l’Ocse ha reso noti, tramite una serie di eventi promossi in contemporanea in tutto il mondo, i risultati dell’edizione 2015 del programma triennale PISA (Programme for International Student Assessment), al quale hanno partecipato circa 540.000 studenti quindicenni dei 72 Paesi partecipanti. Per chi non lo sapesse il PISA é  un'indagine internazionale promossa dall'OCSE nata con lo scopo di valutare con periodicità triennale il livello di istruzione degli adolescenti. Purtroppo il Brasile non ha fatto una bella figura, risultando tra gli ultimi classificati. Ma non credo che questo possa meravigliare qualcuno.

Dados do Pisa, prova feita em 70 países, foram divulgados nesta terça; Brasil ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.

Os resultados do Brasil no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês), divulgados na manhã desta terça-feira (6), mostram uma queda de pontuação nas três áreas avaliadas: ciências, leitura e matemática. A queda de pontuação também refletiu uma queda do Brasil no ranking mundial: o país ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática.

A prova é coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foi aplicada no ano de 2015 em 70 países e economias, entre 35 membros da OCDE e 35 parceiros, incluindo o Brasil. Ela acontece a cada três anos e oferece um perfil básico de conhecimentos e habilidades dos estudantes, reúne informações sobre variáveis demográficas e sociais de cada país e oferece indicadores de monitoramento dos sistemas de ensino ao longo dos anos.

Especialistas ouvidos pelo G1 afirmam que não há motivos para comemorar os resultados do país no Pisa 2015, e afirmaram que, além de investir dinheiro na educação de uma forma mais inteligente, uma das prioridades deve ser a formação e a valorização do professor. "Questões como formação de professores, Base Nacional Comum e conectividade são estratégicas e podem fazer o Brasil virar esse jogo", afirmou Denis Mizne, diretor-executivo da Fundação Lemann.

"É fundamental rever os cursos de formação inicial e continuada, de maneira que os docentes estejam realmente preparados para os desafios da sala de aula (pesquisas mostram que os próprios professores demandam esse melhor preparo)", disse Ricardo Falzetta, gerente de conteúdo do Movimento Todos pela Educação.

Para Mozart Neves Ramos, diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna, parte da solução "passa também em superar a baixa atratividade dos jovens brasileiros pela carreira do magistério, ao contrário do que ocorre nos países que estão no topo do ranking mundial do Pisa. Nesses países, ser professor é sinônimo de prestígio social".

No país, a prova fica sob responsabilidade do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A amostra brasileira contou com 23.141 estudantes de 841 escolas, que representam uma cobertura de 73% dos estudantes de 15 anos.

Em cada edição, o Pisa dá ênfase a uma das três áreas. Na deste ano, o foco foi ciências. Em 2015, a nota do país em ciências caiu de 405, na edição anterior, de 2012, para 401 [Italia 481]; em leitura, o desempenho do Brasil caiu de 410 para 407 [Italia 485]; já em matemática, a pontuação dos alunos brasileiros caiu de 391 para 377 [Italia 490]. Cingapura foi o país que ocupou a primeira colocação nas três áreas (556 pontos em ciências, 535 em leitura e 564 em matemática).
No Brasil, em todas as três áreas, mais da metade dos estudantes ficaram abaixo do nível 2. Veja no gráfico:


Além disso, 4,38% dos alunos brasileiros ficaram abaixo até do nível mais baixo no qual a OCDE determina habilidades esperadas para os estudantes em ciências. Em leitura e matemática, esse índice foi de 7,06% e 43,74% em matemática (no caso, da matemática, porém, há seis níveis de proficiência, e não sete).

Para Ricardo Falzetta, do Todos pela Educação, os dados mostram dois problemas principais. "Em primeiro lugar, que os nossos jovens não estão aprendendo conhecimentos básicos e fundamentais para que possam exercer plenamente sua cidadania enquanto jovens e depois, enquanto adultos, realizando seus projetos de vida. Em segundo lugar, a pesquisa aponta novamente – como vemos em diversos outros estudos, inclusive os nacionais – as enormes disparidades entre as regiões."

"Apenas para ilustrar, se considerarmos os nossos resultados em ciências, atingimos 401 pontos, enquanto que os alunos dos países da OCDE obtiveram uma média de 493 pontos", afirmou Mozart Neves, do Instituto Ayrton Senna. "É uma diferença que equivale a aproximadamente ao aprendizado de três anos letivos!"

 "Os estudantes brasileiros mostraram melhor desempenho ao lidar com textos representativos de situação pessoal (por exemplo, e-mails, mensagens instantâneas, blogs, cartas pessoais, textos literários e textos informativos) e desempenho inferior ao lidar com textos de situação pública (por exemplo, textos e documentos oficiais, notas públicas e notícias)", avaliou o Inep, no documento divulgado à imprensa.

 "Os resultados do Brasil no Pisa são gravíssimos porque apontam uma estagnação em um patamar muito baixo. 70% dos alunos do Brasil abaixo do nível 2 em matemática é algo inaceitável. O Pisa é mais uma evidência do que vemos todos os dias nas escolas", afirmou Denis Mizne, da Fundação Lemann.

Entenda o Pisa

As provas do Pisa duram até duas horas e as questões podem ser de múltipla escolha ou dissertativas. Nesta edição, em alguns países, incluindo o Brasil, todos os estudantes fizeram provas em computadores. O exame é aplicado a uma amostra de alunos matriculados na rede pública ou privada de ensino a partir do 7° ano do ensino fundamental. Além de responderem às questões, os jovens preencheram um questionário com detalhes sobre sua vida na escola, em família e suas experiências de aprendizagem.

Do total de alunos da amostra brasileira, 77,7% estavam no ensino médio, 73,8% na rede estadual, 95,4% moravam em área urbana e 76,7% viviam em municípios do interior.
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Adultos não sabem matemática básica, segundo pesquisa

Sai che novitá! Se per quello parlano un portoghese poco corretto e anche in geografia non é che siano delle "cime".

Levantamento em 25 cidades do País mostra que 75% não sabem médias simples e 63% não resolvem porcentuais


SÃO PAULO - A matemática não é desafio só para quem está na escola. Pesquisa realizada em 25 cidades brasileiras com adultos de mais de 25 anos mostra que a maioria não sabe fazer operações matemáticas simples: 75% não sabem médias simples, 63% não conseguem responder a perguntas sobre porcentuais e 75% não entendem frações, entre outros resultados dramáticos.

Em avaliações similares em países ricos, o resultado é em média quatro vezes melhor. O estudo ainda aborda a rejeição que o tema provoca. A matéria mais detestada foi matemática, com 43% das respostas. A memória que os adultos têm do assunto é até pior: 65% dizem não ter tido facilidade com a disciplina na escola.

Segundo o coordenador do estudo, Flavio Comim, docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e professor visitante de Cambridge, no Reino Unido, os dados reafirmam os diagnósticos de que o ensino de matemática tem falhas. “Essas deficiências acarretam impactos econômicos e sociais”, diz ele. “Uma sociedade que sabe pouco de matemática é pouco competitiva, como mostra a comparação internacional. Também mexe muito com a sobrevivência das pessoas, porque define o que você compra, se fará um financiamento”, afirma. Outro resultado do levantamento indica que 69% não sabem fazer contas com taxas de juros.

O estudo foi encomendado pelo Instituto Círculo da Matemática do Brasil, iniciativa da TIM, e 2.632 pessoas foram ouvidas, com idade média de pouco mais de 40 anos. A amostra não foi organizada por renda, mas pelo número médio de anos de estudo, que ficou em torno de 8,3 anos de escolaridade. 

Perfis. Há diferenças quando se olha para quem estudou mais ou menos. Enquanto 28% dos adultos com mais de 15 anos de estudo não sabem fazer regra de três, o índice é de 71% entre quem tem até 8 anos de escola.

No geral, 60% das pessoas tinham matemática entre as disciplinas que não gostavam na escola. Para Katia Stocco Smole, diretora do grupo Mathema, de formação e pesquisa em ensino de matemática, o dado não surpreende, “mas incomoda bastante”. “As pessoas não gostam porque nunca fez sentido para elas. A escola não ensinou a entender o sentido desses conceitos básicos. Quando aprendem, gostam.”

Segundo dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2013, apenas 9,3% dos jovens terminam o ensino médio com o nível adequado na disciplina. Além das falhas na escola, a visão das crianças acaba também influenciada pela ojeriza dos adultos. “Tem um efeito intergeracional e essa aversão vai passando de pai para filho”, diz Flavio Comim.

O representante de vendas Bruno Singer, de 36 anos, diz usar com certa facilidade os conceitos básicos da matemática no trabalho, mas recorre à calculadora nas tarefas mais complexas. “Tenho a impressão de que muito do que estudei na escola eu não uso no dia a dia”, diz ele, formado em Administração. O estudo mostra que 89% das pessoas dizem que nem sequer usam a matemática no dia a dia.

Para o também vendedor Bruno Costa, de 28, a tecnologia ajuda. “No trabalho, as projeções chegam prontas. Mas tem de saber fazer a leitura daquilo”, diz.

Trauma. Ao saber do tema da conversa, a enfermeira Simone Pavani, de 48 anos, já titubeia. “Sempre foi a disciplina que tive de me esforçar mais. Às vezes estou fazendo uma compra e tem um desconto de 10%. Fico me perguntando ‘será que foi isso mesmo?’”, comenta, rindo. “No trabalho me viro bem, mas percebo colegas mais novos com dificuldades.”



Coordenador-geral da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), Claudio Landim diz perceber uma lacuna na formação dos professores, mas é mais otimista com as novas gerações. “Nós vivemos em um mundo cada vez mais tecnológico e a matemática está por trás dos programas, do aplicativo de celular. Isso tem despertado interesse cada vez maior”, diz Landim, que é diretor adjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa). “Há uma melhora, mas não será da noite para o dia.”

Fonte: Estadão
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No Brasil, 1 a cada 5 alunos do 3º ano não está alfabetizado


La notizia é di ieri, ma possiamo benissimo dire che é vecchia come il mondo, dato che le cose non sono cambiate col tempo. Come dice il titolo, su 5 alunni del 3° anno della scuola fondamentale, quindi con età di 8/9 anni, non é alfabetizzato. Cosa vuol dire? Semplice, significa che questo bambino sa scrivere una frase ma non un testo completo e che riesce a leggere le parole ma non a comprendere un testo. Triste vero? E torno a dire che parliamo di bambini di 8 o 9  anni. Non che la cosa mi sorprenda. Basta sentire come parlano qui in Brasile (e non sto parlando di accenti o modi di dire, ma proprio il tipo di linguaggio che usano, le espressioni, le coniugazioni dei verbi inesistenti, ecc). E questo non solo riferiti ai bambini o ragazzi in genere, ma anche e soprattutto agli adulti. Basta vedere quello che scrivono nei vari commenti su giornali o social network e in altre situazioni analoghe. Ora, per carità, forse io dovrei essere l'ultimo a dire queste cose. Io mi considero una persona molto ignorante e basta leggere quello che scrivo per trovare un'infinità di errori di italiano. Però mi ricordo che a 9 anni, in 4° elementare, sapevo leggere e scrivere senza problemi. Ma forse erano altri tempi, chi lo sa.

Ao menos um a cada cinco estudantes no 3º ano do ensino fundamental da escola pública não atinge níveis mínimos de alfabetização em leitura, escrita e matemática. Esse número foi obtido com base nos dados da ANA (Avaliação Nacional de Alfabetização), divulgados nesta quinta (17) pelo MEC (Ministério da Educação). A ANA é uma avaliação diagnóstica para o Pnaic (Programa Nacional de Alfabetização na Idade Certa).
O MEC apresentou os resultados da ANA em percentuais por nível de proficiência (o quanto os alunos sabem): em leitura, 22,21% estão no nível 1 -- o que significa que 1 a cada 5 alunos não está no padrão mínimo. Na área de escrita, 34,46% deles estão nos níveis 1, 2 e 3 de escrita -- ou seja, 1 a cada 3 estudantes não atende o padrão mínimo. Já em matemática, o resultado é mais dramático: 57,07% estão nos níveis 1 e 2. 
Para se ter uma ideia, uma criança que esteja no nível 3 de escrita já consegue escrever uma frase, mas não alcança a produção de um texto. Em leitura, um aluno no nível 1 consegue ler as palavras, mas não compreende o texto. No caso de matemática, o aluno abaixo do nível 4 não fazer contas com números de três algarismos, como 345 + 220.

Parâmetro dos professores

No programa de formação dos professores do Pnaic, os parâmetros são mais modestos -- apesar de a meta ser a excelência, com o nível 4.
Dentro do Pnaic, o aluno que estiver no nível 2 de leitura e de matemática e no nível 3 de escrita são considerados alfabetizados. Esse é o parâmetro utilizado no trabalho de formação dos professores das escolas públicas, segundo a coordenadora da formação de professores do Pnaic em Pernambuco, a professora Telma Ferraz Leal da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) e o coordenador no Paraná, Emerson Rolkouski, da UFPR (Universidade Federal do Paraná). 
"Quando se fala em alfabetização, há várias formas de conceber [esse conceito]", diz Telma. Ela explica que, por exemplo, no senso comum, um aluno está alfabetizado quando reconhece as letras e forma palavras -- o que estaria no nível 1 de leitura. No entanto, dentro do Pnaic, há uma concepção de que deve haver leitura e produção de textos num nível mais avançado.
O mesmo vale para matemática: o nível 2 é considerado suficiente. Mas os professores são formados para atingir o nível 4, conta Emerson. "O percentual no nível 4 representa uma parcela que acertou as questões mais difíceis. Um aluno que chegue ao nível 4 é excepcional", diz o professor da UFPR.
A ANA foi aplicada a todos os alunos do 3º ano do ensino fundamental -- ano que finaliza o ciclo de alfabetização nos padrões do governo. O aluno dessa etapa teria oito anos, se não teve reprovação ou não deixou os estudos. Os resultados divulgados nesta quinta são de avaliações aplicadas em 2014 e o MEC cancelou a avaliação de 2015. Segundo a pasta, o cancelamento se deu por motivos pedagógicos. E especialistas chamaram a atenção para certo abandono do Pnaic.
Fonte: UOL
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Quase 60% dos alunos de 8 anos têm baixo nível em leitura


Giusto per ribadire un concetto già discusso altre volte. E ora dai, ditelo, che anche in Italia...
Mais de 57% dos estudantes de 8 anos não conseguiram superar os dois primeiros níveis, em uma escala de quatro, de aprendizado em leitura na Avaliação Nacional de Alfabetização (ANA) de 2013. Em matemática, o porcentual foi de 58%. Os dados, aos quais o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso, constam em apresentação realizada neste ano para o Conselho Nacional de Educação (CNE). No ano passado, o governo federal não divulgou os resultados sob o argumento de que aquele ainda era o primeiro diagnóstico. As informações referentes à prova de 2014 devem ser liberadas em agosto.
A ANA traz provas de matemática, leitura e também escrita. Nesta última parte, 41,5% dos estudantes não atingiram os dois níveis superiores. Para cada área, o Inep construiu uma escala de quatro níveis, localizando a pontuação dos alunos nesses intervalos. O Inep não elaborou um indicador unificado, como forma de evitar ranqueamentos.
Segundo o presidente do Inep, Francisco Soares, o governo trabalha, agora, com os dois resultados disponíveis, para definir o que se considera como adequado em termos de alfabetização. "Não tínhamos comparação. Por isso estamos construindo isso com muito cuidado, porque, dependendo da definição, pode ter mais ou menos crianças alfabetizadas", diz ele.
No caso de leitura, por exemplo, a maioria dos alunos (57%) não consegue localizar informação explícita, situada no meio ou final do texto, em gêneros como lenda e cantiga folclórica. Em escrita, 41,5% dos alunos nos não teriam competência de escrever textos narrativos com mais de uma frase a partir de uma situação dada. Já em matemática, a maior parte (58%) dos alunos não sabe associar valor monetário de um conjunto de moedas ao valor de uma cédula.
A distribuição dos alunos por nível varia por Estado e região. Norte e Nordeste têm 74% dos estudantes nos dois primeiros níveis em matemática. Alagoas, por exemplo, tem 48% dos alunos no primeiro nível, enquanto Santa Catarina concentra 39% dos estudantes no mais alto.
A ANA compõe o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC). O programa envolve União, todos os Estados, 98% dos municípios e 39 universidades públicas, que coordenam as formações. O objetivo é assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos. Entre 2013 e 2014, o governo investiu R$ 1,7 bilhão no PNAIC. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Brasilpost
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Nota Zero

Divulgadas notas do Enem 2014; 529 mil zeram a redação

Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)divulgou na noite desta terça-feira (13) o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2014.
Nesta edição, da qual participaram mais de seis milhões de estudantes, 529.373 zeraram na redação, número quase cinco vezes maior que o registrado no exame do ano anterior, quando 106.727 tiraram nota zero na redação, segundo informações da Agência Brasil.
Na outra ponta, 250 estudantes obtiveram nota máxima no exame do ano passado, contra 481 que tiveram nota mil na redação em 2013. O tema da redação foi"Publicidade infantil em questão no Brasil".
De acordo com o Inep, entre os que zeraram a redação, mais de 13 mil copiaram textos; 7.824 escreveram menos de sete linhas; 4.444 não atenderam ao tipo textual solicitado; 3.362 zeraram por parte desconectada e 955 por ferirem os direitos humanos. Outras 1.508, por outros motivos.
Ainda de acordo com o instituto, de 2013 para 2014 houve queda de 9,7% no desempenho dos estudantes.

Fonte: Brasil Post
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Scuola: novitá a settembre


Il premier italiano Matteo Renzi ha annunciato una serie di provvedimenti per il nuovo anno scolastico italiano. Questa nuova riforma porterà, almeno sulla carta, alcuni benefici per tutti gli studenti. Per esempio ritorneranno materie come geografia, musica e storia dell'arte, si studierà programmazione informatica fin dalle Primarie e sarà potenziata la lingua inglese. Inoltre i vari istituti avranno una specie di pagella di valutazione, in modo da conoscere i vari punti forti e deboli di ogni scuola. A me sembra una buona notizia, perché una buona istruzione é la base per il futuro di un paese. Quello che non capisco sono i commenti di molti italiani. Sembra che una nostra caratteristica sia quella di lamentarci molto, e leggendo quello che scrivono sembra proprio che sia così. Tanto per rimanere in tema, quando nella scuola non si insegnava inglese in modo appropriato, tutti erano a lamentarsi per il fatto che "l'inglese é importante". Ora che, sembra, si studierà meglio e fin dalle primarie, tutti a lamentarsi per il fatto che non ci sono docenti di livello adeguato, che é più importante la lingua italiana, ecc. Non si studiava informatica e si lamentano. Ora si studia e giú a criticare per il fatto che mancano laboratori adeguati. E potrei continuare all'infinito. Nessuno é mai contento in Italia, qualunque cosa succeda. Forse il giorno che gli italiani impareranno ad apprezzare quello che hanno il mio paese migliorerà un poco.

Scuola, novità in arrivo a settembre: informatica alle elementari, discussione in inglese alla maturità

La scuola si appresta a cambiare, nel tentativo di stare al passo con un mondo sempre più multimediale e anglofono. E così a settembre tra i banchi sono previste numerose novità: dall'insegnamento della programmazione informatica sin dalle primarie, al potenziamento di alcune materie come inglese, musica e storia dell'arte, sino allo sviluppo di percorsi in grado di creare un legame profondo e concreto tra il mondo dello studio e quello del lavoro. Una questione, quest'ultima, ritenuta primaria dal governo guidato da Matteo Renzi, considerato che il tasso di disoccupazione giovanile sfiora il 44 per cento.

Così come merita un discorso a sé il problema dei 150, 160 mila precari.

Intanto il presidente del Consiglio ha annunciato un provvedimento ad hoc per la fine di agosto, per il quale dovrebbe essere stanziato - sempre stando a quanto dichiarato da Renzi - un miliardo di euro.

Per quanto riguarda tutti i cambiamenti e le novità previste tra i banchi dal mese di settembre, il Corriere della Sera ha pubblicato nell'edizione in edicola giovedì 14 agosto una lunga e approfondita indagine a firma della giornalista Valentina Santarpia.

Nuovo sistema di valutazione nazionale
Da settembre entrerà in vigore il nuovo sistema di valutazione nazionale, approvato nel 2013 e volto a completare il ruolo attualmente svolto dall'Invalsi, il cosiddetto "quizzone" per gli studenti. Il nuovo strumento servirà a ogni scuola per segnalare le debolezze e i punti di forza riscontrati all'interno dell'istituto.

Insegnanti
Di fronte ai 150, 160 mila precari della scuola e per scongiurare il ricorso massiccio ai supplenti, Renzi sta valutando la proposta avanzata da Francesco Profumo a suo tempo: ovvero la creazione di un unico organico - tutti con contratto a tempo indeterminato - che sia disponibile per tutte le scuole aderenti alla stessa rete.

Intanto, il ministro Stefania Giannini - in attesa che siano pubblicate le graduatorie del primo concorso tenutosi dopo 14 anni - ha annunciato un nuovo bando per il 2015.

Apertura pomeridiana delle scuole
Attualmente il Miur sta valutando i diversi modelli di scuola aperta il pomeriggio che sono già in corso di sperimentazione in Italia. Tuttavia, il problema principale resta la mancanza di fondi. In ogni caso la questione sarà discussa in un forum organizzato proprio dal Miur per il mese di ottobre a Firenze.

Connessione Internet veloce e addio ai tablet
Il governo punta a connessioni Internet veloci, mentre abbandona l'uso di strumenti multimediali come tablet e lavagne. Questi ultimi si sono rivelati, infatti, troppo costosi e di vita breve, data la rapidità con cui escono nuovi e più funzionali modelli. Oltre a investire sulla connessione veloce, il governo introduce il primo approccio all'informatica nelle scuole primarie.

Insegnanti di sostegno e alunni disabili
Attualmente il rapporto tra docenti di sostegno e ragazzi disabili è di uno a due: un numero insufficiente che porta con sé il rischio che questi alunni debbano cambiare insegnante ogni anno. Da qui la necessità di un profondo cambiamento e l'esigenza di stabilizzare oltre 26 mila docenti nel triennio 2013-2015. Fino ad oggi ne sono stati assunti 4.447 e per quest'anno dovrebbero esserne ammessi oltre 13 mila, secondo le cifre riportate dal Corriere della Sera.

Nuovo esame di Stato: discussione in lingua inglese
In attesa dei primi di settembre, quando arriverà un decreto volto alla definizione di tutti i dettagli del nuovo esame di Stato, per il momento la novità principale riguarda l'insegnamento di una materia in lingua straniera nel corso di tutto l'ultimo anno della scuola superiore secondaria. Materia che sarà oggetto di discussione in inglese alla maturità.

La rivalutazione di geografia, musica e storia dell'arte
Materie, screditate dalla riforma Gelmini, tornano ad avere la loro dignità a partire dall'anno scolastico che inizierà a settembre. La geografia viene ripristinata per il primo e secondo anno in tutti gli istituti tecnici e professionali con un'ora settimanale. Così come dovrebbe essere potenziato l'insegnamento di musica e della storia dell'arte.

Gli hashtag di Renzi per rilanciare la scuola: #scuolebelle, #scuolesicure, #scuolenuove
Secondo le stime calcolate dal Corriere della Sera, il provvedimento da oltre un miliardo di euro annunciato da Renzi dovrebbe coinvolgere oltre 21 mila edifici e far sì che entro l'anno scolastico 2015/ 2016 almeno una scuola su due sia più bella, più sicura e più nuova. Tuttavia, il Corriere della Sera va oltre e si domanda che cosa succederà sul fronte pulizia. Una questione che per il momento non è stata ancora presa in considerazione dal governo.

Fonte: L'Huffington Post
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La grande "pensatora"


È inutile, questo paese non cambierá mai. Potranno passare mille anni ma il Brasile sará sempre quello che é, e non in senso buono. Sembra che qui tutti, dai governanti al popolino ignorante facciano di tutto per non migliorare le cose, lasciando la situazione sempre uguale, se non peggiore.

Sappiamo benissimo che l'educazione scolastica non é certamente il punto forte di questo paese, ma pensate che qualcuno cerci di fare qualcosa? L'ultima trovata di questi geniali professori e/o coordinatori viene dal Distretto Federale.

Uma prova de filosofia aplicada a alunos do Centro de Ensino Médio 3 de Taguatinga trouxe uma questão polêmica, que chama a funkeira Valesca Popozuda de grande pensadora contemporânea. A diretoria da escola admitiu que o texto foi elaborado por um dos professores. A imagem da questão da prova foi reproduzida em páginas na internet e em redes sociais, onde foi duramente criticada.

In poche parole, in una prova di filosofia, il professore responsabile di tale materia, Antônio Kubitschek, ha deciso di inserire una domanda riguardante l'ultimo successo musicale di Valesca Popozuda, Beijinho no ombro. Ma chi é questa Valeria Popozuda? Il suo vero nome é Valesca Dos Santos, ma in arte é Valesca Popozuda (e giá l'appellativo che si é scelta dice qualcosa, dato che "popozuda" significa "mulher gostosa, com grande bunda e coxas grossas"). È una funkeira carioca e ha partecipato diverse volte come "rainha de bateria" durante il Carnevale di Rio. Insieme la gruppo funk da lei fondato, Gaiolas das Popozudas, ha scritto successi come "Beijando o teu marido" (Baciando tuo marito), "Larguei o Meu Marido (Agora Virei Puta)" (Ho lasciato mio marito, ora sono diventata una puttana), "Hoje Eu Não Vou Dar, Eu Vou Distribuir" (Oggi non la do, la distribuisco) e molte altre canzoni simili, molte delle quali censurate dalle radio per le troppe parolacce nel testo.

Ora, inserire una domanda sulla musica non c'é niente di male (anche se in una prova di filosofia mi sembra eccessivo), ma con tutto rispetto per la Valeria, con tutti i grandi artisti brasiliani dovevano scegliere proprio un testo funk in un esame scolastico? Questo genio di Antônio Kubitschek non aveva domande piú pertinenti alla materia? Poi si lamentano che le cose qui non vanno! Per fortuna qualcuno ha criticato tale forma di insegnamento:

Grande parte dos internautas que comentou sobre a publicação considerou a questão inadequada. Em um dos comentários, um aluno que fez a prova disse acreditar que o professor elaborou a questão por brincadeira, mas afirmou não concordar que esse tipo de conteúdo deva fazer parte de uma avaliação escolar. No entanto, um grupo de estudantes que fez a prova saiu em defesa do docente. Muitos comentaram que foi uma forma de descontração e de tornar o clima de aplicação da prova menos tenso e que, além disso, todo o resto da avaliação estava de acordo com o assunto estudado em sala de aula e os alunos teriam sido orientados a estudar o conteúdo do livro didático antes de fazer a avaliação.

“Quando a classificamos como grande pensadora contemporânea, a rotulamos como alguém que de fato tem pensamentos sistematizados dentro dos princípios filosóficos ou científicos. A Valesca pode ser, sim, uma contestadora, visto que canta funk, e o funk é uma música de contestação, mas daí a classificá-la como grande pensadora contemporânea é equivocado”, avalia a pedagoga e mestre em educação Francisca Paris, diretora de serviços educacionais da Saraiva. 





Bene, questa é la grande "pensatora". Evidentemente in questo paese non pensano col cervello, ma con un'altra parte del corpo.
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Senza arte né parte


Una notizia che io ho trovato scioccante: in Italia, terra dei più famosi artisti di tutti i tempi, il Ministero dell'istruzione ha deciso categoricamente di eliminare lo studio dell'arte nelle scuole italiane. Da oggi, il paese dell'arte, il paese con più ricchezze artistiche al mondo, non avrà più un insegnamento di questa disciplina, e arriverà a un punto che i nostri ragazzi un giorno non sapranno chi era Giotto, Michelangelo o Caravaggio, tanto per citarne alcuni. Questa folle decisione del nostro governo, presa per le troppe spese sostenute, farà sì che l'unica nostra fonte di ricchezza andrà perduta. E per chi, come me, é ancora orgoglioso del proprio paese, pur vedendolo andare a pezzi, non può far altro che generare una tristezza incolmabile, insieme a una rabbia per quanto sta avvenendo. Mi dispiace più che altro per le generazioni future, che perderanno una parte preziosa del nostro paese.

L'Italia cancella l'arte dalle scuole, è definitivo

La Commissione Cultura, Scienza e Istruzione della Camera dei deputati dice no alla reintegrazione delle materie artistiche nelle scuole italiane. Il Paese, spiega, non è in grado di sostenerne la spesa.

È ormai definitiva la decisione del Ministero dell'Istruzione di tagliare ed eliminare le ore dedicate alle materie artistiche negli istituti italiani. Mai più, nelle nostro Paese, si insegnerà "la grande Bellezza". Il rifiuto della Commissione Cultura, Scienza e Istruzione manda infatti in frantumi i sogni e le speranze di Maria Chiara Carrozza, attuale ministro dell'Istruzione, che aveva sottoposto alla Commissione il caso. Le 15 mila firme raccolte, tra cui quelle di molti insigni esponenti della cultura italiana, e il supporto di Massimo Bray, ministro dei Beni e delle Attività Culturali, evidentemente, non sono bastati e la Commissione ha bocciato la proposta.

Un massacro intellettuale, è il caso di dire, che ha avuto inizio nel 2008, quando la riforma del sistema scolastico, operata dall'allora ministro Mariastella Gelmini, diede inizio alla graduale eliminazione e riduzione delle materie artistiche nelle scuole italiane, poi completata nel 2010. La Gelmini, di fatto, ha cancellato gli istituti d'arte, eliminato le discipline artistiche dai bienni dei Licei classici e linguistici, ridotto le materie nei Licei artistici e cancellato la Storia dell'arte dagli istituti professionali, dove, come scrive Tomaso Montanari, "sarà possibile diplomarsi in Moda, Grafica e Turismo senza sapere chi sono Giotto, Leonardo o Michelangelo".

Un gesto che fa impallidire soprattutto perché lo studio dell'arte, introdotto in Italia dalla riforma Gentile nel 1923, è sempre stato ammirato dalle altre nazioni europee che, al modello italiano, si sono ispirate solo in epoca recente. In Francia, nel 2008, ad esempio, Sarkozy ha reso obbligatorio l'insegnamento dell'arte nelle scuole elementari, un progetto da lungo tempo accarezzato anche qui da noi, ma mai concretizzato, a dimostrazione dell'enorme divario che esiste in Italia tra le istituzioni e i cittadini.

È evidente, alla luce della decisione della Commissione, che il nostro Paese ha ancora una volta toccato il fondo. La giustifica dell'insostenibilità della spesa pubblica per tali materie è inaccettabile. In una nazione che sta puntando sull'arte e la cultura per trainare lo sviluppo e l'economia, l'eliminazione delle materie artistiche è davvero un'assurdità. È come se un Paese che voglia fare del petrolio la sua risorsa primaria, educasse i ragazzi al rispetto dell'ambiente e all'uso di combustibili alternativi.

Un controsenso o, piuttosto, un suicidio. Stiamo infatti custodendo e valorizzando, con un enorme dispendio di risorse, il capitale storico-artistico più prezioso del mondo e al contempo formando i cittadini che lo dilapideranno. Cos'altro aspettarci dall'inevitabile diseducazione delle future generazioni? Stiamo per consegnare nelle mani di un popolo devastato dalla riforma Gelmini, incapace di distinguere una chiesa gotica da una barocca, un inestimabile patrimonio culturale. Un patrimonio che noi oggi, paradossalmente, con ingenti investimenti, cerchiamo di preservare proprio per quelle stesse generazioni che potrebbero, un domani, arrivare verosimilmente a distruggerlo.

Cosa ne sarà delle bellezze e delle ricchezze dell'Italia? Difficile dirlo. Ciò che oggi rimane è solo il ricordo che tutti noi abbiamo dei tanti professori che, in un modo o nell'altro, cercarono di insegnarci la Bellezza attraverso le opere d'arte. Mai più, tra i banchi di scuola, risuoneranno i nomi di Giotto, Leonardo, Michelangelo, Caravaggio, Van Gogh e Picasso. Se sapete chi sono ritenetevi fortunati, i vostri nipoti non potranno dire altrettanto. 

Fonte: Il Mediano
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São Paulo tem educação abaixo da média do País

Paulo Saldaña - O Estado de S.Paulo
Apenas quatro redes de ensino estaduais brasileiras têm resultados superiores à média geral do Brasil, de acordo com dados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês) de 2012. A rede de São Paulo, o Estado mais rico do País, fica abaixo do Brasil na média das áreas avaliadas.

Os dados desagregados pelas redes de cada Estado são do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que trabalha com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) na realização do Pisa. A OCDE realiza a avaliação nos 34 países considerados de primeiro mundo e em outros convidados, como o Brasil.

Nesta última edição, o País ocupou 57.º lugar entre os 65 países participantes. O Brasil está entre os que mais cresceram em pontuação desde 2000, quando a prova foi criada, mas ainda não conseguiu sair das últimas posições. O índice geral leva em consideração as redes particular e pública. Quando separadas apenas as redes estaduais (que concentram 85% das matrículas do ensino médio, fase em que está a maioria dos alunos avaliados no Pisa), o cenário é mais preocupante. 

Até a rede estadual mais bem colocada no Pisa, a de Santa Catarina, com 422 pontos, ainda fica a 75 pontos de distância da média dos países ricos. A pontuação equivale a quase dois anos de aprendizado.

São Paulo. A rede estadual de São Paulo é a quinta melhor rede estadual do País, mas está um ponto abaixo da média geral do País. Apenas na área de Matemática o resultado paulista é superior à média do Brasil.

Se São Paulo fosse um país, estaria na 58.ª posição, abaixo de Brasil, Uruguai e Chile e acima somente de oito países, incluindo Jordânia, Argentina, Colômbia e Peru. A Secretaria de Educação do Estado tem como objetivo (em seu programa Educação - Compromisso de São Paulo, lançado pela atual gestão) que a educação paulista figure entre as mais avançadas do mundo até 2030, com base nos dados do Pisa. O plano é que São Paulo chegue à 25.ª posição. Se levar em consideração também a rede particular, São Paulo subiria para 54.º, com média de 415 pontos.

Para a professora Maria Izabel Noronha, presidente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), os resultados mostram uma falta de continuidade na política educacional nos últimos 20 anos. "São Paulo tem tomado medidas muito pontuais na educação, responde a questões emergenciais. Falta um plano estadual de educação, um projeto articulado", diz Maria Izabel.

A consultora em educação Ilona Becskeházy concorda que o sistema educacional ainda é deficiente em São Paulo, mas ressalta que a amostra do Pisa para a rede estadual pode, na comparação, esconder alguns aspectos positivos. "São Paulo é a rede que tem mais gente dentro da escola e mais gente no ensino médio. Fica difícil penalizar."

Análise. A Secretaria afirmou, em nota, que a análise do Pisa 2012 é feita pela Coordenadoria de Informação e Monitoramento e Avaliação (Cima). "As escolas estaduais de São Paulo são caracterizadas pelo atendimento universal, inclusivo, e que respeita a diversidade da maior rede de ensino do País, com 4,3 milhões de alunos."

A pasta refutou a comparação da rede estadual com a média geral do País, afirmando que o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), do governo federal, aponta evolução no desempenho dos alunos de São Paulo. No Ideb de 2011, o ensino médio de São Paulo teve melhora, mas os dois ciclos do ensino fundamental ficaram estagnados, com o mesmo resultado no índice de 2009.


Fonte: Estadão

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Dançando na Escola


Tipico esempio di educazione scolastica brasiliana. Ecco quello che si apprende nelle scuole pubbliche del Brasile. È ovvio che non tutte sono così, però questo fa pensare molto sui valori che danno e che ricevono i giovani brasiliani.









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Scuola: gioie e dolori


Oggi, mentre leggevo le notizie sul Corriere della Sera, ho trovato una notizia che mi ha rallegrato un poco: il governo italiano ha approvato il cosiddetto "pacchetto-scuola". Quattrocento milioni di investimenti, nuove assunzioni, borse di studio, ecc.

Aldilà della buona notizia (investire in istruzione ed educazione è forse il miglior sistema per ottenere una nazione e un popolo civile), il mio lato cinico mi fa dire che come sempre sono belle parole, ma vedremo poi i fatti come saranno. A mio modesto avviso la scuola pubblica italiana è a un livello accettabile, però manca di modernità. La considero "vecchia", sia come strutture che come metodo d'insegnamento, e penso che si possa migliorare, magari prendendo come esempio altri paesi, come la Svezia o la Finlandia, dove sembra che le scuole abbiano un sistema diverso e migliore del nostro. Ma in ogni caso penso che alla Scuola italiana una sufficienza gliela possiamo dare.

Quindi come ho detto, ero quasi contento di aver letto questa notizia, quando qualche riga più sotto, sempre nel Corriere, un altro articolo mi lascia senza parole.

È in corso un dibattito, e spero che rimanga tale, sulla reale utilità della bocciatura degli studenti. Secondo il ministro dell'Istruzione Maria Chiara Carrozza, «La bocciatura? È utile soltanto in casi rari», perché «quando si entra in una scuola, si entra per uscirne vincitori con il diploma». Quindi c'è in ballo la possibilità di veder abolita la bocciatura e far passare automaticamente lo studente per tutti gli anni scolastici fino ai 16 anni. 

Da quanto si legge nell'articolo, paesi più "avanzati" di noi (e a quanto pare con una scuola migliore) utilizzano questo sistema da sempre, o quasi, e sembra che funzioni. Ma in Italia sarà lo stesso? Forse funzionerà per uno studente finlandese, che ha idee, cultura e modi di vita diversi dal nostro, ma a un ragazzino tipico della Scuola Media italiana, se gli dici che in ogni caso passerà l'anno, pur non studiando,  pensate che avrà voglia d'impegnarsi e di mettersi a studiare? Io sinceramente ho i miei dubbi.

Io ho finito la scuola precisamente 38 anni fa, quindi di cose probabilmente ne saranno cambiate da allora. O forse gli studenti di oggi sono diversi di quelli dei miei tempi, però non credo che questo sia un modo adeguato per progredire e migliorare il nostro sistema scolastico. E ne ho la prova vivendo in Brasile. Anche qui vige la Legge "mai bocciare" e i risultati li vedo tutti i giorni.

Ne avevo già parlato in passato, ma penso che sia meglio dare una rinfrescata. Nel 1996 lo Stato di São Paulo promulgò una legge conosciuta poi come "progressão continuada" o "aprovação automática". Questa legge, varata da sociologi, insegnati e studiosi dice che non si deve MAI bocciare un alunno che frequenta la scuola dell’obbligo, anche se non studia e non sa niente, e si basa sull'idea che gli studenti, non essendo mai bocciati, migliorino l'apprendimento.

Torno a dire, come in passato, che non sono uno sociologo, ma non riesco a capire come questo metodo migliori l'apprendimento. Io vedo ragazzi di 14 o 15 anni che, solo per fare un esempio, hanno una nozione penosa in geografia o in portoghese. Aldilà di alcuni Stati dell'America Latina, conoscono molto poco il resto del mondo. In portoghese poi meglio sorvolare. Siccome qui tutti usano una "giria" da far venire la pelle d'oca, se provate a chiedere a un qualunque studente la coniugazione di un verbo difficilmente vi saprà rispondere in modo corretto. Ma in compenso conoscono a memoria tutte le canzoni di Jorge e Mateus.

Quindi essere a conoscenza di questa situazione e leggere su un giornale italiano che anche l'Italia vuole approvare quest sistema, mi ha fatto esclamare un "Oh m..da!" dal profondo del cuore. Io spero che l'Italia non si faccia influenzare da certe idee e che si, prenda esempio dagli altri Stati europei per migliorare la propria situazione, ma che invece di importare tale sistema, dalla Finlandia potrebbe far venire Babbo Natale e le sue numerose renne, certamente più utili di quest'idea balorda.
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