Visualizzazione post con etichetta Olimpiadi. Mostra tutti i post
Visualizzazione post con etichetta Olimpiadi. Mostra tutti i post

Olimpiadi 2016 a Londra?


Secondo il giornale London Evening Standard le autorità britanniche sono state consultate dal COI per un possibile svolgimento dei futuri giochi olimpici a Londra, a causa degli enormi ritardi per RIO 2016. Secondo alcuni portavoce del COI non esiste un piano B per i giochi olimpici del 2016 e, anche se l'organizzazione di Rio é stata classificata come la peggiore di tutti i tempi, hanno smentito tale notizia. Ma il giornale londinese afferma che c'é stato un incontro privato per scoprire se le istallazione dei giochi del 2012 potrebbero servire per quelli del 2016. Il presidente del comitato olimpico, Thomas Bach, ha affermato che il Brasile riuscirá a compensare tutti i ritardi. Vedremo cosa succederá tra qualche anno.

A Olimpíada de Londres-2012 foi considerada a melhor da história dos Jogos – e a capital britânica tem uma chance de repetir a dose em 2016. Tudo graças aos atrasos cada vez mais preocupantes nos preparativos do Rio de Janeiro, que têm deixado os integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) em desespero. De acordo com reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal London Evening Standard, as autoridades britânicas foram consultadas por integrantes da cúpula do COI sobre a possibilidade de Londres receber o evento de forma emergencial caso os brasileiros fracassem em seu projeto olímpico. Uma porta-voz do COI desmentiu a informação, dizendo que seria impossível repetir os Jogos em Londres. O diário londrino insiste, porém, que houve uma consulta sigilosa para descobrir se as instalações olímpicas de 2012 poderiam ser reativadas (e quanto tempo isso levaria). Muitas delas já foram transformadas – o próprio Parque Olímpico foi fechado e passou por uma enorme transformação para servir à população.
Depois de ter seus preparativos classificados como "os piores da história olímpica" por John Coates, vice-presidente do COI, o Rio de Janeiro continua sendo alvo dos dirigentes, mesmo com o discurso mais diplomático do presidente do comitê, Thomas Bach, que garante que não há plano B e que o Brasil é capaz de compensar os atrasos. A fonte ouvida pelo Standard afirmou que a situação do Rio é desesperadora na comparação com as sedes anteriores dos Jogos. "Num estágio similar, Atenas tinha concluído 40% dos trabalhos em infraestrutura e locais de competição. Londres tinha completado 60%. O Rio só fez 10%, e agora só faltam dois anos. Então o COI está pensando: 'Qual é o plano B?' Obviamente, a resposta seria voltar a Londres." A fonte, que não foi identificada, disse que a repetição dos Jogos na Grã-Bretanha é "muito improvável" no momento, pois o COI insistirá em fazer o Rio funcionar, mas seria "a coisa mais lógica a se fazer" caso não fosse possível salvar a Olimpíada brasileira.
Não seria a primeira vez que Londres se mobilizaria para salvar, de última hora, uma edição dos Jogos Olímpicos. A edição de 1908 estava marcada para Roma, mas uma erupção do Vesúvio provocou danos e prejuízos graves, deixando os italianos em situação delicada. Pouco mais de um século depois, os britânicos poderão ser acionados mais uma vez – mas sem tragédia provocada por um vulcão, só muita desorganização e muitos equívocos. A segunda edição dos Jogos em Londres também aconteceu sob circunstâncias muito inusitadas: a Olimpíada de 1948 foi realizada apenas três anos depois do fim da II Guerra Mundial, mas ainda assim foi um sucesso. Os britânicos, porém, não parecem muito animados com a possibilidade de repetir a experiência e encarar o desafio de "Londres-2016". Como as instalações olímpicas já estão adaptadas ao uso do público, revertê-las para o modo de competição seria uma empreitada caríssima. Para completar, a Vila dos Atletas hoje é ocupada por moradores da cidade – os apartamentos foram vendidos.

Fonte: Veja
Share:

Olimpíadas no Rio é “pior já vista”


Come se non bastassero i problemi con la FIFA per la Coppa del Mondo, ora anche il COI (Comitato Olimpico Internazionale) sta iniziando a preoccuparsi e a criticare il Brasile. Secondo il vice-presidente John Coates la preparazione dei Giochi di Rio del 2016 é la peggiore mai vista, peggio ancora di quella di Atene del 2004, che il COI sempre cita come esempio negativo. Quello che non capisco é: a chi é venuto in mente di dare al Brasile due manifestazioni cosí importanti come la Coppa del Mondo e le Olimpiadi? Possibile che nessuno ai vertici della FIFA e del COI si é accorto che questo paese non é preparato per eventi di questa portata? Cosa cé dietro a tutto questo? Preferisco pensare che si tratti di qualche (bel) mucchio di mazzette piuttosto che immaginare i vari presidenti, amministratori e organizzatori siano cosí ciechi e incompetenti.

Preparação das Olimpíadas no Rio é “pior já vista”,
diz vice-presidente do COI
GENEBRA - A preparação dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016 é a “pior já vista” e o Comitê Olímpico Internacional está sendo obrigado a tomar “medidas sem precedentes” para salvar o evento. Quem faz o alerta é o vice-presidente do COI, John Coates, em uma conferência na Austrália.
Ele traçou um cenário de caos generalizado no Rio e insistiu que ninguém entre os organizadores brasileiros atualmente sequer conseguem dar respostas às perguntas feitas pelo COI. Não se sabe nem mesmo quanto tempo um atleta levaria de um local a outro.
“Ninguém está sendo capaz de dar respostas neste momento”, disse. “Eles podem usar estacionamentos na vila para centros de recuperação? Quanto tempo levará de uma instalação esportiva a outra?”.
Há duas semanas, o COI promoveu uma intervenção no evento no Rio. “O COI criou uma força especial para tentar acelerar os preparativos, mas no local a situação é crítica”, disse o australiano que há 40 anos está envolvido no movimento olímpico. “(A preparação) é a pior que já vi”, disse.
Coates já esteve no Rio em seis ocasiões para vistoriar os trabalhos e insiste que a decisão da entidade foi a de intervir antes que fosse tarde. “O COI adotou um papel mais ativo, algo sem precedentes para o COI”, disse. Ele descartou a possibilidade de que a entidade deixe o Rio de Janeiro. “Não há plano B. Vamos ao Rio”, insistiu. “Temos de fazer acontecer”.
“É a pior preparação que eu já vivi”, disse. “Ficamos muito preocupados. Eles não estão prontos em muitos e muitos aspectos”, insistiu.
Coates chegou a alertar que a situação é mais grave que a da preparação dos Jogos de Atenas de 2004, uma experiência que o COI sempre citou como um exemplo negativo entre as cidades que receberam os Jogos. “Acredito que a situação é pior que em Atenas”, admitiu.
“Em Atenas tínhamos que lidar com um governo e algumas responsabilidades municipais. No Rio, existem três esferas de governo”, apontou.
Coates deixou claro que suas críticas são direcionadas ao governo. “Existe pouca coordenação entre os governos federal, o estadual e o municipal, que é responsável por grande parte das obras”, disse. “E isto em uma cidade que tem problemas sociais que devem ser abordados. Um país que também está tentando preparar a Copa do Mundo”, completou.
O COI nomeou um interventor para acompanhar as obras no Rio, Gilbert Felli, e outros dirigentes chegaram a alertar que o evento era o pior em termos de organização em 20 anos. Mas o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o Comitê Olímpico Brasileiro insistem que o cronograma das obras está “em dia”.
Paes ainda tentou justificar que a pressão ocorria por conta dos interesses de federações esportivas individuais, como a do tênis, e que pediam “coisas absurdas”. Agora, é o próprio COI que ataca o Rio.
Obras – Coates tem uma avaliação radicalmente diferente de Paes. Segundo ele, algumas das obras sequer começaram e os planos de infra-estruturas estão atrasados. O australiano ainda lembra que a cidade tem “problemas sociais que precisam ser lidados”.
O dirigente apontou que o Rio tem o mesmo número de funcionários que Londres para preparar os Jogos, cerca de 600. Mas a diferença é que faltaria experiência aos responsáveis. Outro ponto destacado pelo australiano é que o Rio conta com apenas dois funcionários no departamento que se ocupa dos eventos testes, que deveriam começar neste ano.
Fonte: Estadão 
Share:

Perdemos para isso?


Il Chicago Sun Times, un quotidiano di Chicago, ha pubblicato un articolo intitolando "We lost to this?", che tradotto diventa "Abbiamo perso per questo?", riferendosi alla scelta del COI di fare le Olimpiadi a Rio de Janeiro e le proteste di questi tempi. L'autore di tale articolo, Neil Steinberg, ha scritto una specie di "lettera" destinata al Comitato Olimpico Internazionale, chiedendo se non si sono pentiti di aver scelto Rio invece di Chicago. Lui riconosce che Chicago ha tanti problemi, ma di sicuro non ci sarebbero molotov e poliziotti lanciando gas lacrimogeno.

Sinceramente queste affermazioni mi sanno un po' di invidia e penso che le Olimpiadi in Brasile non saranno un problema in fatto di sicurezza, ma certamente in fatto di strutture inadeguate e sperpero di denaro pubblico. Il Brasile non é pronto per ricevere manifestazioni così grandi e importanti, e lo si é visto durante la Copa das Confederações e anche in parte durante la visita del Papa. Ma lo si vede tutti i giorni nei metrò di São Paulo e nelle varie rodoviarias. Certo é che le Olimpiadi porteranno in questo paese migliaia di turisti, e il Brasile dovrà darsi molto da fare per non fare una pessima figura agli occhi del mondo.

‘Perdemos para isso?’, pergunta jornal de Chicago sobre escolha do Rio para sediar Olimpíadas

  • Colunista do ‘Sun-Times’ questiona se, com os protestos, COI não estaria arrependido de dar Olimpíadas ao Rio




RIO - “Perdemos para isso?” era a manchete desta quarta-feira do jornal americano "Chicago Sun-Times", em letras garrafais sobre uma foto dos protestos no Leblon no último dia 17. Chicago também disputou, em 2009, as Olimpíadas de 2016, que o Comitê Olímpico Internacional (COI) decidiu entregar ao Rio. Lá dentro, o título é “Hora de um arrependimento olímpico”. Neil Steinberg, colunista do jornal, faz uma “carta” ao COI perguntando se este já se arrependeu da decisão de realizar as Olimpíadas no Rio. Isso porque, lembra, a entidade poderia estar agora preparando os Jogos em Chicago.

Steinberg reconhece que Chicago tem seus problemas. “Ruas de alguns bairros varridas por tiroteios todos os fins de semana. Aposentadorias prestes a quebrar o governo local. Professores demitidos aos milhares.” Ele diz ainda que, se Chicago tivesse levado as Olimpíadas, haveria muitas reclamações sobre “sediar uma megafesta para a elite do esporte mundial”.

Mas, ressalta o colunista do “Sun-Times”, não haveria coquetéis molotov nem policiais militares disparando bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha. “Aposto que nossa população não iria se sublevar contra as Olimpíadas como está ocorrendo no Brasil, que também está aborrecido com o fato de sediar a Copa do Mundo em 2014.”

Steinberg acrescenta que Chicago foi uma das cidades-sede da Copa de 1994, sem percalços. “Nossa cidade sabe como fazer isso”. Mas ressalta que faltam três anos para os Jogos e que os protestos podem acabar. “Torcemos para que seja assim”.

Ele diz não ter mágoa com o COI, mas duvida que Chicago queira “passar por tudo de novo para conseguir suas Olimpíadas bobas”. “Agora podemos sentar e ver o Brasil tentar administrar os Jogos, o que pode ser mais divertido que sediá-los.” E conclui: “Vocês podiam ter o ouro, mas se contentaram com o bronze.”




Share:

Gli dei dell’Olimpo visitano Rio!


Io non capisco se veramente la gente non pensa o se i problemi se li vanno apposta a cercare.

Hanno appena passato il testimone dei Giochi Olimpici a Rio, e il video della canzone ufficiale proposto dai quei geni della Prefettura di Rio de Janeiro è già fonte di polemica.

Ma perché associare sempre il Brasile come il paese delle spiagge, delle belle donne e del samba? Perché mostrare un fantomatico dio greco Dionisio con un bicchiere di cerveja in mano, così ubriaco da cadere a terra? Più che un promo dei Giochi Olimpici sembra uno spot turistico su Rio. Non c’è nessun riferimento ai Giochi, nemmeno una allusione a qualche sport. Ma dove cazzo hanno la testa questi signori?

Cena com homem caindo de bêbado no clipe da Rio 2016 causa polêmica

Para diretor do vídeo encomendado pela Prefeitura do Rio, trecho não denigre a imagem da capital fluminense no exterior. Comente no final

Criado para apresentar a canção-tema das Olimpíadas de 2016, o clipe “ Os Grandes Deuses do Olimpo visitam o Rio de Janeiro” tem causado polêmica nas redes sociais. Além de não fazer referência a qualquer esporte olímpico ou mesmo às transformações que a cidade está vivendo, um trecho do vídeo lançado na segunda-feira mostra um homem caindo no chão nas proximidades da Central do Brasil com um copo de cerveja na mão, como se estivesse bêbado.

O personagem é interpretado pelo artista plástico Ernesto Neto, uma das celebridades convidadas a dar vida a alguns deuses da mitologia grega no clipe. Ele, no caso, interpretou Dionísio, divindade do vinho, daí viria a lógica de sugerir a embriaguez. Entre os outros famosos que aparecem no vídeo estão Rodrigo Santoro, como Apolo, o deus do sol, e Carolina Dieckmann, como Afrodite, a deusa do amor.

Na internet, a cena gera protestos. “Um vídeo que só fala de festa e com um cara bebendo e caindo não é uma boa imagem para ninguém. Esse vídeo também deveria mostrar as pessoas trabalhando”, lamentou a internauta Luana Ramos da Costa Bravo, no iG. “O foco deveria ser as Olimpíadas e não aumentar a divulgação da imagem que o estrangeiro tem do Rio: uma cidade da gandaia, bebedeira e favela”, protestou outro internauta, Herson de Souza.

Encomendado pela Prefeitura do Rio de Janeiro, o clipe foi dirigido por Estevão Ciavatta, da Pindorama Filmes. Para ele, a polêmica é desnecessária já que a cena não denigre a cidade no exterior.

“É uma coisa teatral, o Ernesto estava representando um deus. O que é ruim para a imagem do Rio são os mendigos e a falta de educação e saúde no Brasil que faz com que o País fique em 22º nas Olimpíadas. Não é uma pessoa beber cerveja”, alfinetou, citando a posição que o Brasil ficou no quadro de medalhas nos Jogos de Londres.

Entre as críticas feitas à cena está o fato de mostrar bebida alcoólica em vídeo feito para exaltar a chegada de uma competição de práticas esportivas, geralmente associadas à saúde. Ciavatta ressaltou, no entanto, que o vídeo não é institucional e, sim, artístico.

“O trecho em questão é muito pequeno. O clipe tem outros valores passados que são tão fortes quanto. Para mim, é um clipe da alma carioca. Encarei dessa maneira. Não estou encarando como um convite ao esporte. E, sim, um convite à cidade aos deuses do Olimpo”, argumentou o diretor, marido da atriz Regina Casé, que também participa do clipe.

Procurada pela reportagem, a Prefeitura do Rio de Janeiro não se manifestou sobre o assunto. Pasta responsável pelo vídeo, a Secretaria Municipal da Casa Civil não informou como será a estratégia de divulgação e nem quanto foi gasto na produção.

A polêmica com o trecho do deus grego embriagado não foi a primeira envolvendo o clipe oficial que marca o início da contagem regressiva para as Olimpíadas Rio 2016. Torcidas do Fluminense e Botafogo ficaram indignadas com o fato de aparecerem apenas Flamengo e Vasco no vídeo. Entre as escolas de samba, só Portela e Vila Isabel foram prestigiadas, gerando reclamações de outras agremiações do carnaval carioca.

Share:

Brasil é 22º em medalhas e pode ser pior por equipe, PIB ou população


fonte: Folha.com

O 22º lugar no quadro final de medalhas de Londres já não foi nada brilhante.

Mas muito pior foi o Brasil na Olimpíada de 2012 se levado em conta o tamanho da sua delegação, da sua população e da sua economia.

Mesmo com um aumento de 44% nos repasses da Lei Piva, a principal verba de financiamento do esporte no país, o Brasil só aumentou em dois pódios (uma prata e um bronze) seu desempenho em relação a Pequim-2008.

O que significa um aumento de 13% nas premiações, suficiente para fazer a sede dos próximos Jogos subir só uma posição no quadro geral. Mas, de força intermediária no número absoluto de pódios, o Brasil vira "turma do fundão" quando se verifica sua produtividade.

Em um ranking com a divisão do número de atletas inscritos pelo número de pódios, o Brasil ficaria em 51º lugar entre os 85 países que ganharam medalhas em Londres.

Foram 258 brasileiros nos Jogos. Entre os países que mandaram aos menos 200 atletas, só Canadá e Polônia foram menos premiados.

Pior ainda é a colocação do Brasil nos rankings de produtividade por tamanho da população e pelo PIB (produto interno bruto). No primeiro, o país seria apenas o 68º, e, no segundo, o 70º. Tanto em população quanto no tamanho da economia o Brasil está entre os dez maiores do mundo.

Com a exceção das potências Estados Unidos e China, nenhum país que terminou a Olimpíada de Londres com mais medalhas do que o Brasil tem uma população maior do que a brasileira.

Oito nações que superaram o Brasil têm menos de 20 milhões de habitantes, ou população menor do que a residente na Grande São Paulo. Mesmo decadente esportivamente e com um PIB que não chega a 2,3% do brasileiro, Cuba ficou sete posições à frente no quadro, com duas medalhas de ouro a mais.

A equipe enviada pelo COB não pode se orgulhar de formar um time competitivo na maioria das modalidades. O Brasil subiu ao pódio em oito esportes diferentes, número idêntico ao registrado em Pequim, há quatro anos.

A Espanha, que ganhou as mesmas 17 medalhas que o Brasil, foi premiada em 11 modalidades diferentes. A equipe nacional não teve o gosto de ganhar uma medalha no mais nobre dos esportes olímpicos.

No atletismo, só quatro dos países que ficaram à frente do Brasil --Coreia do Sul, Holanda, Coreia do Norte e Espanha-- não medalharam no atletismo. Na natação, os brasileiros ficaram sem ouro.
Nas duas modalidades, assim como na vela, o número de finais disputadas por atletas brasileiros caiu.

PAULO COBOS
EDITOR-ADJUNTO DE 'ESPORTE'

Brasil: campeão mundial em Mortes no Trânsito (1520)
(07h43) há 3 horas
Eu não me importo muito com nosso desempenho olímpico, mas me incomoda saber que somos a 6ª ECONOMIA do planeta mas apenas o 84º colocados no Rankind de Desenvolvimento Humano da Onu (IDH) e 82º colocados no ranking de Educação da Unesco.
Este país nunca vai formar atletas se antes não souber formar CIDADÃOS.
Baba O Railly (1714)
(10h22) há 43 minutos
Ao contrário do mundo civilizado, isso aqui ainda é "terra de ín-dio". Pregui-çosos e indolentes como somos, JAMAIS IREMOS A LUGAR ALGUM. Estudo e trabalho duro, é o que faz o País avançar.Enquanto essa mentalidade do "levar vantagem" não for eliminada do "imaginário popular", não seremos nada além do que um País de acomodados.Acorda Brasil
Ademir Dalalibera (436)
(10h20) há 45 minutos
Ridiculo, se você pegar grande parte da população mal sabe assinar o nome, saúde, educação, segurança, empregos decentes inexistem , auto-estima zero, ai querem passar para o mundo a imagem de que aqui todo mundo é feliz com uma vassoura na mão, este país tem muito que se desenvolver a começar pelo povo que aceita tudo numa boa, adianta muito jogar milhões e milhões fora se de nada vai mudar o bem estar geral da população, ficam dando bolsa esmola ao invés de investir em educação e trabalho.
Alexandre Galvão (12)
(09h44) há 1 hora
O cocozinho do Neymar nem fez nada e nem esta ai pois o que importa e o salario dele de R4.000.000,00 todo mes.O que importa e talco no pe dele
Share:

Bye Bye Roma

Roma 2020, il governo dice no

Sfuma il sogno Olimpiade per la Capitale: rinuncia dolorosa ma ci sono troppe incognite e costi non chiari.

ROMA - L’Olimpiade del 2020 non si farà a Roma. Dopo un’attenta valutazione dei costi e dei benefici legati all’operazione nel suo complesso, il premier Mario Monti ha deciso che non esistono le condizioni perché il governo offra le garanzie dello Stato alla candidatura per i Giochi. In queste ore il presidente del Consiglio incontrerà il presidente del Comitato organizzatore, Mario Pescante, il presidente del Coni, Petrucci e il sindaco di Roma, Alemanno, ufficializzando una decisione che era già nell’aria da tempo. La lettera con le garanzie richieste dal CIO (Comitato Olimpico Internazionale) doveva essere presentata entro mercoledì 15 febbraio.

TROPPE INCOGNITE - Ha prevalso la considerazione che l’Italia non può permettersi un’avventura con troppe incognite e con costi non chiari. La crisi economica, il caso di Atene 2004 e i costi raddoppiati per l’Olimpiade che si svolgerà a Londra (27 luglio-12 agosto 2012) sono stati decisivi nel convincere il premier ad un no comunque doloroso, perché Monti è il primo a sapere che l’organizzazione di un’Olimpiade può rappresentare una grande occasione di sviluppo. Ma non in questo momento e non a queste condizioni. La mancata firma della lettera di impegno economico da onsegnare al CIO fa decadere la candidatura.

Il presidente del Consiglio ha spiegato: «Il Comitato Olimpico Internazionale richiede al governo del Paese ospitante i Giochi una lettera di garanzia finanziaria... tra le altre cose il governo del Paese ospitante deve farsi carico di ogni eventuale deficit della manifestazione». E ha sottolineato: «Non possiamo correre rischi».

«Tutti i ministri», ha poi spiegato Monti, «hanno partecipato alla discussione sul tema e siamo arrivati alla conclusione unanime che il governo non si sente - nelle attuali condizioni dell'Italia - di assumere questi impegni di garanzia». Monti ha parlato poi delle Olimpiadi a Roma come di una «operazione che potrebbe mettere a rischio i denari dei contribuenti, proprio mentre siamo sottoposti nei prossimi vent'anni ad un'operazione di rientro dal debito, operazione condivisa e accettata in sede europea dal precedente governo».


Francamente io trovo questa decisione saggia e coraggiosa. Pur sapendo che le Olimpiadi porterebbero dare sì dei benefici economici, ma le spese sono così alte che, in questo periodo di incertezze, è meglio non arrischiare.

bilancio
Share: