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I brasiliani non possono entrare in Italia


L'Italia dice no al Brasile, Stati Uniti, Russia, India e Israele. Nessun cittadino di questi paesi potrá, per il momento, entrare in Italia. Allo stesso modo il Brasile ha chiuso le sue frontiere fino al 31 luglio, cosí nessun turista potrá entrare nel paese verde-oro. IL MIO ALTRO CANALE YOUTUBE IN PORTOGHESE: https://www.youtube.com/channel/UCmq1... PAYPAL Se vuoi contribuire a questo canale e aiutarci a produrre piú contenuti con miglior qualitá, entra nel tuo conto Paypal e invia il denaro a questo indirizzo: franco.terracciano@hotmail.it VISITATE IL MIO NEGOZIO DI CAMICETTE: https://teespring.com/it/stores/brasi... ***************************************** I MIEI LIBRI SU AMAZON: Comida italiana fácil https://www.amazon.it/dp/152057682X Brasil-Italia: il mio blog, la mia vita https://www.amazon.it/dp/1520577214

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Perché non parlo più del virus in Brasile?


Un iscritto mi ha consigliato di parlare della situazione del corona in Brasile. In questo video spiegheró perché non ho piú voglia di parlare di questo argomento, pur sapendo che é di attualitá e potrebbe interessare a molte persone. IL MIO ALTRO CANALE YOUTUBE IN PORTOGHESE: https://www.youtube.com/channel/UCmq1... PAYPAL Se vuoi contribuire a questo canale e aiutarci a produrre piú contenuti con miglior qualitá, entra nel tuo conto Paypal e invia il denaro a questo indirizzo: franco.terracciano@hotmail.it VISITATE IL MIO NEGOZIO DI CAMICETTE: https://teespring.com/it/stores/brasi... ***************************************** I MIEI LIBRI SU AMAZON: Comida italiana fácil https://www.amazon.it/dp/152057682X Brasil-Italia: il mio blog, la mia vita https://www.amazon.it/dp/1520577214

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Situazione coronavirus del 29/03/2020


3.904 casi confermati
114 morti


Il ministro della sanità, Henrique Mandetta, ha cambiato il tono delle sue dichiarazioni sull'isolamento sociale. Mercoledì aveva adattato il suo discorso a quello del presidente Jair Bolsonaro, contrario a un isolamento più generale e favorevole all'isolamento solo dei pazienti cronici, degli anziani e delle persone di età pari o superiore a 60 anni.

Mandetta avrebbe anche suggerito la creazione di un centro di personale e attrezzature per consentire il rapido trasferimento di letti, respiratori, medici e infermieri tra gli Stati. Inoltre, ha chiesto a Bolsonaro di non sottovalutare la gravità della situazione nelle manifestazioni pubbliche. Il presidente, ha ribattuto e ha detto che avrebbe licenziato il ministro in questo caso. Il quotidiano, citando fonti, ha affermato che Mandetta non si sarebbe dimesso nel mezzo della crisi, ma ha ammesso di lasciare il ministero alla fine della pandemia, se necessario. 

"Estamos preparados para o pior cenário, com caminhões do Exército transportando corpos pelas ruas? Com transmissão ao vivo pela internet?", ha chiesto Mandetta...

Il ministro della sanità ha sottolineato che la sfida del nuovo coronavirus non ha precedenti nel mondo. E che la malattia attacca la salute, l'economia e la società nel suo insieme. E per questo motivo richiede tutte le precauzioni:

"Il conto è: questo virus attacca il sistema sanitario e attacca il sistema della società nel suo insieme. Attacca la logistica, attacca l'istruzione, attacca l'economia, attacca un numero di strutture nel mondo."

A quel tempo, il ministro della sanità ha respinto la discussione sulla quarantena verticale - solo anziani - o sulla quarantena orizzontale, che racchiude tutte le età.

Ha detto che non può essere è blocco per tutti, in tutto il Brasile. Un discorso compatibile con ciò che è stato praticato: chiunque può rimanere a casa in modo che i lavoratori nei settori essenziali possano lavorare, compresi quelli che forniscono alle città cibo e altre forniture:

"Non esiste una quarantena verticale verticale. È necessario arbitrare in un determinato momento quale grado di ritenzione dovrebbe fare una società", ha affermato il ministro.

Tutte le aziende dicono: voglio aprire, voglio aprire. Calma, perché dovremo farlo.

Sempre secondo Mandetta "il presidente ha assolutamente ragione quando afferma che la crisi economica ucciderà le persone. Le persone non sopporteranno la fame. È assolutamente giusto. E ci impegniamo al 100% a trovare la soluzione insieme al team economico. Penso che abbiamo già una formula già elaborata, ne ho già discusso. Aumenteremo, miglioreremo.", ha detto Mandetta.

Il Brasile non avrà lo stesso problema dell'Italia di sovraccarico del suo settore funerario. Questa è la valutazione del presidente dell'Associazione brasiliana delle imprese e dei direttori del settore funebre (Abredif), Lourival Panhozzi. 

"Il mio settore si ferma solo in due situazioni: se la mia gente è contaminata o se le nostre fonti di approvvigionamento sono interrotte. Se le fabbriche di materiali non chiudono, lavoreremo completamente. Se questi due fattori sono garantiti, non si verificheranno situazioni simili all'Italia in nessun caso ", ha detto alla rubrica.

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Maioria dos brasileiros não crê que isolamento social impedirá avanço da doença

Mais da metade dos brasileiros (56%) acreditam que o isolamento social não vai impedir o alastramento do novo coronavírus pelo país, segundo levantamento do instituto de pesquisa Ipsos.
A pesquisa, chamada Rastreando o Coronavírus, é um levantamento que tem sido realizado semanalmente pelo Ipsos em 14 países. Essa é a quinta edição da pesquisa.

As respostas dadas pelos brasileiros colocaram o país como quarto colocado entre as nações mais pessimistas. Ficamos atrás do Japão (onde 62% acreditam que o isolamento não vai conter o vírus), da Índia (61%) e do México (59%).
Canadá e França são as nações com mais confiança de que as medidas de isolamento terão efeito, com 34% dos entrevistados acreditando que o isolamento não conterá a doença no Canadá e 36% na França.
A Itália, apesar de ser o novo epicentro mundial da doença e ter sido o país mais afetado pelo surto da Europa, também tem um alto índice de otimismo quanto às medidas de isolamento. Por lá, somente 37% não acham que elas terão efeito.
O levantamento também foi feito no Austrália, na Alemanha, na Rússia, na Rússia, nos Estados Unidos, no Vietnã e na China.
A pesquisa foi feita online entre os dias 19 e 21 de março com cerca de 14 mil pessoas no mundo todo, com idades entre 16 e 74 anos. No Brasil foram ouvidas cerca de 1 mil pessoas e a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.
Por se tratar de uma pesquisa online, o estudo da Ipsos é representativo da população conectada, que no Brasil é 70% do total.


Direito de imagem

Quão grande é a ameaça?

A pesquisa também perguntou o quanto os entrevistados sentem que suas saúdes estão ameaçadas pela covid-19.
No Brasil, onde a curva de crescimento da doença ainda está no começo, cerca de 62% dos entrevistados dizem que, se fossem infectados, isso afetaria gravemente sua saúde.
A sensação de perigo é maior na China, um dos países mais afetados, onde 77% se sentem ameaçados pelos vírus. Depois vêm a Índia (75%) e o Vietnã (74%).
Esse índice varia bastante de acordo com o país pesquisado. Os países onde as pessoas acreditam menos que sua saúde corre sério risco por conta da covid-19 são a França (20%), a Itália (26%) e o Japão (28%).
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), havia até quinta-feira (26) mais de 480 mil casos confirmados de infecção pelo sars-cov-2 (o nome oficial do coronavírus) e cerca de 21 mil mortes causadas pela doença no mundo todo.
Na Itália, mais de 6,8 mil pessoas já morreram por causa do vírus e mais de 69 mil casos foram confirmados, segundo a OMS. Na França foram 22 mil casos e 1,1 mil mortes confirmadas. No Japão, que tem sido um dos países com maior sucesso na contenção da doença, foram 1,1 mil casos e 43 mortes.
No Brasil, os dados oficiais mais recentes do Ministério da Saúde registraram 2.598 e 63 mortos até esta quinta.

Fechar as fronteiras

Apesar de céticos quanto à eficácia das medidas de isolamento, os brasileiros, em sua grande maioria, concordam com o fechamento das fronteiras do país até que a doença seja contida: 86% dos brasileiros entrevistados se disseram favoráveis a isso.
A maioria dos entrevistados em todos os países pesquisados concorda com esse tipo de medida: há 87% de concordância no Canadá, 83% entre os italianos e 83% entre os australianos.
Mesmo nos países que menos concordam com o fechamento de fronteiras, como o Japão, a medida é aprovada por mais da metade da população. No país asiático esse índice é de 66%.
Nos EUA e no Reino Unido, a aprovação é de 73% e 74%, respectivamente.
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Demitidos por causa do coronavírus

As primeiras notícias sobre um novo vírus identificado na China, meses atrás, não preocuparam a cuidadora Jaqueline De Nicola, de 48 anos.
"Achei que nunca fosse chegar aqui no Brasil, ou ao menos que não fosse causar tantos problemas", diz. Ela confessa que não imaginava que meses depois perderia o emprego justamente em razão do novo coronavírus, agora classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma pandemia.
"De repente, fiquei desempregada. Está sendo muito difícil. Estou completamente arrasada e sem chão", relata à BBC News Brasil.
Até a semana passada, Jaqueline trabalhava como cuidadora de uma aluna com autismo severo em uma escola da rede estadual de São Paulo.
Ela prestava serviços a uma empresa terceirizada. O salário de R$ 1,2 mil era fundamental na casa em que ela mora com o marido, os quatro filhos e o neto de um ano, em Tatuí (SP).
O marido dela, de 55 anos, está desempregado desde 2018. A única pessoa com emprego fixo na família, atualmente, é uma filha do casal, de 19 anos, que trabalha na área de computação e recebe cerca de R$ 1,8 mil.
"O jeito agora é rezar, porque as contas não param de chegar. Ninguém suspendeu pagamento de água, luz ou internet", diz Jaqueline, que passou boa parte da segunda-feira (23/03) chorando, em virtude da demissão. "Não sei o que fazer agora", lamenta.
Ela conta que, ao menos, outras 215 pessoas que também trabalhavam na empresa de terceirização foram demitidas. Eles foram informados de que seriam dispensados por meio de uma mensagem de WhatsApp encaminhada pela companhia, que disse que o Estado de São Paulo havia cancelado o contrato, por não haver previsão para que as aulas retornassem.
"A partir de 23 de março, o Governo nos comunicou que não fará qualquer pagamento para a atividade de cuidador. Em função deste ocorrido, infelizmente somos obrigados a encerrar os contratos imediatamente por motivo de força maior, também a partir do dia 23", diz o comunicado da empresa terceirizada, que prometeu pagar todos os direitos trabalhistas aos funcionários dispensados.

Desemprego e informalidade

Jaqueline faz parte de um grupo que, segundo especialistas, deve crescer exponencialmente nas próximas semanas: o de demitidos em decorrência dos prejuízos causados pelo Sars-Cov-2, como é chamado oficialmente o novo coronavírus.
Nos últimos dias, Estados brasileiros passaram a adotar ações como suspensões de aulas, fechamentos de bares e restaurantes e cancelamentos de eventos para evitar aglomerações.
As medidas são adotadas para conter a propagação do vírus, que já infectou mais de 2,6 mil pessoas no Brasil e matou 63 até esta quinta-feira (26).
Medidas semelhantes foram tomadas também em outros países que enfrentam explosão de casos do novo coronavírus, como Itália, Espanha, França, Argentina e China — neste foram registrados os primeiros casos no mundo.
Para a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o mundo vai levar anos para se recuperar dos impactos da pandemia do novo coronavírus.
A entidade avalia que o choque econômico já é maior que o da crise financeira de 2008 ou a de 2001, após os ataques de 11 de setembro daquele ano.
No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), anteriores à pandemia, apontavam que havia cerca de 12 milhões de desempregados. Havia ainda, aproximadamente, 38 milhões de brasileiros em trabalhos informais.
Para associações e especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, a estimativa é de que os dados de desemprego tenham crescimento expressivo durante e após a pandemia. Os números, segundo alguns especialistas, devem passar de 20 milhões de desempregados.

Desemprego e incerteza

A técnica em contabilidade Tatiane Marques, de 41 anos, também foi impactada duramente pela crise causada pelo novo coronavírus.
Ela trabalhava havia cinco meses no setor administrativo de um restaurante e foi demitida na semana passada. "O meu ex-chefe conversou com os funcionários e explicou que como iria fechar o restaurante, não haveria faturamento e não teria como manter todos os trabalhadores", relata.
No Estado de São Paulo, o governador João Doria anunciou, no sábado (21), a aplicação da quarentena a partir da terça-feira (24). Estabelecimentos cujas atividades não são consideradas essenciais, como bares e restaurantes, deverão fechar as portas por, ao menos, 15 dias — período que poderá ser prorrogado.
Tatiane mora com os dois filhos, um de cinco anos e outro de 15. Para ir ao trabalho no bairro paulistano do Morumbi, a moradora de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, passava mais de duas horas no transporte público.
"O dinheiro que eu ganhava ali era muito importante para mim", relata a mulher, que recebia cerca de R$ 2 mil no emprego. O valor, junto com a pensão alimentícia que recebe do ex-marido, era fundamental para que ela pudesse pagar as contas da casa.
"Foi triste ser demitida. Fiquei chateada. Eu ainda não tinha a carteira assinada. Se estivesse há mais tempo lá e com a carteira assinada, poderia cumprir aviso prévio e receber seguro-desemprego. Mas não foi assim. Na minha situação, apenas recebi as verbas rescisórias e pronto", diz.
Ela conta que outros dois rapazes, que também não tinham a carteira assinada ainda, também foram demitidos. "Falaram que primeiro iriam começar as demissões por quem ainda não era registrado, porque não teria tanto encargo", relata.
Os demais funcionários do local ainda estão com o futuro indefinido. Segundo ela, o dono do restaurante não quis transformar o local em um espaço somente para delivery, como foi permitido pelo governo de São Paulo durante a quarentena. "Ele diz que não tem estrutura para isso", pontua.
Os próximos meses são incertos para Tatiane. "Não sei o que vou fazer. Além de tudo, não posso nem sair de casa, para evitar pegar o vírus", diz. Ela cogita vender pães e salgados, ao menos por enquanto, para ter uma renda extra.
"Talvez eu tente fazer isso por aqui, no condomínio em que moro. Mas não sei. Sinceramente, não sei o que vai ser daqui pra frente. Dá até desespero pensar", relata.
A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) estima que dos 6 milhões de empregados ligados ao setor no Brasil, metade deles podem ser demitidos nos próximos 30 ou 40 dias, caso os estabelecimentos permaneçam fechados.
Além disso, a entidade estima que muitos trabalhadores informais, donos do próprio negócio e que não possuem empregados, também terão dificuldades e poderão fechar as portas.
"Os bares e restaurantes estão entre os maiores empregadores do Brasil e os mais afetados por tudo isso. Os outros setores, como agricultura ou construção civil, poderão se recuperar mais rapidamente. Mas o nosso setor terá enorme dificuldade. Além disso, temos dificuldades para obter créditos no Brasil", declara Paulo Solmucci, presidente da Abrasel.
Solmucci comenta que estudos apontam que o setor de alimentação de países como Europa e Estados Unidos tem capacidade para aguentar até 16 dias com as portas fechadas. No Brasil, segundo ele, a situação é pior, pois o setor no país já enfrentava um período de baixa.
"A nossa capacidade de resistir é muito menor. Além disso, há mais de 10 dias as vendas começaram a cair muito, porque muitas pessoas deixaram de frequentar os estabelecimentos", declara. Para reduzir as demissões, ele espera que o governo federal crie iniciativas para auxiliar os proprietários de bares e estabelecimentos neste período.

Dívidas acumuladas

Os fechamentos de bares e restaurantes culminaram também no desemprego do técnico em logística Jonatas Almeida, de 26 anos. Ele trabalhava em uma fábrica de bebidas em São João de Meriti (RJ).
O rapaz, que era responsável pelo almoxarifado do local, foi dispensado em razão da queda nas vendas. "Fui dispensado no dia 13 de março. Um dos donos me comunicou que iria dispensar por corte de gastos", relata.Segundo ele, outros funcionários da fábrica também foram dispensados. "Não tinha mais venda. O caminhão de entregas não saía mais", detalha. Segundo ele, na segunda-feira (23) a fábrica suspendeu as atividades.
Casado, Jonatas era o responsável pelo sustento da casa. A esposa também está desempregada. Ele conta que está muito preocupado com a situação, pois tem dívidas a pagar até o fim deste ano.
"Eu tinha reformado a nossa casa e estava tudo parcelado, contando com o meu salário", diz o rapaz, que recebia cerca de R$ 1,3 mil.
Ele trabalhava na empresa desde agosto de 2019. Agora, planeja sacar o FGTS para ajudar a pagar parte das dívidas. Por ter recorrido ao seguro-desemprego em março do ano passado, quando saiu do trabalho anterior, ele não conseguiu acesso ao benefício desta vez.
"Acho que o governo federal deveria mudar as regras desse seguro e diminuir os critérios neste momento, porque é uma situação atípica. Isso ajudaria aqueles que ficaram desempregados", afirma.
Na Câmara dos Deputados, um Projeto de Lei prevê facilidades para a concessão do seguro-desemprego, permite a antecipação de férias e adia o pagamento de imposto do empregador e contribuições durante o estado de calamidade pública, decretado em razão do novo coronavírus.
No texto, que está em fase de análise, o seguro-desemprego deve ser concedido ao trabalhador demitido sem justa causa que comprove vínculo empregatício nos seis meses anteriores à demissão. Neste cenário, Jonatas poderia pleitear o benefício.
Após a demissão, o jovem passou a enviar currículos para diversos lugares. Na semana passada, participou de dois processos seletivos. "Fui até as entrevistas de emprego de ônibus, mas sempre com álcool nas mãos para me higienizar", diz.
Ele conta que não queria sair de casa neste momento em que os casos de coronavírus crescem cada vez mais - o Estado do Rio de Janeiro é o segundo com mais registros no país. "Mas não tenho opção, preciso ir atrás de emprego", declara. Até o momento, ele ainda não teve respostas das empresas.

'Cenário catastrófico'

Outro setor que também prevê demissões em massa é o de lojas. A Associação Brasileira dos Lojistas Satélites (Ablos) estima que cerca de 4 milhões de pessoas que trabalham na área podem ficar desempregadas, pois quase todos os centros de compras do país fecharam suas portas por tempo indeterminado nas últimas semanas.
"O cenário é catastrófico. A gente não sabe quanto tempo os shoppings e os comércios de rua vão ficar fechados. As pessoas vão ficar sem trabalhar. A população vai empobrecer", diz Angelo Augusto de Campos, membro do conselho da Ablos e dono de uma rede de loja de roupas com cerca de 350 funcionários.
"Muita gente acha que o comerciante nada em dinheiro. Mas não é verdade, principalmente porque os shoppings têm reajuste anual dos aluguéis, mesmo que as vendas não aumentem. É uma situação complicada", afirma.
Ele relata que manteve os empregos dos funcionários, mesmo tendo fechado todas as lojas da rede. "A gente quer segurar os funcionários, porque tem noção de que eles não terão fonte de renda se nós os colocarmos nas ruas. A maioria dos brasileiros não tem nenhuma reserva financeira", diz.
"Nós, lojistas, precisamos de ajuda urgente. O governo federal precisa nos ajudar de alguma forma. Como vai ser lá na frente? Vai estar todo mundo quebrado", assevera Campos.
A estratégia de manter os funcionários, ainda que em meio às dificuldades, é apontada por especialistas como a melhor forma para evitar maiores prejuízos à sociedade em geral.
"Há a chamada função social da empresa. Mandar embora um funcionário pode até resolver um problema momentaneamente para aquele patrão. Mas isso, na sociedade, gera um impacto muito ruim. Aumenta o nível de desemprego e estresse", declara João Batista Berthier, procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) do Rio de Janeiro.
"Talvez, nessa fase, as coisas possam se resolver se o empresário olhar essa questão com solidariedade. Nesse momento de crise, a melhor estratégia é a negociação coletiva. É importante conversar com os empregados ou com os sindicatos para uma solução mais ampla", pontua Berthier.
Entre as estratégias que podem ser adotadas durante esse período para evitar demissões em massa, segundo Berthier, estão o teletrabalho, férias antecipadas ou a redução de jornada e salário. "São alternativas menos onerosas e que beneficiam os dois lados", pontua.
Caso o trabalhador entenda que teve algum direito prejudicado pela empresa, poderá recorrer à Justiça.
Berthier ressalta que a legislação permite demissões sem justa causa, desde que o empregador avise com antecedência, viabilize o saque dos fundos e conceda os direitos trabalhistas ao funcionário.
"Mas e a função social da empresa nesse momento? A gente está enfrentando uma crise muito grave. Nessa situação, o empregador se vale do poder para jogar o ônus para o trabalhador. O ônus precisa ser dividido para os dois lados. Se a crise existe, o sacrifício precisa ser dividido", afirma.
Muitas empresas, porém, afirmam que não possuem condições financeiras para manter os empregados durante o período de fechamento das portas. Desta forma, optam por demissões sem tentar acordos para que possam manter os empregos.
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IL BEL GIOCO DELLA CINA!



*SCENA 1 :*
Si apre il sipario: la Cina si ammala, entra in una "crisi" e paralizza il suo commercio. Il sipario si chiude.

* SCENA II. *
Si apre il sipario: la valuta cinese viene svalutata. Non fanno nulla. Il sipario si chiude.

* SCENA III. *
Si apre il sipario: a causa della mancanza di scambi commerciali di società europee e statunitensi con sede in Cina, le loro azioni scendono del 40% del loro valore.

* SCENA IV. *
Si apre il sipario: il mondo è malato, la Cina acquista il 30% delle azioni di società in Europa e negli Stati Uniti a un prezzo molto basso. Il sipario si chiude.

* SCENA V. *
Si apre il sipario: la Cina ha controllato la malattia e possiede società in Europa e negli Stati Uniti e decide che queste società rimangono in Cina e guadagnano $ 20.000 miliardi. Il sipario si chiude. Come si chiama la commedia?

 * SCENA VI: *
 *Scacco matto!*

 Incredibile ma vero.

Sono passati due video tra ieri e oggi che mi hanno convinto di qualcosa che sospettavo, ma non avevo basi. Era solo la mia speculazione. Ora sono convinto che il coronavirus sia stato volutamente propagato dagli stessi cinesi.

All'inizio erano troppo preparati. Tre settimane dopo l'inizio del programma, erano già in costruzione ospedali da 12.000 posti letto. Li hanno davvero costruiti in due settimane.

Eccezionale!

Ieri hanno annunciato di aver fermato l'epidemia. Appaiono in video che celebrano, annunciano che hanno anche un vaccino. Come hanno potuto crearlo così rapidamente senza avere tutte le informazioni genetiche? Bene, se sei il proprietario della formula non è affatto difficile.  

E oggi ho appena visto un video che spiega come Den Xiao Ping ha dato all'ovest un mezzo bastone. 

A causa del coronavirus, le azioni delle società occidentali in Cina sono diminuite drasticamente. La Cina spero solo che quando sono scesi abbastanza li hanno acquistati. Ora le società, create dagli Stati Uniti e dall'Europa in Cina con tutta la tecnologia messa in atto da questi scambi e il loro capitale, sono passate nelle mani della Cina, che ora sta crescendo con tutto quel potenziale tecnologico e sarà in grado di fissare i prezzi a volontà per vendere tutto ciò di cui hanno bisogno in Occidente. Come stai?

Niente di tutto ciò sarebbe potuto accadere per caso. La Cina a cui importava che morissero alcuni vecchi? Meno pensioni di vecchiaia da pagare, ma il bottino è stato enorme. E in questo momento l'Occidente è sconfitto finanziariamente, in crisi e sbalordito dalla malattia e senza sapere cosa fare.

Magistralmente diabolico. Dovevano essere i comunisti. |

In aggiunta a ciò, ora sono i singoli maggiori proprietari di titoli del Tesoro USA con 1,18 trilioni di dollari che superano il Giappone.

Uno strumento che ha visto il maggior rally

Una analoga prospettiva:

Come mai la Russia e la Corea del Nord hanno un'incidenza bassa o nulla di Covid-19?

È perché sono fedeli alleati della Cina

D'altro canto gli Stati Uniti / Corea del Sud / Regno Unito / Francia / Italia / Spagna e Asia sono gravemente colpiti

Come mai Wuhan è improvvisamente libero dal virus mortale?

La Cina afferma che le drastiche misure iniziali che hanno preso erano molto severe e Wuhan è stato bloccato per contenere la diffusione in altre aree

Perché Pechino non è stata colpita? Perché solo Wuhan?

È interessante riflettere su questo, giusto?

Bene .. Wuhan è ora aperto al pubblico

Covid - 19 devono essere visti sullo sfondo della torsione del braccio della Cina da parte degli Stati Uniti nella guerra commerciale

L'America e tutti i paesi sopra menzionati sono devastati finanziariamente

Presto l'economia americana crollerà come previsto dalla Cina.

La Cina sa che NON PUÒ sconfiggere l'America militarmente dato che gli Stati Uniti sono attualmente IL PAESE PIÙ POTENTE del mondo.

Quindi usa il virus ... per paralizzare l'economia e paralizzare la nazione e le sue capacità di difesa.

Sono sicuro che Nancy Pelosi abbia avuto una parte in questo ... per rovesciare Trump ....

Ultimamente il presidente Trump ha sempre raccontato di come la GRANDE economia americana stava migliorando su tutti i fronti e i posti di lavoro stavano tornando negli Stati Uniti

L'unico modo per distruggere di nuovo la sua visione di fare dell'AMERICA GRANDE è creare un HAVOC ECONOMICO.

Nancy Pelosi non è stata in grado di abbattere Trump attraverso l'impeachment ..... quindi collabora con la Cina per distruggere Trump rilasciando un virus.

L'epidemia di Wuhan fu una vetrina.

Al culmine dell'epidemia di virus ... Il presidente cinese Xi Jinping ... indossava una semplice maschera facciale RM1 per visitare quelle aree colpite.

Come presidente avrebbe dovuto essere coperto dalla testa ai piedi ..... ma non era così.

Gli era già stato iniettato per resistere a qualsiasi danno del virus ... ciò significa che era già in atto una cura prima che il virus fosse rilasciato

La visione della Cina è quella di controllare l'ECONOMIA mondiale comprando le scorte ora dai paesi che stanno affrontando il baratro del grave ECONOMICO ..... Più tardi la Cina annuncerà che i loro ricercatori medici hanno trovato una cura per distruggere il virus

Ora la Cina POSSIEDE le scorte di All Western Alliances e questi paesi saranno presto schiavi del loro NUOVO MAESTRO ..... LA CINA.

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Bolsonaro chiede in TV "ritorno alla normalità" e fine del "confinamento di massa"



Contrariamente a tutto ciò che gli esperti e le autorità sanitarie del Paese e del mondo hanno predicato come un modo per impedire la diffusione del nuovo coronavirus, il presidente Jair Bolsonaro ha criticato, in una dichiarazione di martedì sera (24) alla televisione nazionale, la richiesta per tutti coloro che possono stare a casa.

Bolsonaro ha accusato i media di diffondere, secondo lui, un senso di "terrore"




Una volta consultato, il Ministero della Salute ha dichiarato che non avrebbe preso posizione sulla dichiarazione del presidente.

"Il virus è arrivato, verrà affrontato e passerà presto. Le nostre vite devono continuare. I lavori devono essere mantenuti. Il sostentamento delle famiglie deve essere preservato. Dobbiamo tornare alla normalità. Alcune autorità statali e municipali devono abbandonare il concetto di terra bruciata, divieto di trasporto, chiusura di negozi e confinamento. Ciò che sta accadendo nel mondo ha dimostrato che il gruppo a rischio è quello delle persone con più di 60 anni. Perché chiudere le scuole allora? ", ha dichiarato.

Secondo il presidente, "rari sono i casi fatali di persone sane di età inferiore ai 40 anni". "Il 90% di noi non si ammalerà se viene contaminato. Dobbiamo essere estremamente preoccupati di non trasmettere il virus ad altri, in particolare ai nostri cari genitori e nonni, rispettando le linee guida del Ministero della Salute", ha aggiunto.

"Una gran parte dei media è andata nella direzione opposta. Hanno diffuso esattamente la sensazione di terrore, con l'annuncio del gran numero di vittime in Italia come esempio. Un paese con un gran numero di anziani e un clima totalmente diverso dal nostro, uno scenario perfetto, arricchito dai media, in modo che una vera isteria potesse diffondersi in tutto il nostro paese ", ha affermato.

Secondo il presidente, "da ieri a oggi, parte della stampa ha cambiato il suo editoriale, chiedendo calma e tranquillità". "Questo è molto buono. Congratulazioni, stampa brasiliana. È essenziale che il buon senso e l'equilibrio prevalgano tra noi."

Dopo la dichiarazione del presidente Jair Bolsonaro, trasmessa martedì sera alla televisione e alla radio nazionale, i segretari alla salute del Brasile hanno rilasciato una lettera aperta, in cui si dicono "sconvolti" al discorso in cui il presidente fa "un tentativo di smobilitare la Società brasiliana, autorità sanitarie in tutto il paese ”.

In un'altra parte della lettera, i segretari alla salute affermano che "tutte le decisioni e le raccomandazioni del Ministero della Salute sono basate su prove scientifiche, nella realtà nazionale e internazionale e hanno cercato ispirazione nelle migliori pratiche e negli esempi di condotta di successo il mondo ".

L'ex presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) ha dichiarato martedì sera, in un messaggio su Twitter, che il presidente Jair Bolsonaro "ha ripetuto opinioni goffe sulla pandemia" del nuovo coronavirus durante un discorso trasmesso su radio e TV nazionali. Fernando Henrique ha anche affermato che Bolsonaro "ha superato il limite" quando ha parlato in opposizione alle raccomandazioni dei medici delle malattie infettive. Per il tucano, se il presidente "non sta zitto", "preparerà la sua fine".

Sempre martedì, il presidente del Congresso Nazionale, ha pubblicato una nota in cui affermava che il discorso di Bolsonaro non era "serio" e che il paese ha bisogno di "una leadership seria".

"In questo grave momento, il paese ha bisogno di una leadership seria, responsabile e impegnata nella vita e nella salute della sua popolazione."

Secondo alcuni biologi stranieri, questa dichiarazione di martedì del presidente Jair Bolsonaro, tuttavia, mostra un delirio completo di coloro che non comprendono questi concetti. Isolato, Bolsonaro contraddice non solo l'OMS ma anche i capi di stato di tutto il mondo e governatori statali, ma la sua stessa amministrazione, che, nella figura del Ministero della Salute, ha cercato di sopravvivere alle intrusioni politiche.

Fondamentalmente in tutto il pianeta, gli aeroporti, i confini, le chiese, le compagnie, le scuole, i bar e i ristoranti sono chiusi, alle persone è stato proibito di uscire in gruppo e ci sono misure di distanza sociale adottate su larga scala per evitare il peggior scenario che la pandemia può produrre . Sulle spiagge della costa di San Paolo, ad esempio, anche la polizia locale ha impedito ai surfisti di entrare in mare. Secondo gli esperti, fino a questo momento nessuno ha immunità contro il coronavirus ed è per questo che il numero di persone infette cresce esponenzialmente. Avvertono che il modo in cui Bolsonaro ha affrontato la pandemia brasiliana è catastrofico.

"Gli esperti (in Europa) pensano che ciò che fa sia abbastanza pericoloso. Cerca di evitare una crisi economica, ma può compromettere il sistema sanitario di tutto il paese. In Europa, la maggior parte delle persone lavora in ufficio e evita i contatti sociali nelle università, nelle scuole, nei trasporti pubblici, nei ristoranti, nei bar, nelle chiese ecc. Tutti gli stabilimenti sono chiusi, questo ridurrà i tassi di infezione. L'obiettivo è proteggere il sistema sanitario, gli ospedali, dal sovraccarico dei pazienti Anche così, i tassi di infezione raddoppiano ogni tre o quattro giorni ", spiega la tedesca Nadine Bongard, PhD in biologia e ricercatrice.

Da un'altra parte. l'economia brasiliana si sta dirigendo verso una recessione. Con l'impatto del coronavirus, le banche e i consulenti hanno nuovamente rivisto al ribasso le proiezioni relative all'andamento del prodotto interno lordo (PIL) e parte degli analisti ipotizza una ritrattazione dell'attività, che non si è verificata dal 2016. 

L'avanzare del coronavirus ha causato un arresto nell'economia globale e nazionale. Parte della popolazione è isolata a casa, i rivenditori hanno abbassato le saracinesche per aiutare a contenere la diffusione del virus e le fabbriche hanno dovuto interrompere o ridurre la produzione. Alla fine, il risultato di questa combinazione perversa sono i licenziamenti annunciati dalle società, che peggioreranno la situazione occupazionale nel paese.

Di fronte alla corsa del virus negli Usa - quasi 53 mila contagi e 600 morti accertati – anche Donald Trump si è dovuto arrendere alla sospensione temporanea di molte attività economiche negli Stati più colpiti, a cominciare da quello di New York. Nella speranza di “riaprire il Paese entro il 12 aprile” - perché “si perdono più persone mettendo un Paese in recessione” - la Casa Bianca è intanto corsa ai ripari, mettendo a segno un accordo con il Senato per il più grande piano di stimolo all'economia nella storia dell’America moderna.

Il pacchetto inietterà nell'economia statunitense circa duemila miliardi di dollari per fronteggiare i danni economici scatenati dall'emergenza Covid-19. Il piano prevede, tra le altre cose, l’invio di assegni diretti e indennità di disoccupazione alle singole persone, ingenti finanziamenti agli ospedali e alle imprese più colpite dalla crisi.

l piano, infatti, prevede che le persone ottengano fino a 1.200 dollari e le coppie sposate fino a 2.400, inclusi 500 dollari per ogni figlio. Il peso dell’assegno diminuirebbe gradualmente per chi ha un reddito superiore a 75.000 dollari, mentre chi guadagna più di 99.000 dollari non riceverà alcun assegno. 

Nel Regno Unito il  il premier Boris Johnson ha promesso che il governo garantirà il pagamento dell'80% dello stipendio fino a 2500 sterline al mese a tutti i dipendenti britannici costretti a casa dal coronavirus, annunciando anche un congelamento dell'Iva fino al 30 giugno (30 miliardi), aiuti alle imprese e incrementi allo schema del credito universale.

Queste cose in Brasile non esistono. Qui non esiste la cassa integrazione e chi perde il lavoro non riceverá nessun aiuto dal governo brasiliano. Si era parlato di un aiuto di 200 reais ai lavoratori autonomi ma per il momento ancora nulla di fatto. Quindi la domanda é d'obbligo: come faremo poi che viviamo in Brasile a pagare le bollette, l'affitto, fare la spesa se, data l'impossibilitá di lavorare, non riceveremo nessun reddito, nessuna entrata?

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Situazione coronavirus del 24/03/2020


1.960 casi confermati
34 morti, tra cui un uomo di 33 anni


Secondo un sondaggio fatto da Datafolha il 56% degli elettori di Bolsonaro approva quello che sta facendo contro questa pandemia, mentre il 26% disapprova:

Atuação do presidente:

  • Ótimo/Bom: 56%
  • Regular: 26%
  • Ruim/Péssimo: 14%
  • Não sabe: 3%


Atuação do Ministério da Saúde:

  • Ótimo/Bom: 64%
  • Regular: 25%
  • Ruim/Péssimo: 10%
  • Não sabe: 1%


Opinião sobre a fala de Bolsonaro de que há 'histeria' em relação ao coronavírus em %

  • Concorda: 47%
  • Discorda: 42%
  • Não concorda/Nem discorda: 4%
  • Não sabe: 7%


Está arrependido de ter votado em Bolsonaro?

  • Sim: 15%
  • Não: 85%


Allo stesso tempo il 79% dei brasiliani, con giusta ragione, pensa che l'economia del paese sará molto pregiudicata per colpa del coronavirus:

A economia será afetada pela pandemia?

  • Muito afetada:79%
  • Um pouco afetada: 16%
  • Nada afetada: 3%
  • Não sabe: 3%


O surto do coronavírus prejudicará a economia do Brasil?

  • Por muito tempo: 50%
  • Por pouco tempo: 44%
  • Não irá prejudicar: 3%
  • Não sabe: 4%


O surto prejudicará sua vida financeira pessoal?

  • Por muito tempo: 28%
  • Por pouco tempo: 45%
  • Não irá prejudicar: 24%
  • Não sabe: 3%


Sua renda diminuirá nos próximos meses por causa do coronavírus?

  • Sim: 57%
  • Não: 43%
  • Não sabe: 0%


Poderá trabalhar em casa durante o surto?

  • Sim: 46%
  • Não: 54%


E intanto, in Cina, si stanno di nuovo preccupando per nuovi casi di coronavirus. A oggi vi sono stai 78 nuovi casi, di cui 74 da persone venute dall'estero.
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Situazione coronavirus del 22/03/2020


1.128 casi confermati
18 morti
Il governo dello Stato di São Paulo ha decretato la quarantena a partire da martedí 24 marzo per 15 giorni. Saranno chiusi bar, ristoranti, shopping e negozi, con eccezione di supermercati, alimentari, mercati, pet shop, farmacie e benzinai. Attenzione peró: non é una misura restrittiva come in Italia. Qui, per il momento, stanno solo "consigliando" alla popolazione di restare a casa. Non c'é ancora un controllo ferreo con Polizia, multe o altro, almeno per il momento. E infatti qui é pieno di gente, specialmente nei supermercati.

Una brasiliana che era in vacanza in Italia ed é tornata a Rio de Janeiro, ha criticato apertamente il governo brasiliano per la scarsa preparazione e orientazione per chi torna in Brasile. "'Não passamos por nenhum ponto de controle da vigilância sanitária. Nem ao menos aferiram com um termômetro, um simples termômetro, a temperatura corporal dos passageiros", ha detto. Priscila Keller, che ha trascorso diversi giorni a Roma, impossibilitata di lasciare la città. E quando alla fine è riuscita a tornare in Brasile, da sola, dice di non aver osservato alcuna cura nello sbarco internazionale dell'aeroporto di Rio de Janeiro con il controllo di casi sospetti del nuovo coronavirus. Priscila ha anche sottolineato che molti aeroporti italiani hanno messo a disposizione dei passeggeri gel e hanno ricevuto maschere obbligatorie per salire a bordo dell'aereo. Già all'arrivo in Brasile, la mancanza di prevenzione, secondo lei, preoccupa. “Quando siamo arrivati ​​su un volo dall'Italia all'aeroporto di Galeão, non abbiamo superato alcun punto di controllo della sorveglianza sanitaria. Non hanno nemmeno controllato la temperatura corporea dei passeggeri con un termometro, un semplice termometro per conoscere lo stato di salute. Nessun assistente sociale si è preso la briga di chiedere i nostri contatti, nessun monitoraggio delle persone, da dove sono passati”, ha detto la brasiliana.

E per chiudere in bellezza, mi dispiace per gli amanti di questo genere, ma i maggiori produttori di film porno brasiliani hanno sospeso le pe produzioni a tempo indeterminato. Nonostante l'interruzione, il consumo di pornografia è aumentato con il regime di telelavoro. Pornhub ha indicato un aumento del 13% del consumo di pornografia in Brasile 
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