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martedì 20 settembre 2016


Por que o Brasil não se torna um país rico? Desde sempre ouvimos falar que o Brasil é um País abençoado por Deus: recursos naturais abundantes, desde água e terra fértil, a minério ferro e petróleo; sem grandes desastres naturais, como terremotos, furacões ou Tsunamis e com um povo vibrante e empreendedor. Sendo assim, responder à pergunta acima se torna uma tarefa tão misteriosa quanto interessante.
Existem muitas razões. Alguns falam em corrupção, outros em falta de educação de qualidade, outros culpam a cultura tupiniquim.
Para alguns economistas, o câmbio não estaria num patamar "competitivo", para outros, haveria falta de recursos para certas áreas, como infraestrutura e, para muitos, o problema seriam as instituições, isto é, as regras, normas e leis do país. O Brasil teria uma legislação tributária que massacra as empresas, uma legislação trabalhista que fomenta conflitos e litígios e, ainda por cima, seria muito fechado ao comércio e à competição internacional. Tudo isso (e mais) levaria a uma baixa produtividade do trabalhador brasileiro.
Todas as questões acima são importantes e o debate é extremamente relevante. Porém, hoje irei me limitar a ilustrar a baixa produtividade brasileira.
Para ressaltar o tamanho do problema, vamos começar mostrando uma comparação do PIB per capita, isto é, da produção de bens e serviços por pessoa no Brasil, Chile, Alemanha e EUA.
PIB per capita e variação em relação ao Brasil
Brasil
$ 11.208,00 ; --
Chile
$ 15.732,00 ; + 40,36%
Alemanha
$ 46.268,00 ; + 412,81%
EUA
$ 53.042,00 ; + 473,25%
Por que essa diferença na produção de bens e serviços por pessoa? A resposta está produtividade. Um trabalhador chileno, alemão ou americano consegue produzir muito mais durante o ano.
Então vamos à história: recentemente, me mudei para Washington-DC e, como alguém que chega num novo país, comecei a reparar nas diferenças entre o lugar que estou e o lugar de onde vim. Algumas dessas diferenças são, por exemplo, o fato de não haver frentistas nos postos de gasolina, cobradores nos ônibus ou vendedores de bilhetes no metrô. Todas as compras são feitas pelo próprio usuário junto a uma máquina.
Isso te leva à pergunta: "O que isso tem a ver com a questão da produtividade levantada pelo texto? "
Simples: todas as pessoas que utilizam um desses meios de transporte no Brasil acabam pagando mais caro para que esses empregos improdutivos ainda existam. Você paga mais caro na gasolina porque os postos têm que contratar milhares de frentistas, paga mais caro no ônibus porque as empresas têm que contratar milhares de cobradores e paga mais caro no metrô porque ele tem que contratar pessoas para vender bilhetes.
Outra pergunta que já deve estar na sua cabeça: "E os empregos? "
Essa pergunta é muito pertinente, visto que só de frentistas, há por volta de 500 mil postos de trabalho no país. Esses empregos ainda existem justamente porque há uma lei que proíbe o uso de máquinas para substituí-los.
Para respondê-la, peço que imagine o que aconteceria se o governo proibisse o uso de tratores e demais máquinas agrícolas nas plantações brasileiras. Como tratores fazem o trabalho de muitas pessoas, ao deixarem de usar essas máquinas, automaticamente milhares de vagas de emprego seriam criadas na agricultura brasileira. O problema é que os custos dos agricultores também subiriam e eles teriam de repassá-los para os preços dos alimentos, que também subiriam, o que tornaria toda a sociedade mais pobre. Assim, o importante não é apenas criar vagas de emprego, mas que tipo de vagas de emprego são criadas, se elas aumentam a produtividade geral da sociedade, ou não.
A diminuição do percentual de pessoas trabalhando na agricultura pelo uso de novas tecnologias e máquinas trouxe um aumento do percentual de trabalhadores trabalhando na indústria e nos serviços e um aumento na qualidade de vida do cidadão comum, com uma diminuição considerável no preço de diversos produtos desde alimentos a peças de roupas e itens tecnológicos.
O dinheiro que as pessoas economizariam por não terem mais de pagar por serviços desnecessários, faz com que seu poder de compra cresça, fazendo com que elas possam gastar em outros setores, com coisas que elas realmente precisam, gerando assim a necessidade de mais pessoas trabalhando nas áreas de maior demanda pela população.
Enquanto no Brasil se tenta criar emprego por meio de leis como a da obrigatoriedade de frentistas e se tenta criar riqueza por meio de leis como a CLT e o décimo terceiro, que obriga as empresas a dividirem o salário anual dos trabalhadores por 13, ao invés de 12; em Washington, com um salário mínimo de $11,50 por hora, apenas uma única hora de trabalho é o suficiente para se comprar 4 Big Macs no McDonald's e suprir as necessidades de calorias diárias. Isso mesmo, uma pessoa que recebe salário mínimo consegue suprir suas necessidades calóricas diárias com apenas uma hora de trabalho.
Uma sociedade sem frentistas, sem cobradores, sem vendedores de bilhetes de metrô e cheio de máquinas fazendo esses e muitos outros trabalhos antes realizados por homens e mulheres, também é uma sociedade em que pessoas têm acesso a carro, casa, ar condicionado, computador e smartphone, almoçam no McDonald's e tomam café no Starbucks, por mais que ainda possam ser consideradas pobres.
Algumas das principais barreiras que impedem o Brasil de se tornar rico são justamente leis e regulamentações criadas por nossos representantes em Brasília. O país é burocrático e precisa de grandes reformas, como a trabalhista, a tributária e a política. Essas reformas, no entanto, são necessárias, mas não suficientes para resolver nossos problemas. Há uma série de leis menores que garantem a ineficiência de nossas empresas e trabalhadores em relação ao cenário internacional. A maior dificuldade é que, infelizmente, muitas delas são apoiadas por parte considerável da população. Portanto, mudanças na legislação precisam ser precedidas por uma mudança no campo das ideias. Precisamos das ideias corretas para iluminar a escuridão. Mises estava certo.
Fonte: BrasilPost
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venerdì 9 settembre 2016


Prendo spunto dal mio ultimo post sulla fotografia, in cui parlo degli acquisti all’estero, per mostrare una caratteristica del Brasile che forse non tutti notano.

Il Brasile purtroppo è conosciuto anche per la sua grande disuguaglianza sociale, ma questa differenza la si trova anche nelle cose comuni, per esempio i prezzi di alcuni prodotti. Vi farò un esempio pratico.

Sto pensando di ritornare a studiare pianoforte. Ritornare perché avevo preso lezioni molti anni fa quando ero ancora in Italia. Per circa due anni andai da un maestro di musica e imparai a leggere uno spartito e a destreggiarmi sulla tastiera. Però, vuoi per pigrizia o per errori di gioventù, come dissi dopo poco più di due anni lasciai perdere. Ma come ho detto la passione per la buona musica è rimasta e ora, con qualche anno in più e con un poco di tempo disponibile, sto seriamente pensando di ritornare a studiare.

Ma come sempre qui in Brasile tutto diventa difficile.

Il primo problema è trovare un buon maestro di musica. È molto facile trovare qui in Brasile corsi di chitarra, forse lo strumento più amato e usato in questo paese. Si trovano anche corsi di “teclado”, cioè tastiera, ma imparare a suonare il pianoforte non è la stessa cosa. Il metodo, gli studi e lo strumento sono molto differenti. Quindi vi assicuro che trovare un maestro o un corso di pianoforte, dove vi insegnino, oltre alla tecnica, brani di Mozart o Chopin diventa una vera impresa. È chiaro, esistono in Brasile ottimi musicisti classici o persone appassionate per questo tipo di musica, ma in proporzione sono veramente poche.

Ma il problema principale, che è l’argomento di questo post, è comprare lo strumento.

Come ho detto esiste una grande differenza tra tastiera e pianoforte, sia acustico che digitale. Non sto qui a spiegarvele perché non é questo l’argomento principale, ma sappiate che esistono.

Ora, in Italia, se andrete in un qualunque negozio di strumenti musicali o in un sito online, tipo Amazon, noterete che una tastiera, per esempio della Yamaha, parte da circa 100 euro, mentre un buon piano digitale, sempre della stessa marca, costa dai 300 ai 400 euro. Quindi la differenza di prezzo varia dal 200% al 300%.



Qui in Brasile invece questa differenza è maggiore. Se andiamo a vedere gli stessi modelli vedremo che la tastiera mi costa quasi R$ 600 (e già qui questa differenza di prezzo non ha parole) mentre il piano mi costa quasi R$ 3.000. Quindi la differenza tra piano e tastiera è quasi del 500%.



Io penso che tra 100 e 400 euro la differenza non sia molta, ma tra 500 e 3000 si. Possiamo benissimo dire che in Italia qualunque persona possa comprare un piano digitale, mentre in Brasile diventa un prodotto di élite.

Quindi come vedete questa disuguaglianza la si nota non solo nella società, ma nella vita di tutti i giorni. Sembra che in Brasile facciano di tutto per mantenere questa divisione sociale ed economica. Il povero deve sempre rimanere povero e non può in nessun modo possedere niente di valore. Quest’idea è molto radicata in Brasile e penso che nessun governo possa cambiare la situazione. È un vero peccato, perché come dico sempre, basterebbe poco per star bene in questo paese, ma finché ci saranno condizioni come queste diventa difficile fare una vita perlomeno accettabile. A meno di non essere ricco.
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venerdì 2 settembre 2016


Eccoci all’ultima parte di questa serie di articoli sulla fotografia. Oggi parleremo sull’acquisto all’estero, inteso come acquistare un prodotto in un negozio online americano o europeo.

Chi ha seguito questi articoli avrà alla fine capito due cose:

a.       a. Non tutti i prodotti, comunemente commercializzati all’estero, sono disponibili in Brasile.
     b.  I prezzi nei negozi brasiliani sono notevolmente più cari di quelli europei o americani.

Quindi la soluzione sarebbe comprare all’estero. Peccato che non sia semplice, a volte impossibile, e per nulla conveniente. Ma vediamo il perché.

Prima di tutto il cambio non aiuta molto. Alla data di oggi il Dollaro vale R$ 3,26 e l’Euro R$ 3,66. Questo vuol dire che se un prodotto mi costa $ 100,00 o € 100,00 io lo pagherei R$ 326,00 o R$ 360,00. Ma fin qui ci arriviamo tutti. Il problema è che già a questo punto, moltiplicando il valore per tre o anche di più, il nostro acquisto non diventa così tanto conveniente. In ogni caso sarebbe già un risparmio confronto al prezzo di un negozio brasiliano.

Ma anche se decidessimo di comprare all’estero sorgono due grandi problemi.

Il primo è che nessun negozio italiano spedisce in Brasile. Può trattarsi di un vestito di Armani, una macchina fotografica o la mozzarella di bufala campana, ma non troverete un solo negozio o azienda che possa inviare il vostro desiderato oggetto di desiderio qui in Brasile.

E voi direte: “E chi se me frega! Io lo vado comprare negli Stati Uniti”. Anche qui, meraviglia delle meraviglie, la maggior parte dei negozi online americani, molti articoli tecnologici, come computer, fotocamere o cellulari, non li inviano in Brasile. Non ci credete vero? Facciamo alcuni esempi.

Immaginiamo che vogliate comprare una Nikon D750. Abbiamo visto che da Walmart in Brasile mi costa poco più di R$ 10.000. Amazon la vende per $ 1.996,95.



Facendo la conversione in Real mi verrebbe a costare oggi R$ 6.510,06. Sono tanti soldi, ma in ogni caso è quasi la metá di quello che paghereste da Walmart. Quindi decidete di comprare quest’articolo, lo aggiungete nel carrello, inserite i vostri dati e l’indirizzo brasiliano e a questo punto vi comparirà un messaggio dicendo che non può spedire in Brasile perché:

·          Amazon may be restricted from shipping to your country due to government import/export requirements.Amazon may be restricted from shipping to your country or location due to manufacturer restrictions or warranty issues.

In poche parole il governo brasiliano pone delle forti limitazioni sui prodotti importati, o come direbbero a Oxford, siete fottuti!

Lo stesso succede con altri negozi online come Adorama e B&H Photo, forse i più grandi negozi online americani di fotografia. Se andate a vedere il sito di Adorama notereste che loro possono inviare i loro prodotti nel Burundi ma non in Brasile, e questo è a dir poco assurdo.

Ma immaginiamo di trovare un negozio che possa inviare in Brasile. Qui sorge forse il più grande problema, cioè le tasse d’importazione.

Su ogni prodotto comprato all’estero il Brasile applica una tassa di valore X, che varia da prodotto a prodotto. Nel caso il valore sia superiore a $ 500,00 viene applicata una tassa pari al 50% sul valore che eccede. Facciamo un esempio: se il prodotto costa $ 800 dovrete aggiungere il 50% sopra i $ 300 che eccedono. In questo caso sarebbero $ 150. Quindi il prezzo non sarã più di $ 800 ma di $ 950. Come se non bastasse a questo dovrete aggiungere il 60% sul prezzo di vendita ($ 800). Quindi il prezzo finale sarà di 800+150+480= 1430! Ricapitoliamo: voi partite da un prezzo di vendita di 800 dollari, ma a voi, che avete la “fortuna” di vivere in Brasile, vi costerà 1.430 dollari, che moltiplicati per 3,26 fa R$ 4.661,80. Bello vero?

Io lo so che non mi credete, pensate che stia esagerando o sbagliando qualcosa. Allora fate cosi: andate nel sito di Tributado.


È un sito brasiliano dove si può calcolare le tasse e il valore finale di un determinato prodotto acquistabile all’estero. Immaginiamo che vogliate comprare quella bella Nikon D750 che abbiamo visto su Amazon. Sappiamo che non possono inviarla in Brasile, ma è solo un esempio. Le spese di spedizione si aggirano intorno ai 70 dollari.  Il sito già inserisce il valore attuale di Dollaro, Euro e Sterlina. Quindi impostiamo prima il metodo di spedizione, Posta o Corriere, poi lo Stato di destinazione (nel mio caso SP). Poi andiamo nella parte di destra e inseriamo il prezzo di vendita (1996,95) e il costo di spedizione (50). Vediamo che mi calcola già il valore in Reais, 6652,59. Sotto troviamo le tasse da pagare, che in questo caso corrispondono a R$ 3991,55. 

Totale R$ 10.644,14! 

Praticamente lo stesso prezzo che trovo in Brasile.


Quindi caro il mio fotografo, possiamo dire senza ombra di dubbio che hai scelto il paese sbagliato per esercitare questa professione. Ma la colpa di chi è? Di sicuro non dei brasiliani, ma di questo governo che preferisce mantenere un mercato totalmente chiuso a scapito di noi poveri consumatori. Evidentemente a loro, a chi comanda, sta bene così.

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martedì 30 agosto 2016


Eccoci di ritorno con un altro post sulla fotografia in Brasile. Questa volta parliamo di accessori, come flash, borse, cavalletti, filtri, ecc. È ovvio che in questo caso non posso mostrare tutto quello che si può trovare qui in Brasile. Il mercato è troppo vasto e gli articoli sono pressoché infiniti. Quindi daremo solo un rapido sguardo su questi accessori, giusto per dare un’idea all’ipotetico fotografo che decidesse di svolgere questa professione nel paese verde-oro.

Posso dire, senza ombra di smentita, che in Brasile troverete tutto quello che v’interessa. L’unico problema sono sempre i prezzi, più elevati che in Italia.

Quindi troviamo borse e zaini per fotografia che vanno dai R$ 30,00 fino ai R$ 1.000,00, flash dai R$ 400,00 fino a R$ 2.000,00 (per avere un’idea il Nikon SB700 lo vendono per circa R$ 1.800,00), batteria di ricambio a circa R$ 300,00, filtri che vanno dai R$ 30,00 ai R$ 200,00, ecc. Ma come sempre bisogna cercare bene nei vari negozi per trovare i prezzi migliori.

Un discorso che forse merita di essere approfondito sono i treppiedi. È un accessorio indispensabile per qualunque fotografico, neofita o professionista. Anche qui se ne trovano di tutti i tipi e prezzi, però se volete qualcosa di valido dovreste affidarvi a delle marche di qualità e conosciute. Tanto per fare due nomi io direi Benro e Manfrotto. Quest’ultima, italiana, forse è la più famosa marca di treppiedi e la qualità, qualunque modello compriate, è assicurata. La Manfrotto produce un’infinita di modelli di treppiedi e monopiedi, più slider e teste separate. Io prenderò tre modelli, uno base, uno intermedio e uno di alto livello.

Il treppiede Compact Light è il treppiede più leggero della gamma Manfrotto. Questo treppiedi è la naturale via di mezzo tra un mini treppiedi e un treppiede standard.





Lo 055 ridefinisce il treppiede a 3 sezioni in alluminio. Grazie alle sue dimensioni, alla sua forma, e ai materiali utilizzati, il nuovo 055 offre un livello senza precedenti di rigidezza.



Il treppiede 546GB è particolarmente rigido e stabile a due stadi. Molto adatto per i video e può portare carichi fino a 20kg.



Come vedete il problema è sempre il solito: la differenza di prezzo è molto elevata. Un treppiede che in Italia mi costa € 68,00 (ma lo si trova anche a meno) qui in Brasile ci vogliono più di R$ 300,00. E più si sale più le cose peggiorano.

Però cosa possiamo fare? Abbiamo altre scelte? Qualcuno direbbe che possiamo comprare all’estero, ma di questo ne parleremo nell’ultima parte di questa serie di articoli, e vedrete che anche in quel caso, grazie a certe assurde leggi d’importazioni brasiliane, comprare qualcosa in un negozio europeo o americano non è affatto conveniente.


Alla prossima!
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venerdì 26 agosto 2016


Vediamo ora cosa offre la Nikon qui in Brasile. Iniziamo col dare perlomeno una buona notizia: nel catalogo ufficiale italiano e brasiliano troviamo gli stessi modelli di macchine fotografiche, 16 per la precisione. Addirittura nel caso degli obiettivi troviamo 102 modelli in Brasile contro 92 in Italia. Evidentemente la politica della Nikon é diversa da quella della Canon. Quindi l’appassionato di questa marca troverà in Brasile tutto ciò che desidera, aprendo però per bene il portafoglio.

Visto che alla fine i modelli sono identici nei due mercati, andiamo a prendere tre fotocamere reflex: una di base, una intermedia e un top di gamma.

Iniziamo dalla D3200, una entry-level ma che offre caratteristiche interessante, come un sensore CMOS da 24,2 megapixel, possibilità di registrare video in Full-HD con risoluzione di 1,920x1,080 / 30p e tante altre belle cose. Il prezzo ufficiale in Brasile é di R$ 2.799.00m (da Americanas viene venduta a R$ 1959,00) mentre in Italia € 389.00. Per la verità é ormai un modello già vecchio, sostituita dalla D3300 e, prossimamente, dalla D3400, con uscita prevista a settembre. Quest’ultima, non essendo ancora commercializzata in Italia (ma ormai manca poco) viene venduta negli USA a $ 649,00, quindi tanto “entry-level” non é, ma essendo un prodotto nuovissimo é normale che il prezzo sia alto.

Obs: essendo un modello ormai superato sono riuscito a trovarlo solo su eBay. Ma per avere un’idea, la D3300, il modello successivo della D3200, su Euronics costa € 399,00 (R$ 1.969,00 in Brasile).



Un modello intermedio potrebbe essere la D750. Gran bella macchina a mio parere. Sensore Full-frame, velocità di scatto in sequenza fino a 6,5 fps e registrazione di filmati Full HD a 1080/60p. ovviamente qui saliamo molto di prezzo. In Italia la si trova a circa € 1.600,00 solo corpo, cioè senza obiettivo. In Brasile come al solito si esagera e il prezzo stimato è di R$ 12.999,00 (nel sito di Walmart il prezzo è di R$ 10.418,21).




A questo punto siamo tutti curiosi di vedere cosa offra e quanto costi il top di gamma. In questo caso stiamo parlando della D5, una macchina enorme, pesante ma con caratteristiche degne del suo livello, come sensore full-frame, velocità fino a 12 fps, video in 4K, ecc. Il prezzo suggerito dalla Nital, distributore ufficiale Nikon in Italia, è di € 6.990,00 ma la si può trovare in alcuni negozi a circa € 5.000 (ovviamente parliamo senza obiettivo). Senza far commenti posso dire che in Brasile la stessa fotocamera costa R$ 35.999,00 (anche qui, andando a cercare si trova a un prezzo inferiore).




Per quanto riguarda gli obiettivi originali Nikon, essendo parecchi modelli, penso che non serva dare i prezzi solo di alcuni, perché la scelta è molto ampia. Basti solo dire che in Brasile i prezzi vanno dai R$ 549,00 del modello base, equipaggiato per esempio sulla D3200, un piccolo zoom 18-55, fino ai incredibili (non trovo un aggettivo adatto) R$ 107.999,00 di un Tele 800mm! In Italia questi due modelli li trovate rispettivamente a meno di € 100,00 per lo 18-55 e circa $ 17.000,00 (non è venduto in Italia) per il 800mm.





In ogni caso, comprando per esempio come corpo macchina la D750, che come abbiamo visto è di tutto rispetto, insieme a un obiettivo come, per esempio, lo zoom 17-50 f/2,8, diciamo un obiettivo tuttofare ma di buona qualità, in Italia spenderemmo circa 1800/1900 euro, mentre in Brasile siamo intorno ai R$ 21.800. Torno a dire, aldilà del cambio, è sempre una grossa differenza.

Bene, abbiamo dato una piccola visione al mondo Nikon. La volta prossima parleremo degli accessori, come flash, treppiedi, borse o altro. Rimanete collegati!



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giovedì 25 agosto 2016


Facciamo una piccola pausa sulla fotografia e andiamo a leggere questo articolo apparso sulla edizione brasiliana di Huffington Post. Non é il mio giornale favorito. Non lo trovo per nulla serio, con molti articoli quasi stupidi, dove si parla quasi solamente di femminismo, razzismo, sesso e altri argomenti tanti cari ai lettori brasiliani. Ma ogni tanto pubblicano qualcosa d'interessante, come questo articolo di Marjorie Rodrigues. Lo so, le Olimpiadi sono finite, peró il testo vale anche in questo tempo.

Nada pode ser mais representativo do complexo de vira-lata do brasileiro do que a reação à matéria do New York Times sobre o biscoito de polvilho.
Convenhamos: o jornalista não falou nenhuma mentira. Biscoito Globo é oquei, mas não é nenhuma maravilha de comer gemendo. Não é nenhum bacon, nenhuma picanha.
É só um biscotinho de ar esfarelento que o carioca cresce comendo e por isso tem gosto de infância, tal qual aqueles salgadinhos "de isopor" (que talvez as crianças de hoje nem comam mais) e a pipoca do saco cor-de-rosa (quer coisa mais mequetrefe do que aquilo? Mas, se jogar na minha frente, como o saco inteiro).
Todos os povos têm guloseimas que parece ser preciso nascer no lugar pra gostar: os australianos têm Vegemite, os holandeses têm Drop e por aí vai.
Mas tão sedentos são os brasileiros pela aprovação dos americanos e europeus do Oeste (brasileiro nenhum está preocupado em como Bulgária, Lituânia e Eslovênia os enxergam, né? O lance é só com os colonizadores) que uma matéria dizendo que biscoito de polvilho não tem nada demais vira uma celeuma.
O povo fica ofendidíssimo, machucadíssimo, revoltadíssimo, #somostodosbiscoito.
O despeito da maior parte das reações demonstra a sede de aprovação: "quem esse americano pensa que é? Eu nem ligo pra opinião dele mesmo".
Amigo, se não ligasse, não teria passado dois dias só falando disso nas suas redes sociais. Simplesmente daria de ombros porque o que importa é que você gosta do biscoito e o que as suas papilas gustativas sentem ao comê-lo.
Mesma coisa aconteceu quando Jamie Oliver não gostou de brigadeiro. Que diferença faz na sua vida um estrangeiro não gostar de comer o que você gosta?
Por que você toma essa diferença de paladar como uma ofensa pessoal? Bingo: porque você queria muito ser aprovado pelo gringo e te machuca não sê-lo.
Se Jamie Oliver tivesse eleito brigadeiro como o melhor doce de todos os tempos, mesmo brigadeiro não passando de leite condensado misturado com achocolatado e havendo muitos doces mais sofisticados inclusive na própria culinária brasileira, certeza que todo mundo teria compartilhado o link do elogio com o maior orgulho e sem a menor autocrítica.
Afinal, é Jamie Oliver, ele sabe do que está falando.
Outro grande exemplo de complexo de vira-lata é o imbróglio do nadador americano que alegou ter sido assaltado. Não passa de um frat boy mimado que ficou bêbado e saiu fazendo arruaça num posto de gasolina.
Aí parece que o segurança do estabelecimento sacou sua arma e o obrigou, ele e os amigos, a pagar uma "caixinha" pela arruaça provocada. O americano inventou para a mãe que foi assaltado, provavelmente pra não ter que assumir que estava fazendo arruaça.
Além de fratboy mimado, o tal moço e sua família gostam de um holofote, até reality show já fizeram, então a mãe viu nisso uma oportunidade de choramingar para a imprensa que o coitado do filhinho estava sofrendo com a violência do Brasil.
Chamaram o moço para dar entrevista e ele manteve a mentira, afinal, nessa altura do campeonato, desmentir ficaria chato e pessoas são assaltadas todos os dias no Rio-- o que poderia dar errado, não é mesmo?
Acabou que virou uma questão diplomática, pois ao perceber que a história do cara era inconsistente, a polícia deu um duplo twist carpado na chance de salvar sua reputação diante dos gringos. E, de novo, redes sociais em polvorosa, povo ofendidíssimo.
Mas, vem cá: independentemente do nadador americano ter ou não ter sido assaltado, não é verdade que assaltos ocorrem no Brasil todo santo dia? Outros atletas foram roubados, inclusive.
Provar que, neste caso específico, o cara estava mentindo não vai fazer absolutamente nada pela reputação do Brasil em relação à violência, que já é ruim.
Merecidamente ruim, aliás, pois os brasileiros infelizmente se acostumaram (tiveram que) a níveis inaceitáveis de violência.
O americano e o europeu médios já pensam que isso aqui é bagunça e não é de hoje. Tanto que, aqui na Europa, ninguém está nem aí para essa história. Só os brasileiros acham que isso vai fazer uma grande diferença na imagem da nação.
Claro que a mídia sempre faz a violência parecer muito pior do que é na realidade, mas isso ocorre internamente também.
Quando visitei o Rio pela primeira vez, por exemplo, meu pai ficou super-apreensivo: de tanto assistir Datena, criou a ideia de que o Rio é um festival de bala perdida.
Engraçado que quando Cidade de Deus e Tropa de Elite ganharam prêmios em festival internacional de cinema, todo mundo achou lindo (afinal, era aprovação de gringo), mas se os mesmos gringos depois dizem que o Brasil tem violência e instituições corruptas, aí a gente fica ofendido e quer que eles pensem que não é bem assim?
Lógica, quedê?
Mas o pior do que vi nas redes sociais nessa época de Olimpíada foi o anticomplexo de vira-lata. Gente justificando grosseria e falta de educação, como se fosse combate ao imperialismo americano e colonialismo europeu. Como este post, que viralizou:

Fiquei chocada com tanta gente aplaudindo a grosseria gratuita dessa moça! Se ela parou para falar com o cara, gastou seu tempo para isso, o que custava ser gentil e ajudá-lo, já que arranhava um pouco de inglês?
Sim, arranhava, pois cometeu dois erros crassos só nesse post... Portanto, se ela mesma não é obrigada a falar inglês perfeitamente, por que o turista teria que falar português fluentemente também?
É de bom tom aprender algumas palavrinhas do lugar que você visita, claro, mas aprender uma língua a ponto de conseguir se comunicar bem leva muito tempo, esforço e dinheiro.
Imagina brasileiro não podendo mais visitar Buenos Aires só falando portunhol? Ou não poder ir mais pra Disney com inglês quebrado?
A partir de hoje, pra passar lua de mel nas ilhas gregas tem que aprender grego antes! Pra fumar maconha em Amsterdam tem que dominar o holandês!
Basicamente, ninguém vai mais a lugar algum. Que idéia mais estapafúrdia... Só espero que um dia ela precise de ajuda, surja alguém podendo ajudá-la e resolva não fazê-lo, para ela ver o que é bom.
Felizmente, em minhas viagens, nunca me deparei com uma pessoa assim. Até com mímica já fui ajudada, porque quem quer ser gentil faz isso da melhor maneira que conseguir.
Patriotismo jamais deveria passar na frente da obrigação de sermos bem-educados com as pessoas, seja quem for.
Outra coisa que denota uma falta de empatia desgraçada é que ela nem sabe de onde vinha esse turista. Talvez inglês não fosse sua primeira língua, e ele já estivesse fazendo esforço para se comunicar em inglês -- língua que, ela gostando ou não, já é o idioma internacional do turismo.
Tarde demais, Juliana. Tua grosseria com o tal turista não vai mudar esse fato.
Também houve quem dissesse que as pessoas que reprovam vaias para desconcentrar o time adversário só fazem isso por complexo de vira-lata, porque ficam com medinho dos gringos nos acharem malcomportados.
Ora, se você acha que só precisa se comportar com educação e empatia quando quer impressionar os outros, você é parte do problema cultural de que estamos falando.
Se você não vê problema em levar vantagem numa situação porque fez algo para prejudicar seu oponente, você é parte do problema cultural de que estamos falando.
Se, quando te apontam que seu comportamento foi grosseiro, em vez de refletir sobre seu comportamento, você se justifica dizendo que outros fazem igual ou pior ("Mas e os Hooligans? Mas e os europeus que jogam banana no campo?"), se esquivando de melhorar e nivelando tudo por baixo, você é parte do problema cultural de que estamos falando.
"Ah, mas isso é Brasil!" Sim, mas é o que o brasileiro tem de pior. Se parar pra pensar, essas três atitudes estão por trás de muita coisa que vai mal no País. Não adianta nada sair na rua de camisa verde e amarela, pedindo o fim da corrupção, e depois não ver nada demais em levar vantagem de formas escusas em outras situações, como num evento esportivo.
"Ah, mas brasileiro não chama jogador chinês de Yakissoba e China in Box por mal, ele só acha engraçado." Acha engraçado porque é mal/pouco educado. Não enxerga que a piada é racista porque é mal/pouco educado.
Já passou da hora de se educar. Não me peça pra ter orgulho disso, porque não dá, não. Quando alguém não sabe se comportar, a gente só pode sentir vergonha alheia. E essa vergonha não é complexo de vira-lata.
Afinal, quando a atitude é vergonhosa, que outro sentimento se pode ter além de vergonha?

Fonte: BrasilPost
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mercoledì 24 agosto 2016


Nella parte precedente abbiamo parlato in modo approssimativo del mercato fotografico in Brasile. Ora entriamo un poco nello specifico andando ad analizzare alcune marche.

Iniziamo dalla Canon. Già andando a vedere la pagina ufficiale si nota qualcosa di strano. In quella brasiliana si trovano 11 modelli con prezzi che variano da R$ 2.499,99 fino a R$ 42.999,99:


mentre in quella italiana i modelli sono 30 e i prezzi da € 389,99 a € 3,199,99.


Da qui si deduce che alcuni modelli, normalmente commercializzati in Italia non sono disponibili in Brasile (e giá questo lascia un po’ interdetti).

Per la verità i prezzi delle Canon in Brasile sono minori di quelli ufficiali. Nel sito di Americanas, per esempio, una Canon EOS T5i (che in Italia si chiama EOS 700d, ormai vecchia, del 2013) costa R$ 2.485,00.















Andando invece a vedere in Italia su Fotodigit, uno tra i migliori siti di fotografia, la troviamo a € 454,00.


Questo per il modello base, diciamo per fotografi dilettanti o per chi non vuole spendere cifre astronomiche per un apparecchio fotografico (in ogni caso stiamo parlando di fotografi professionisti). Immaginiamo però che uno voglia comprare una buona camera professionale, magari full-frame. Un’ottima scelta potrebbe essere la EOS 5Ds R. In Brasile, sempre da Americanas, la troviamo a R$ 16.899,00 solo corpo, cioè senza obiettivo. In Italia lo stesso modello mi costa € 3.502,00.



Ovviamente potremmo fare questa comparazione per ogni modello ma sarebbe inutile. Il risultato finale sarebbe sempre lo stesso, e cioè che qui in Brasile, oltre ad avere un catalogo minore, i prezzi sono notevolmente più cari, aldilà del cambio Euro/Real.

Ma una reflex senza un buon obiettivo non serve a niente. Andiamo allora a vedere qualche lente da aggiungere alla nostra bella fotocamera. I migliori obiettivi originali Canon sono quelli della serie L, facilmente riconoscibili da una fascia rossa vicino alla lente. Ovviamente sono anche i più cari, però la qualità è indiscutibilmente migliore di quelli standard. Per rendere le cose più semplici ho fatto una piccola tabella con alcuni di questi obiettivi e il prezzo di vendita in Brasile e in Italia (per il Brasile questa volta ho scelto il sito Metie Fotografia mentre per l’Italia Fotodigit).

MODELLO
PREZZO BRASILE
PREZZO ITALIA
Canon EF 50mm f/1.2L USM
R$8.546,00
€ 1.355,00
Canon EF 24-70mm f/2.8L II USM
R$8.800,00
€ 1.803,00
Canon EF 16-35mm f/2.8L II USM
R$6.945,00
€ 1.432,00
Canon EF 8-15mm f/4L USM
R$6.390,00
€ 1.202,00
Canon EF 70-200mm f/2.8L IS II USM
R$9.999,00
€ 1.249,00
Canon EF 300MM F/2.8L IS II USM
R$26.699,99
€ 5.279,00

Per quanto riguarda gli obiettivi standard, cioè non della serie L, la situazione è praticamente la stessa:


MODELLO
PREZZO BRASILE
PREZZO ITALIA
Canon EF-S 18-55mm f/3.5-5.6 IS STM
R$508,00
€ 255,00
Canon EF 50mm f/1.8 II
R$599,00
€ 130,00
Canon EF 75-300mm f/4-5.6 III
R$550,00
€ 105,00
Canon EF-S 55-250mm f/4-5.6 IS II STM
R$799,00
€ 120,00
Canon EF-S 10-18mm f/4.5-5.6 IS STM
R$1.316,00
€ 275,00
Canon Macro EF USM f/2.8 de 100mm
R$2.835,00
€ 494,00

E se invece di un obiettivo originale Canon volessimo un modello equivalente ma di un’altra buona marca, come Tamron, Tokina o Sigma? Pensate che cambi qualcosa?

MODELLO
PREZZO BRASILE
PREZZO ITALIA
Sigma 15mm f/2.8 EX DG
R$3.752,00
€ 660,00
Sigma 17-50mm f/2.8 EX DC
R$2.150,00
€ 310,00
Tokina AT-X M PRO D 100mm f/2.8
R$2.750,00
€ 383,00
Sigma 70-200mm f/2.8 EX DG APO
R$5.034,00
€ 1.087,00
Tamron AF 17-50mm F/2.8 XR Di II LD
R$1.899,90
€ 275,00
Tamron 70-300mm F/4-5.6 Di Ld
R$1.279,00
€ 342,00

L’unica differenza che tali marche sono difficili da trovare e la scelta è molto limitata.

Sugli accessori, come flash, borse e altro ne parlerò in un post dedicato. Il prossimo sarà sulla Nikon, anche se come avrete capito non sarà molto differente dalla Canon come prodotti presenti e prezzi.

Una cosa che tengo a sottolineare è che questo post, come altri in futuro o quelli già scritti in passato, non ha lo scopo di dire: “Guardate come sono care queste cose in Brasile!” ma vuole essere una piccola guida su quello che può realmente trovare un povero straniero venendo a vivere in questo paese. E ovviamente i prezzi possono variare da negozio a negozio. È chiaro che a volte si ha la fortuna di trovare una buona offerta, ma questa non la vado a prendere in considerazione, dato che sarebbe a tempo limitato. E, sempre chiaramente, non posso andare a vedere tutti i negozi online italiani e brasiliani. Per questo basta fare una semplice ricerca su, per esempio. Trovaprezzi in Italia e Buscapé in Brasile.

Alla fine parleremo anche della possibilità, in realtà remota, di comprare all’estero, esempio in qualche negozio online degli Stati Uniti, e qui troverete delle belle sorprese (ma in lato negativo). Per il momento aspettate di leggere il prossimo capitolo sulla Nikon.


A presto!
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