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lunedì 14 gennaio 2019


A novela Cesare Battisti, ao que parece em seus capítulos finais, caminha para um desfecho de saldo vexaminoso para a imagem do Brasil.

Condenado na Itália à prisão perpétua por quatro homicídios nos anos 70, o terrorista italiano viveu na última década por aqui graças à benevolência dos governos petistas.

Foragido da Polícia Federal no Brasil e condenado na Itália, ele foi o pivô de uma polêmica que se arrastou por anos 

Recebeu o status de refugiado do ex-presidente Lula, hoje um preso condenado pela Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro. Com a proteção garantida, Battisti construiu uma vida em solo brasileiro.

Desfilava tranquilamente pelas ruas de Cananeia, no litoral paulista. Teve um filho com uma professora brasileira. Vestindo a camisa do Corinthians, declarou à Folha em 2017 que não havia razões para fugir, muito menos para a Bolívia —pouco antes, fora detido na fronteira sob acusação de evasão de divisas por carregar mais de R$ 10 mil em espécie.

“A minha arma para me defender não é fugir. Estou do lado da razão, tenho tudo a meu lado”, disse ao repórter Joelmir Tavares na ocasião.

Um ano e dois meses depois daquela entrevista, a casa caiu para Battisti. O STF autorizou sua prisão e a extradição para a Itália foi assinada pelo então presidente Michel Temer.

Perdeu quem apostou que o constrangimento de mais de dez anos para o Brasil havia chegado ao fim.
Battisti deu um olé (digno de bons craques do seu clube de coração no Brasil) na Polícia Federal nos últimos 30 dias. Como contou a repórter Camila Mattoso, ele despistou a polícia, que tentou procurá-lo, em vão, até em um barco no rio Amazonas.

Foi preso pela polícia da Bolívia nas ruas de Santa Cruz de La Sierra. O presidente Jair Bolsonaro montou uma operação para trazê-lo ao Brasil, nem que fosse por alguns minutos, e exibi-lo como troféu. O ministro Augusto Heleno, do GSI, anunciou que um avião da PF havia sido deslocado para buscar Battisti. A Itália atropelou e o levou da Bolívia.

Depois de abrigar um terrorista, o Brasil não impediu sua fuga do país e ainda teve de engolir a expulsão pelo vizinho. Um vexame completo.

N.B. Vexame lo possiamo tradurre come affronto, fare una pessima figura.

Fonte: Folha.com

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mercoledì 9 gennaio 2019


In Brasile si puó vivere bene? Questa é la domanda che mi sono posto oggi. Ogni tanto si trovano su riviste o internet statistiche interessanti. Io giá una volta avevo pubblicato un video parlando sulla violenza in Brasile, mostrando quanti omicidi, furti o altro avvengono in un determinato anno. Sono numeri che spaventano, specialmente a un italiano. Questa volta ho fatto una cosa simile. Ho trovato un articolo su Super Interessante, una rivista brasiliana, e ne ho discusso in questo video. Ma con una differenza.
Sono partito dal presupposto che si, questi numeri sono veri e da spavento, ma questo non significa che vivere in Brasile sia cosí pericoloso come si pensi. In quasi dieci anni che vivo qui non mi è mai successo niente, quindi se avvengono cosí tanti omicidi, furti e assalti, com’è possibile? Sará solo fortuna? Sicuramente un briciolo di fortuna non guasta mai, ma io penso che l’importante sia evitare alcuni atteggiamenti e situazioni che potrebbero creare dei problemi.
Inoltre tutti i dati citati si riferiscono principalmente a guerre fra delinquenti, polizia e in quartieri poco raccomandabili. Quindi questa nomea di “Brasile Violento” sí, è vera, ma vi posso assicurare che si puó vivere in questo paese senza troppi problemi. O meglio, i problemi ci sono e vivere qui non è facile, ma non ha a che vedere con la violenza o con i numeri di morti che possiamo trovare.


LINK DELLA RIVISTA: https://goo.gl/ioQeD1


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lunedì 7 gennaio 2019


I dati sono di qualche anno fa, ma anche cosí sono da paura.

O Brasil teve 59 mil assassinatos em 2015. Dez anos antes, eram “apenas” 48 mil. São mais homicídios do que os 52 países listados no mapa. Mas 52 é um número grande demais, e essa lista inclui muitos países pequenos e ricos, você pode argumentar, e com razão. Certamente incluir a achocolatada Suíça (57 assassinatos em 2015) ou o endinheirado Grão-Ducado de Luxemburgo (QUATRO em 2014) deturparia a quantidade de nações comparadas. Além disso, somos um gigante de 8,5 milhões de quilômetros quadrados e 207 milhões de habitantes. Não seria injusto comparar com esses países pequetiticos? Até mesmo a França, que tem um dos maiores territórios da Europa, é do tamanho da Bahia, apenas o 5º maior estado brasileiro.

Então tome o continente inteiro de uma vez. A Europa tem 10,1 milhões de quilômetros quadrados, área um tanto maior, mas ainda assim comparável à do Brasil. Mas são 743 milhões de pessoas – muito mais do que aqui. Ainda assim, o continente inteiro teve 22 mil assassinatos no último ano contabilizado. O Brasil (com uma população mais de três vezes menor), teve quase o triplo.

Ok, mas é Europa. O continente que parece ter aprendido com suas intermináveis guerras desde que Adolf Hitler foi sorrir no inferno. O continente que se tornou, salvo guerras regionais aqui e atentados terroristas acolá, um lugar pacífico. Esqueça um pouco a xenofobia e os nacionalismos recentes. Pense no continente dos carrinhos pequenos, das bicicletas, vielas medievais, waffles, baguetes, chocolates, vinhos, cervejas, queijos, praias (artificiais ou não) de nudistas, música eletrônica controversa, direitos humanos mais respeitados que a média, Bjork, príncipe Harry, Lego. Lego, caramba! Comparar com o Brasil? Fala sério.

Então pegue a Indonésia. Maior país de maioria muçulmana do mundo, 1,9 milhão de quilômetros quadrados, 253 milhões de almas. Um arquipélago grande, populoso e pobre: ainda assim, foram 1,2 mil assassinatos em 2014. Se for comparar conosco, não dá para o gasto: basta o Espírito Santo de 2016 para chegar ao mesmo número.

E os Estados Unidos, cheio de crimes, atiradores compulsivos, nacionalistas raivosos e repressão policial? Foram 15,7 mil homicídios em 2015, em um território de 322 milhões de humanos. Isso dá 4,8 por 100 mil habitantes. No Brasil, 28,9 – é como se alguém de Lagarto (SE), Assis (SP) ou Iguatu (CE) convivesse com o fato de que 30 moradores da cidade foram assassinados no último ano.

Mas calma, você ainda pode argumentar que os dados de muitos países são menos confiáveis que os do Brasil. Esse mapa mesmo inclui a Líbia, país dilacerado pela guerra desde 2011. As 156 vítimas no país em 2015 foram consideradas alheias ao conflito, mas, ainda assim, pode-se torcer o nariz para o dado. Mas é também justamente pela dificuldade em quantificar esses crimes em um cenário belicoso que as guerras não entram na conta. Afinal, guerra é outra coisa. O último dado disponível da Síria é de 2010, antes da guerra: 463 assassinatos, taxa de 2,2 por 100 mil. Naquele ano, o Brasil teve 53 mil, com taxa de 27,8.

Em tempo, a Guerra Civil da Síria já matou, na média das estimativas, 350 mil pessoas, o que pode colocá-la na lista das 100 matanças mais mortíferas da história.

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), que agrega os dados de todos os países, define o seguinte: “Dentro da grande gama de tipos de morte violenta, o elemento primordial do homicídio intencional é sua completa ligação com o perpetrador direto, o que consequentemente exclui mortes causadas por guerras e conflitos, mortes autoinfligidas (suicídio), mortes devido a intervenções legais ou motivos justos (como autodefesa, por exemplo) e mortes quando houve negligência do perpetrador mas este não tinha a intenção de tirar uma vida (homicídio não intencional).”

Guerras postas de lado, voltemos à violência urbana e rural. O mapa ainda tem Rússia, país que não é lá um sinônimo de paz. Foram 16,2 mil assassinatos em 2015, uma taxa de 11,3 mortes do tipo a cada 100 mil pessoas. Já a gigante China, com seu 1,3 bilhão de habitantes, registrou 10 mil homicídios em 2014 – mas, aqui, cabe a ressalva de que, apesar da queda expressiva de crimes nos país nas últimas décadas, os números oficiais são enganosos. Assassinatos ocorridos juntamente com roubo ou estupro podem ser descartados da estatística.  Ainda assim, os números chineses precisariam ser 36 vezes maiores para se equipararem aos brasileiros.

Se for ver com lupa, quase todo mundo vai ter asterisco e nota de rodapé. Metodologias que podem variar um pouco, burocracias falhas, corrupção governamental. Só que o problema é que mesmo se duvidarmos dos dados de todos os países, o Brasil tem tanta vantagem nesse terrível ranking que fica difícil demais contra-argumentar. Você pode fazer variações do mapa. Tem uma no Reddit que troca os Estados Unidos por um punhado de nações na África Subsaariana e no Sudeste Asiático. Entre os países mais sanguinários em números absolutos, o único que se compara ao Brasil é a Índia, com 41,6 mil homicídios em 2014. O problema, lembrar não custa nada, é que a população da Índia é mais de seis vezes maior que a nossa.

O resto dos 10+ da lista está em um patamar bem inferior: México (20,7 mil), África do Sul (18,6 mil), Nigéria (17,8 mil), Venezuela (17,7 mil), os já citados Rússia e EUA, Paquistão (13,8 mil) e Colômbia (12,7 mil). Ou seja, troque os 52 países do mapa, que inclui, como vimos, países bonitinhos, fofos e civilizados, e troque por um punhado de lugares aonde você passaria férias, mas sempre ouviria da sua mãe: “cuidado por lá, é muito violento”. Combo 1: México + África do Sul + Colômbia: 52 mil. E países acossados pelo terrorismo? Combo 2: EUA + Rússia + Nigéria + Paquistão = 63,5 mil. Só um pouco mais que o Brasil.

E em termos proporcionais? Aí o Brasil cai para 14º. Todos os países com uma realidade ainda mais violenta (de novo, sem incluir aqueles em estado de guerra) são África do Sul, Venezuela e pequenas nações da América Latina, Caribe e África.

Mas talvez esses números e países que não nos dizem muito não sejam o problema em enxergar o tamanho da encrenca. Porque o Brasil pode ser o país com o maior número de assassinatos por ano, mas ainda assim você pode morar no Jardim Paulista, em São Paulo, tão pacífico quanto a Suécia. Ou em Nossa Senhora da Apresentação, o bairro mais violento de Natal, a cidade mais violenta do Brasil e a 10ª do mundo. Só no primeiro semestre de 2017, o bairro da capital potiguar registrou 40 homicídios .

Um bairro, em seis meses, teve mais assassinatos do que 66 países e territórios computados pelo UNODC.

Nossa Senhora da Apresentação, em um semestre, é mais violento que a Croácia inteira em um ano.

Um último porém. O Brasil do mapa é o de 2015. Em 2016, ficou pior. Chegamos a 61,6 homicídios

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venerdì 14 dicembre 2018


A Itália é um museu a céu aberto, e nesse país poucos lugares representam melhor isso do que o Parque dos Monstros, também chamado de Bosque Sagrado de Bomarzo, na província de Viterbo, Itália Central.
Complexo artístico e cultural único no seu gênero em todo o mundo, o parque foi projetado pelo célebre arquiteto Pirro Ligorio, que depois da morte de Michelangelo foi chamado para terminar as obras da basílica de São Pedro, em Roma. Trata-se de um caminho iniciático de vários quilômetros, a serpentear pelas colinas verdes do terreno, em meio a bosques de antigas árvores, pequenas cascatas e lagos, e muitas formações rochosas. À beira do caminho Ligorio produziu uma seqüência de esculturas monumentais, talhadas nas próprias rochas que emergiam do solo.

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mercoledì 12 dicembre 2018


La cittadinanza italiana fa gola a molti sudamericani. Per ottenerla esistono principalmente tre strade: il matrimonio, la residenza per almeno 10 anni, e infine, in virtù di un regio decreto del 1912, si può dimostrare di avere avuto un avo italiano per rientrare nella cosiddetta normativa «iure sanguinis». Negli ultimi cinque anni sono esplose le richieste di cittadinanza, e quelle invocate in virtù di parentele più o meno remote hanno prestato il fianco a maneggi poco limpidi e truffe.



I brasiliani fantasma di Ospedaletto Lodigiano

A Ospedaletto Lodigiano non c’è neppure una scuola di Samba. Eppure 1300 dei 2057 abitanti sono nati e cresciuti in Brasile. Sulla carta quasi tutti risiedono in cinque appartamenti della stessa palazzina. Abitazioni, guarda caso, di proprietà dell’ex responsabile dell’anagrafe cittadina, Roberto Capra. In realtà a Ospedaletto non hanno mai messo piede. Un vigile urbano, Mariano Pozzoli, incaricato di accertare la residenza dei neoarrivati, simulava che tutto era in regola e che effettivamente in quella casa abitavano a rotazione venti persone, provenienti da località diverse dello Stato sudamericano. Sulla base di questi accertamenti, lo stesso Capra all’anagrafe rilasciava il certificato di residenza, e i brasiliani diventavano subito cittadini italiani. Fino al 2015 i cittadini stranieri presenti nel piccolo comune erano 85, l’anno dopo erano già quasi mille, per poi crescere ancora nei mesi successivi. Il dato è finito all’attenzione della sindaca, Lucia Mizzi: «In paese non avevo mai visto neppure un brasiliano. Figuriamoci 1300, me ne sarei accorta». Anche perché il paese è davvero minuscolo, e si sviluppa quasi tutto lungo un’unica strada


La prima cittadina ha quindi sporto denuncia e la compagnia della Guardia di Finanza di Lodi, guidata dal capitano Domenico Lamarta, ha portato a termine l’inchiesta ricostruendo, grazie a intercettazioni ambientali e video, i rapporti opachi che esistevano tra i due impiegati del municipio e l’agenzia di intermediazione, gestita da una coppia brasiliana, la 45enne Mariane Bertoni e il 39enne Welliton Girotto. I quattro sono stati arrestati e con loro altri complici. La scorsa estate in tempi rapidissimi grazie al patteggiamento degli imputati è arrivata la sentenza: condanne a 3 anni e 6 mesi, fino a un massimo di quattro anni per Capra. Terminato il processo, al Comune sono cominciati i problemi. Con un impiegato in meno e l’impossibilità di assumerne altri, la minuscola amministrazione ha dovuto cominciare a cancellare dagli archivi anagrafici le cittadinanze fittizie. Gli oriundi che aspiravano a un riconoscimento avevano versato fino a cinquemila euro per ritrovarsi solo con una raccomandata con cui venivano informati che non potevano più ritenersi cittadini italiani. Molti di loro hanno reagito, chi per le vie legali del ricorso al Tar (circa 400), chi per quelle illegali della minaccia e dell’intimidazione all’indirizzo della sindaca Mizzi.

Boom di richieste di chi ha un avo italiano

Quello del piccolo centro lombardo è solo la superficie che affiora di un continente sommerso. Negli ultimi due mesi sono state presentate 23mila richieste di cittadinanza, ma complessivamente quelle che giacciono nei vari uffici sono 295.805. La crescita è costante. E ingolfa i vari uffici coinvolti perché naturalmente ogni domanda va corredata della documentazione necessaria, e ogni estratto dagli archivi di Stato, dalle anagrafi o anche dai uffici ministeriali, richiede lavoro e tempo. Solo nel 2017 i nuovi italiani sono stati 135.814 di cui 8.284 solo per lo ius sanguinis (6,1%). E sono molti i dinieghi: 106 mila nell’ultimo anno e mezzo, a cui sono seguiti 4.181 ricorsi e 1.874 impugnazioni davanti al Tar.


Il record di San Paolo: 75.423 domande

Per chi può dimostrare di avere avi italiani, la prima tappa è quella di rivolgersi ai Consolati, che non riescono però a far fronte a tutte le richieste. Solo in Brasile sono state presentate 17.730 domande nell’ultimo anno. A San Paolo, 75.423 istanze in totale, e in questi giorni rispondono a quelle presentate nel 2006. Un’altra strada è quella del tribunale di Roma: 6.273 domande da agosto 2017 a maggio 2018.


La via più rapida è quella di trasferirsi per un po’ di tempo in Italia, chiedere il certificato di residenza e, quindi, il riconoscimento della cittadinanza italiana. Ne è nato un mercato di agenzie, intermediari, e proliferano i truffatori. Negli ultimi due anni, sette diverse procure d’Italia hanno aperto procedimenti penali su una serie di illeciti legati allo ius sanguinis. In quasi tutti i casi, esattamente come accaduto a Ospedaletto, dietro questi raggiri ci sono agenzie che promettono pratiche rapide mettendo nel pacchetto anche le residenze (vere o simulate) e la ricerca dei documenti. Spesso si tratta di certificazioni provenienti da archivi venezuelani o brasiliani, sui è quali è difficile svolgere qualsiasi verifica.

Il vero obiettivo? Il passaporto italiano

Qualche mese fa il sindaco di Val di Zoldo, piccolo comune nelle valli alpine bellunesi, ha dovuto affrontare un consulente di quattro brasiliani con i suoi clienti al seguito. Pretendeva che i suoi assistiti ricevessero il riconoscimento della cittadinanza. Il sindaco, che non aveva mai visto queste persone (del resto in paese ci si conosce tutti), si è fatto portare dall’ufficio anagrafe i dati sulle ultime residenze concesse e ha così scoperto che il consulente aveva fatto «trasferire» nel bellunese almeno una trentina di cittadini sudamericani. Non solo, si è anche accorto che fino a quel giorno, il Comune aveva rilasciato la cittadinanza a 1600 cittadini stranieri su un totale di 3200 residenti effettivi.


La stessa cosa è successa in molti altri comuni del Bellunese, della riviera ligure, dell’entroterra siciliano o della cosiddetta Terra di Lavoro, in Campania. Una volta ottenuta la cittadinanza, quasi tutti si iscrivono all’Aire, cioè l’elenco dei cittadini italiani residenti all’estero, e possono così viaggiare liberamente per l’Europa o richiedere il visto Usa con maggiore facilità. Che è poi quello che davvero vogliono.

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domenica 9 dicembre 2018


Os indicadores sociais revelam uma realidade perversa para crianças e jovens no Brasil. No ano passado, 12,5% da população brasileira de 0 a 14 anos vivia na extrema pobreza e 43,4% na pobreza, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta semana.

Em números absolutos, são 5,2 milhões de brasileiros de 0 a 14 anos na extrema pobreza – o equivalente a quase toda a população da Dinamarca – e 18,2 milhões na pobreza – pouco mais do que o número de habitantes do Chile.

A pesquisa mostrou um outro dado alarmante: entre todos os grupos etários, o porcentual de pobreza por contingente populacional tem maior concentração nas crianças e jovens.

Segundo o IBGE, é considerado em situação de extrema pobreza quem dispõe de menos de US$ 1,90 por dia, o que equivale a aproximadamente R$ 140 por mês. Já a linha de pobreza é de rendimento inferior a US$ 5,5 por dia, o que corresponde a cerca de R$ 406 por mês. Essas linhas foram definidas pelo Banco Mundial para acompanhar a pobreza global.



"A criança pobre tem obviamente menos oportunidade do que a criança não pobre, tem muito menos acesso ao investimento em capital humano", afirma o economista e professor da PUC do Rio de Janeiro José Marcio Camargo.

Em relação a 2016, houve uma ligeira piora. Há dois anos, 11,4% dos brasileiros entre 0 e 14 anos estavam na extrema pobreza e 42,9% na pobreza.

Historicamente, o Brasil sempre foi um país com pobreza concentrada em crianças e jovens. E, apesar do retrocesso recente, as condições destes grupos até melhoraram nas últimas décadas com a implementação de programas sociais, como o Bolsa Escola, nos anos 90, depois incorporado ao Bolsa Família.

A dificuldade de uma mudança estrutural, segundo analistas, se dá pela escolha do Brasil de priorizar o gasto público nos mais velhos, sobretudo com o modelo atual do sistema previdenciário.

O sistema de aposentadoria do Brasil é considerado um ponto fora da curva quando comparado com o de outros países. O Brasil tem 8,5% da população com mais de 65 anos e gasta 13% do Produto Interno Bruto (PIB) com Previdência. No Japão, um terço da população é composta por idosos, mas a despesa previdenciária é de 10%.

"Os números da fotografia da pobreza mostram que o tratamento dado para os vários grupos é diferente. E isso fica evidente porque, de alguma forma, crianças e jovens estão em condições de menor igualdade em relação às gerações mais velhas", diz o diretor da FGV Social, Marcelo Neri.

Um levantamento conduzido pelo pesquisador também ajuda a revelar como a estrutura atual do país deixa os mais jovens desprotegidos. No biênio de 2016 e 2017, a probabilidade de uma criança entrar no campo da pobreza era de 8,9%. Entre os idosos, ficou em 1,6%.

E, de fato, os próprios números do IBGE reforçam que os indicadores sociais são muito melhores para os que têm 60 anos ou mais. Em 2017, 1,7% eram extremamente pobres e 8,1% eram pobres.

Programas ajudaram no combate à pobreza
Os programas sociais criados nas últimas décadas ajudaram a mitigar a pobreza entre os mais jovens porque passaram a fazer uma espécie de concorrência com o mercado de trabalho ao exigirem a matrícula de crianças em escola para o pagamento de benefícios.

Nos anos 90, por exemplo, uma criança de uma família que estava entre as 20% mais pobres da população, podia contribuir com até 30% da renda per capita familiar, por meio do trabalho.

"Isso significava que, se essa criança saísse do mercado de trabalho e fosse para a escola para estudar, a família perderia 30% da renda per capita", afirma Marcio Camargo. "Para uma família pobre, é muito dinheiro."

Uma análise detalha do impacto do Bolsa Família por faixa etária também mostra como o programa é eficiente para reduzir a pobreza entre os mais jovens. Em 2017, de acordo com Neri, entre as famílias contempladas pelo programa, as crianças de 0 a 4 anos eram beneficiadas com uma valor do benefícios oito vezes superior ao dos idosos.

"Os programas como Bolsa Escola e Bolsa Família tiveram as crianças como grandes beneficiárias. Não foram suficientes para reverter a tendência como um todo, mas ajudaram a nivelar o campo de jogo", diz Neri.

País deve enfrentar encruzilhada
O Brasil deve enfrentar uma encruzilhada para definir o rumo do gasto público no futuro diante de uma provável combinação de milhões de crianças e jovens na pobreza em uma sociedade que será cada vez mais velha e que deve demandar mais gastos do governo - não apenas em Previdência, mas em saúde.

"Os dois extremos vão precisar do Estado, mas o país não pode abrir mão de políticas públicas ativas para a infância e juventude", afirma o superintendente executivo do Instituto Unibanco, Ricardo Henriques. "Será preciso reorganizar a política e ela não poder ser punitiva para os mais pobres."

Neste mês, o IBGE divulgou que a expectativa de vida ao nascer no Brasil era de 76 anos em 2017, um aumento de três meses e onze dias em relação ao ano anterior. A expectativa da FGV é que a proporção de idosos entre a população total do país cresça 488% nos próximos 50 anos.
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lunedì 3 dicembre 2018


La UOL ha pubblicato un articolo dove alcuni stranieri dicono cosa abbiano trovato strano in Brasile. Alcune di queste loro affermazioni sono a mio parere ridicole (e lo dico come straniero), altre invece hanno senso. Mi sento in dovere peró di dare un consiglio: prima di andare in un altro paese, anche se fosse solo per qualche giorno, informatevi bene. Eviterete cosí molti problemi e brutte figure.


Ao viajar para o exterior, não é raro que turistas brasileiros não entendam comportamentos, hábitos culinários e o idioma do país visitado.   Mas isso também pode acontecer com estrangeiros que vêm passear no Brasil.  Alguns costumes brasileiros e muitos aspectos da realidade social do território verde e amarelo tendem a surpreender e até assustar muitos viajantes "gringos”.

Abaixo, conheça coisas que provocam estranheza e choque em estrangeiros que visitam o Brasil.

Biquíni curto x topless

Casada com um brasileiro e moradora da cidade de Sydney, a australiana Khara Shaw já visitou o Brasil diversas vezes nos últimos anos. Durante estas viagens, chamou-lhe a atenção uma aparente contradição das praias brasileiras. "No Brasil, mulheres de todas as idades e diferentes formas de corpo usam biquínis curtíssimos, que deixam pouquíssimo espaço para a imaginação. Mas, nas praias do país, não se pode fazer topless para tomar banho de sol! Como isso é possível?", questiona. 

In effetti questa idea di non poter stare in topless puó sembrare un po' ridicola considerando i mini-bikini che usano qui, e come ha detto giustamente l'intervistata vengono usati proprio da tutte le donne, sia giovani che vecchie, magre o grasse che siano. Ma é una questione di cultura, se cosí possiamo chiamarla. Qui le donne vanno sempre in giro col reggiseno, anche se indossano indumenti che dovrebbero essere usati senza questo accessorio. E anche in casa o a letto molte volte non lo tolgono, quindi figuratevi in spiaggia!

Beijos excessivos na bochecha

Casado com uma brasileira, o norte-americano Zack Henry visitou o Brasil pela primeira vez em 2000 e, desde então, já esteve diversas vezes no Brasil (como turista e como morador). E ele ainda não se acostumou com o que classifica ser uma grande demora nos cumprimentos e despedidas que ocorrem em eventos sociais no Brasil (e o contato físico supostamente excessivo que isso acarreta).
"Toda vez em que vou a uma festa, eu demoro pelo menos 20 minutos para dizer oi para todo mundo", conta ele. "Porque você tem que percorrer todo o evento dando beijo na bochecha das pessoas e coisas do tipo. Então, eu decidi, há alguns anos, que eu só cumpro estas formalidades na minha chegada às festas e reuniões. Na hora de ir embora, eu adoto a chamada 'saída à francesa' [ir embora sem dar tchau a ninguém], porque não quero sair dando beijo em todo mundo de novo".

Be', come italiano non vedo problema in questo. Sono abituato a dare due o tre baci a un parente o a un'amica. Ma assolutamente da evitare qui in Brasile é dare un bacio sulla guancia a un uomo, anche se fosse vostro fratello.

Marcar encontros e não aparecer

O norte-americano David Day já viajou pelo Brasil e, segundo ele, muitos brasileiros têm o hábito de marcar compromissos e não cumpri-los. "As pessoas dizem que irão te encontrar no bar, te ligar para marcar um almoço ou comparecer no teu churrasco, mas, no final, acabam não aparecendo. Por que dizer que você vai ir a um lugar sabendo que não irá cumprir a promessa?", pergunta ele.

Questa é una delle piú fastidiose dei brasiliani. Amo la puntalitá ma sembra che questa non sia una caratteristica conosciuta in Brasile. Peccato, perché fa proprio incazzare.

O Brasil que "parece a Europa"

David também se surpreendeu com algumas paisagens do sul do Brasil. "É uma região que se parece muito com a Europa [a foto acima mostra construções de estilo germânico em Blumenau, Santa Catarina]. Quando estive lá, senti que eu estava fora do Brasil", conta ele. "Antes de visitar o país, muitos de nós, estrangeiros, só conhecemos detalhes do Rio e da Amazônia. Mas agora sei que o Brasil é um país extremamente diversificado".

Questa "copia" di alcune cittá europee da una parte é anche bella, perché dimostra la varietá di architettura e cultura in questo grande paese.

"Obsessão" por escovar os dentes

Khara também se surpreendeu com o zelo com que muitos brasileiros tratam sua higiene bucal.
"Os brasileiros amam escovar os dentes, e algumas pessoas parecem obcecadas com isso", diz ela. "Lembro de entrar em uma padaria e ver um aviso na porta do banheiro dizendo 'é proibido escovar os dentes aqui'. Na Austrália, ninguém limpa os dentes em um banheiro público, só em casa antes do café da manhã e à noite, antes de dormir".

Questo é vero. Qui non si tratta piú di una questione di igiene, ma di una vera e propria ossessione. Capisco lavarsi i denti dopo mangiato, ma qui vedi delle cose che ti lasciano proprio (é il caso di dirlo) a bocca aperta!

Muros altos e insegurança

A canadense Grace Jarrett viajou pelo Brasil em meados de 2017 e ficou incomodada com a sensação de insegurança em lugares como São Paulo e Rio de Janeiro. "Era necessário tomar um monte de precauções ao sair na rua, como garantir que eu não estava carregando muito dinheiro e não exibir meu celular em público, por causa da possibilidade de ser roubada", lembra ela. "Houve inclusive um dia em que, no metrô de São Paulo, uma senhora falou para eu segurar minha mochila de maneira diferente, pois eu poderia ser furtada". Criada na pacífica cidade canadense de Ottawa, Grace se chocou com o tamanho dos muros e grades protegendo as casas e prédios de São Paulo. Ela diz ter ficado impressionada com o temor de que as residências possam ser roubadas a qualquer momento.

L'insicurezza é una delle cose che noti di piú quando arrivi in Brasile, e vivere con essa non é facile.

Favelas e motéis

"O contraste entre os ricos e os pobres no Brasil é chocante", avalia também a canadense Grace Jarrett. "Quando visitei o Rio de Janeiro, era inacreditável ver a orla das praias forradas por arranha-céus chiques e, logo ao lado, morros cobertos por favelas". Houve, entretanto, um aspecto curioso e inesperado que divertiu Grace em sua viagem pelo país. "Foi muito interessante ver diversos motéis se espalhando pelas rodovias do Brasil. Este tipo de estabelecimento, que não existe no Canadá, pareceu algo bem louco para mim". 

Sulle favelas non dico niente, a parte la stupiditá di alcuni turisti nel volerle visitare. Sui motels io ci rido, perché a differenza di altri paesi, qui sono solamente dei luoghi in cui fare sesso. Non hanno nessun altro scopo.

Blindados e zero álcool no estádio

Moradora de um país que desfruta de altos níveis de segurança, a australiana Khara Shaw se surpreendeu com algumas medidas adotadas por brasileiros para evitar a violência. "Fiquei pasma com a grande quantidade de pessoas dirigindo carros blindados. Isso mostra o tamanho da preocupação dos brasileiros com assaltos no trânsito".  Ela também se decepcionou um pouco com a atmosfera encontrada em jogos de futebol em São Paulo. "Não dá para tomar bebidas alcoólicas dentro dos estádios e, em grandes partidas, só a torcida do time da casa pode estar presente. Foi muito estranho ir a um estádio e só ver uma das torcidas lá dentro".

Sulle auto blindate si fa riferimento a quanto parlato prima sulla insicurezza. Sul fatto di non poter bere alcolici nello stadio io la trovo giusta, considerando anche la quantitá di birra che bevono i brasiliani.

Dificuldades com o idioma

Mesmo tendo o espanhol como língua materna (um idioma que, em muitos aspectos, se parece com o português), o boliviano Javier Torrico afirma ter enfrentado dificuldades para falar com os brasileiros quando o visitou o Rio de Janeiro há alguns anos. "Notei que muitos brasileiros não fazem esforço para entender o estrangeiro. Aconteceu de eu estar em um shopping e quase não conseguir me comunicar com os vendedores". A canadense Grace Jarrett também achou difícil se comunicar com os nativos quando esteve por aqui. "No Brasil, poucas pessoas falam inglês e nem sempre há sinalizações em inglês em locais turísticos. Às vezes, isso dificulta nossa vida".

Questa é una grande cazzata! Se vai in un paese straniero non puoi pretendere che parlino la tua lingua. Sei tu che devi imparare la loro, non viceversa.
FONTE: UOL
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mercoledì 28 novembre 2018


L’Italia é un paese magnifico, é inutile negarlo, ma nel caso qualcuno decidesse di andarci in vacanza o, meglio ancora, a viverci, allora è importante sapere che alcune cose potrebbero non piacere. Andare a vivere in un paese diverso dal proprio è sempre una sfida, dato che la cultura e le abitudini sono sempre molto diverse. Quindi puó succedere che alcune cose, per noi italiani ormai di uso comune, per uno straniero siano strane e fonti di stress. Per questo ho voluto fare un video in cui parlo di cinque, o per meglio dire sei, motivi per cui uno straniero, in particolar modo un brasiliano, potrebbe soffrire una volta in Italia se non pensa a queste cose. Come ho detto sono cose banali, forse per alcuni senza senso o di poco peso, ma che vi assicuro, una volta che sarete in Italia, bi faranno pensare, almeno una volta, in che paese sono finito. Quindi non venite in Italia se ofiate anche uno solo di questi motivi.


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giovedì 15 novembre 2018


São 38.436 assassinatos. Dado é ainda maior, já que o Maranhão não informa os dados de setembro e o Paraná não divulga a estatística de julho, agosto e setembro. Índice nacional de homicídios criado pelo G1 acompanha mês a mês os dados de vítimas de crimes violentos no país.



Pelo menos 38.436 pessoas foram assassinadas nos nove primeiros meses deste ano no Brasil. Apenas em setembro foram registradas 3.721 mortes violentas.

O número, porém, é ainda maior, já que dois estados (Maranhão e Paraná) não divulgam os dados referentes a setembro. O Paraná é o único que não divulga também os dados de julho e de agosto.

O índice nacional de homicídios, ferramenta criada pelo G1, permite o acompanhamento dos dados de vítimas de crimes violentos mês a mês no país.

O número consolidado até agora contabiliza todos os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, que, juntos, compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais.

O mapa faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
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mercoledì 14 novembre 2018


Un articolo un po' vecchio, del 2012, ma non é che sia cambiato molto in questo tempo. Speriamo ora che con l'arrivo del nuovo Presidente, Jair Messias Bolsonaro, le cose possano migliorare, ma non é che abbia molta fiducia.

È incredibile come il popolo brasiliano è sciocco. Gravi denunce contro tutto ciò che è politica riempono le pagine della stampa quotidiana e periodica, ma i lettori non si importano. Non si mobilizzano, non protestano, solo si lamentano. Cittadinanza ZERO.

I supermercati, con una manovra truffaldina, solo per aumentare i loro profitti personali, approfittano con la volontà della popolazione di salvare il pianeta, quella cosiddetta politicamente corretta, e cessano di impacchettare la spesa dei clienti in sacchetti di plastica. La popolazione idiota è felice, sta salvando il pianeta.

Ma la popolazione sciocca non si rende conto che tutti gli alimenti sono avvolti in plastica, formaggio, insaccati, verdura, pesce, anche le merendine fresche, come salatini, torte, tranci di pizza, sono adagiati su un vassoio di polistirolo avvolto in cellophane. Senza tenere conto dei milioni di bottiglie PET, delle posate e stoviglie in plastica usati per consumare cibi negli appositi spazi all’interno dei supermercati. Gli stessi sacchetti per l’immondizia, venduti nei supermercati, sono in plastica.

I sacchetti per la spesa, in plastica rappresentano meno del 2% della plastica usata nei supermercati, ma la popolazione idiota è felice, sta salvando il pianeta. Di protestare, di rivolgersi alle Associazioni dei Consumatori  o entità analoghe locali, l’idiota brasiliano neppure ci pensa.

La Coppa del Mondo Fifa 2014 è oggetto del ridicolo mondiale, a causa dei gravi fatti di corruzione e di ritardo nei lavori necessari, ma la popolazione scioccamente si preoccupa solo con i canarini, quello che importa è l’Exa.

Il 25 marzo, Roger Waters, voce della defunta banda di Pop Rock, Pink Floyd , si è esibito allo stadio Morumbicha di São Paulo. Fin qui tutto bene, più difficile è vedere la popolazione pazza per assistere allo spettacolo di un Giurassico rocker che è andato in Brasile solo perché i suoi spettacoli in giro per il mondo non stanno andando così bene.
I brasiliani si lamentano di tutto, se c’è il sole vogliono la pioggia, se piove vogliono il solo, ma accettano di rimanere in fila lunghe ore per acquistare un biglietto che va dai 180 ai 600 reais, a seconda della posizione. Senza contare che lo stadio di São Paulo non è servito dalle linee metro o treni, e gli autobus sono in una situazione che definire “impraticabile” e poco.


Quindi i bellocci, che non pianificano nulla, vanno di automobile. E si fottono con le loro stesse mani. I parcheggi sono pochi, e i flanelinhas chiedono dai 50 ai 150 reais per un posto auto sulla strada, impegnandosi a vigilare perché l’autovettura non subisca danni.

Il popolo reclama, ma paga…neppure ci pensano di chiamare la Polizia per presentare una denuncia di estorsione… ed alla fine dello spettacolo, quando vanno a riprendersi l’autovettura, la sorpresa finale. Una gran parte di queste sono state aperte o hanno un vetro infranto, e tutto quello che si trovava all’interno è stato rubato. E da sottolineare che anche le autovetture che dovevano essere custodite dai flanelinhas sono state scassinate e svuotate.

Per non parlare delle vittime di furto durante lo spettacolo, che condividono la festa con altri spettatori, i quali quando percepiscono che l’altro è un debole ne approfittano. In fin del conti, l’opportunità fa l’uomo ladro!
E all’uscita, quelli che rimangono imbottigliati nel traffico subiscono gli arrastões perpetrati dagli abitanti di Paraisópolis, che assaltano e saccheggiano gli indifesi autisti e passeggeri. Ossia, furono derubati nell’acquisto dei biglietti, nel parcheggio, all’interno dello spettacolo e pure all’uscita.

I taxi per andare allo stadio, o per il ritorno, vogliono, e lo fanno, applicare la tariffa fissa, invece di usare il regolamentare tassametro, e pretendo da un mino di 150 fino a 300 e anche di più, reais, a secondo di dove va il passeggero. E il popolo…PAGA!!!

I brasiliani sono idioti giornalmente, 7 giorni alla settimana, 30 giorni al mese per 365 giorni, e accettano pacificamente tutti gli abusi commessi ai danni della cittadinanza. Non si mobilitano mai, sono una nazione senza il senso della cittadinanza. Semplicemente così.

Le leggi sono fatte tra le mutande, per non essere soddisfatte, i brasiliani non sono rispettati da tutti i livelli del potere pubblico, sono scorticati dalle tasse e guardano la compiacenza del governo con i mega impresari che frodano e super fatturano senza vergogna.

La corruzione mina il paese, i costi sono abusivi in tutti gli ambiti, pagano la tariffa per l’energia elettrica più alta del mondo, la telefonia è una rapina, e se passiamo a parlare dei cellulari allora… Ma il popolino che va nel negozio di telefonia mobile non compra il servizio, comprano, in 128 comode rate, al 300% di interesse annuo, l’apparecchio più-super-ultra-mega-nuovo-migliore che viene venduto in abbinamento con un piano che è uno stupro al portafoglio, ma anche così escono felici dal negozio. Bisogna essere molto idioti in questo.

E se parliamo del Carnevale di Salvador allora…allora è l’apice dell’idiozia Tupiniquim che raggiunge il suo massimo. Ma il popolino è felice, hanno panem et circenses, va tutto bene.

Comunque…quando vengono Elvis Presley, Michael Jakson, forse anche Amy Winehouse …la gente comune ci sarà ancora, allegri e idioti, prendendolo in culo è pensando che sia il massimo.

FONTE: Il Geppetto
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