Adbox

lunedì 16 dicembre 2013

Brasil terá estádios mais caros do mundo, diz estudo


Secondo uno studio fatto dalla società KPMG (Network di servizi professionali alle imprese, specializzato nella revisione e organizzazione contabile, nella consulenza manageriale e nei servizi fiscali, legali e amministrativi) i nuovi stadi brasiliani saranno i più cari del mondo. Anche per altri istituti di ricerca finanziaria l'esito é sempre lo stesso: il Brasile supera di gran lunga i costi avuti in Germania e in Sud Africa messi insieme. Il bello é che nessuno ne capisce il motivo: "Quando un paese riceve una Coppa del Mondo, é normale che voglia mostrare di avere degli ottimi stadi. Ma questo non spiega i costi così elevati in Brasile e perché siano più cari di quelli della Germania o dell'Africa del Sud", ha affermato Jens Alm, analista dell'Istituto Danese per lo Studio dello Sport. Evidentemente Jens Alm non conosce il Brasile, il suo governo e l'enorme corruzione di questo paese.

JAMIL CHADE - Agência Estado
Com o prazo da Fifa se esgotando para a entrega dos estádios para a Copa do Mundo de 2014, um recorde já está garantido para o Brasil: o País ergueu os estádios mais caros do mundo. Um estudo da consultoria KPMG levantou o custo de cada assento nos estádios construídos pelo mundo. Uma comparação com os valores oficiais dos estádios brasileiros revela que um dos legados do Mundial será a coleção dos estádios mais caros do planeta.
Dos 20 mais caros, dez deles estão no Brasil. Já pelos cálculos de institutos europeus, a Copa de 2014 consumiu mais que tudo o que a Alemanha gastou em estádios para a Copa de 2006 e a África do Sul, em 2010.
Seja qual for o ranking utilizado e a comparação feita, a constatação é de que nunca se gastou tanto em estádios como no Brasil nesses últimos anos. A KPMG, por exemplo, prefere avaliar os custos dos estádios levando em conta o número de assentos, e não o valor total. Isso porque, segundo os especialistas, não faria sentido comparar uma arena de 35 mil lugares com outra de 70 mil.
Com essa metodologia, os dados da KPMG revelam que o estádio mais caro do mundo é o renovado Wembley, na Inglaterra, onde cada um dos assentos saiu por 10,1 mil euros (R$ 32,4 mil). O segundo estádio mais caro também fica em Londres. Trata-se do Emirates Stadium, do Arsenal, onde cada lugar custou 7,2 mil euros (R$ 23,3 mil). Mas a terceira posição é do Estádio Mané Garrincha, em Brasília.
Com custo avaliado em R$ 1,43 bilhão, o estádio tem um gasto por assento de R$ 20,7 mil, ou 6,2 mil euros. Na classificação, o Maracanã aparece na sétima posição, mais caro que a Allianz Arena de Munique. Manaus vem na 10ª colocação, com praticamente o mesmo preço por assento do estádio do Basel, situado em um dos países com os maiores custos de mão de obra do mundo, a Suíça.
O estádio do Corinthians, em Itaquera, seria o 12º mais caro do mundo, seguido pelas Arenas Pantanal, Pernambuco, Fonte Nova e Mineirão. Todos esses seriam mais caros do que estádios como o da Juventus, em Turim, considerada a arena mais moderna da Itália e usada como exemplo de gestão. O Castelão e o estádio de Natal também estão entre os 20 mais caros do mundo. Se o ranking fosse realizado considerando os custos totais dos estádios, o Mané Garrincha seria o segundo mais caro do mundo, com o Maracanã aparecendo na quarta posição.
Para o prestigiado Instituto Braudel, na Europa, os custos dos estádios no Brasil também surpreenderam. Em colaboração com a ONG dinamarquesa Play the Game, a entidade publicou nesta semana levantamento que revela que, em média, cada assento nos doze estádios brasileiros custaria US$ 5,8 mil (R$ 13,5 mil). O valor é superior ao das três últimas Copas. Na África do Sul, em 2010, a média foi de US$ 5,2 mil (R$ 12,1 mil). Na Alemanha, em 2006, US$ 3,4 mil (R$ 7,9 mil). Já no Japão, em 2002, chegou a US$ 5 mil (R$ 11,6 mil).
Em termos absolutos, o gasto total com os estádios bate todos os recordes. Se todo o gasto de sul-africanos em 2010 e alemães em 2006 for adicionado, não se chega ao total que foi pago no Brasil para 2014, mais de R$ 8 bilhões. Em apenas nove meses, o valor aumentou em quase R$ 1 bilhão, segundo dados oficiais do Comitê Organizador Local (COL), em sua quinta edição do balanço geral do andamento das obras da Matriz de Responsabilidade.
SEM EXPLICAÇÃO - Jens Alm, analista do Instituto Dinamarquês para o Estudo dos Esportes e autor do levantamento dos dados sobre estádios da Copa, insiste que a inflação e os custos dos estádios no Brasil não têm explicação. "Quando um país quer receber uma Copa, é normal que queira mostrar estádios bonitos. Mas nada explica os preços tão elevados no Brasil e porque são tão mais elevados do que na Alemanha e na África do Sul", disse.
Henrick Brandt, diretor do Departamento de Esportes da Universidade de Aarhus, também aponta para os custos elevados das obras no Brasil. "Os dados são surpreendentes", indicou. "Um dos debates agora é o que será feito para tornar esses locais rentáveis, principalmente os estádios públicos", alertou.

Fonte: Estadão
Show comments
Hide comments

2 commenti:

  1. Non conosco su quali parametri Reporters sans Frontières misura la libertà di stampa nei diversi paesi per redigere la classifica. Per me che vivo in Italia per gran parte dell'anno e che leggo almeno 5 quotidiani e 5 settimanali di informazione, generale e politica, non posso accettare assolutamente il 61° posto dellìItalia.

    Qui i giornalisti possono scrivere di tutto e di tutti, senza remore. Ricordo solo pochissimi casi di censura omicida, con colpevoli di estrema sinistra o della criminalità organizzata. Semmai è l'obiettività che manca1
    Ma ora mi rendo comto che stavo dimenticando che in Italia c'è effettivamente chi cerca di limita la libertà di stampa; la magistratura.

    Guai a scrivere di magistrati, cricandoli, anche a ragione, andrai incontro a sicure condanne penali e magari, come già successo. anche al carcere.
    Ma non per questo meritiamo il 61° posto!

    RispondiElimina
  2. I dati sono sorpendenti solo per chi non vive qui o ha le fette di salame sugli occhi. Ho sempre immaginato che sarebbe stata la coppa piú cara della storia e infatti é cosí.
    Abito a 500 metri dallo stadio Engenhão qui a Rio, costruito per il Pan 2007, se non sbaglio é costato la bellezza di 450 milioni di reais (ottimisticamente il preventivo iniziale era di 150), inagibile da piú di 6 mesi perché la copertura é pericolante. Sono maestri nel fare le cose alla cazzo di cane ma pagate a prezzo di oro. Immagina pure i turisti che verranno qui come saranno spennati (giá adesso non si scherza come prezzi), io collaboro con una agenzia che affitta appartamenti per le vacanze, per la coppa i prezzi sono una cosa che io ho pure vergogna a mandare i preventivi a chi me li chiede, fai un pó te.

    RispondiElimina