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mercoledì 26 agosto 2015


Penso che stiamo per raggiungere tutti i limiti immaginabili. I limiti delle assurdità, dell'ipocrisia, dell'ignoranza e della stupidità. In una intervista radiofonica Dilma Rousseff ha dichiarato che non potrà garantire che il 2016 sarà un anno meraviglioso per il Brasile. Meraviglioso? Ma dove vive questa Dilma, sulla luna? Ma non si é resa conto che le cose qui in Brasile stanno peggiorando giorno per giorno? L'economia ha subito un crollo inestimabile e ormai é a un punto morto. Il PIL praticamente ha smesso di crescere. L'inflazione fa paura. L'indice dei prezzi al consumatore (IPC) attualmente é del 8,895%. Il cambio in Euro o Dollaro ha raggiunto valori storici. La disoccupazione é del 8,3%. Puó sembrare poco ma significa che piú di 8 milioni di brasiliani sono senza lavoro. Le industrie, specialmente quelle automobilistiche, hanno avuto un calo considerevole. E lasciamo perdere i vari scandali. corruzione e altro. E questa qui viene fuori con l'idea che il 2016 non sará meraviglioso? Assurdo! E ovviamente di chi é la colpa di tutto questo sfacelo? Della crisi internazionale! Ma va a cag.....!

A presidente Dilma Rousseff afirmou na manhã desta terça-feira (25) que não tem como garantir que a situação econômica no Brasil seja melhor em 2016. “Muito provavelmente não será.” Contudo, segundo a presidente, o governo federal está adotando medidas para garantir que o país volte a crescer. Com elas, afirma, ao menos não tem como “estarmos piores no futuro do que hoje”.
“Não tenho como garantir que a situação em 2016 será maravilhosa. Muito provavelmente não será. Mas também não será a dificuldade extrema que muitos pintam. Vamos continuar a ter dificuldades, até porque não sabemos como mercado internacional vai se comportar”, afirmou a presidente em entrevista por telefone a rádios de Araraquara e Catanduva, no interior de São Paulo de acordo com O Globo.
A afirmação foi feita um dia após a presidente dizer, em entrevista aos jornais O Globo, Folha de S.Paulo e O Estado de S.Paulo, que demorou a perceber a gravidade da crise econômica e isso foi um erro. Segundo Dilma, “talvez” fosse o caso de já ter tomado providências no ano passado para conter seus efeitos.
“Errei em ter demorado tanto para perceber que a situação era mais grave do que imaginávamos. Talvez, tivéssemos que ter começado a fazer uma inflexão antes. Não dava para saber ainda em agosto. Não tinha indício de uma coisa dessa envergadura. Talvez setembro, outubro, novembro”, afirmou de acordo com O Globo.

Fonte: Epoca 
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domenica 23 agosto 2015


È da anni, e non sto esagerando, che affermo che il Brasile é un posto molto caro. Basta fare la spesa in qualunque supermercato e confrontarla con un qualunque paese europeo o di un altro paese a vostra scelta. Peccato che raramente venga creduto. Forse perché trovo un infinità di imbecilli che affermano che l'euro vale 3 reais (anzi, ora vale quasi 4), quindi a conti fatti la vita qui costa un terzo, o un quarto, che in Italia. Poveri stupidi!

Ma anche tra i brasiliani non é che cambi molto. Quante volte mi sono sentito dire, quando parlavo dell'Italia, che lá la vita é molto cara? Poi, chissà perché, molti di loro vanno negli Stati Uniti per comprare quello che gli serve.

Quindi é raro trovare articoli in cui si parli, in modo piú o meno obiettivo e realista, su questo argomento. Specialmente da un giornale come BrasilPost, la versione brasiliana dell'Huffington Post, uno dei quotidiani tra i piú ridicoli, se me lo concedete, io che abbia mai visto. Ma come sempre c'é l'eccezione che conferma la regola.

Interessanti due dati: il primo in cui si paragona il prezzo di un iPhone (ma potevano farlo con qualunque articolo) in proporzione al reddito pro capite di alcuni paesi, e si nota che, per esempio, in Italia questa percentuale non arriva nemmeno al 4%, mentre in Brasile supera il 10%. Altro dato, piú da "elite" e il prezzo di una bottiglia di champagne (ma perché non hanno preso in considerazione della semplice mortadella o una lattina di Coca Cola?). Anche qui il risultato é lo stesso: L'Italia meno cara e il Brasile con prezzi assurdi. Ma perché, il pane a voi sembra che costi poco? E il latte?

Triste, ma reale, il finale di quest'articolo: "... il desiderio di creare uno Stato con l'intento di sanare la nostra povertà e la disuguaglianza, abbia invece creato una macchina che crea e perpetua queste due cose".

O Brasil é um país caro. Exemplos de quão mais caro paga-se no Brasil por uma ampla família de produtos abundam -- de vestuário, passando por mobília e alimentação, até itens eletro-eletrônicos. Um produto cujo preço local relativo costuma receber bastante atenção é o iphone. O gráfico abaixo mostra o preço de um modelo do smartphone para uma série de países. O Brasil aparece no topo -- o aparelho aqui é vendido 50% mais caro do que o preço do lugar onde ele é mais barato.


É tudo caro!
Engana-se quem acredita que apenas itens eletroeletrônicos ou tão somente um punhado de bens em geral são relativamente caros -- um site fez fama recentemente mostrando, em tom de galhofa, como pelo preço pedido de alguns imóveis no Brasil era possível adquirir imóveis mais novos, modernos e espaçosos em cidades atraentes em países desenvolvidos. O fato é que um exame comparativo revela mesmo que muitas outras coisas no Brasil têm preços muito similares àqueles cobrados em outros países. A carestia é geral e não apenas exclusiva de "bens de luxo". Quando considera-se que a renda média do Brásil é menos da metade da renda percebida, em média, nesses países, logo fica claro como os preços são elevados, traduzindo-se em um poder de compra relativamente baixo. Veja no gráfico abaixo, por exemplo (e voltando ao caso do Iphone), quanto o aparelho custa enquanto proporção da renda per capita do país.


Algumas semanas atrás, a empresa responsável pelo famoso aplicativo para smartphone de preço e rating de vinhos (Vivino) anunciou que tinha criado uma espécie de índice de paridade de poder de compra batizado com o nome da famosa champanhe francesa Veuve Clicquot (ver aqui). O índice propõe apontar o custo da garrafa da bebida em vários países -- refletindo, em alguma medida, os custos de produção (impostos inclusos) de cada lugar. O gráfico abaixo mostra por quanto a garrafa da bebida em questão é vendida em vários países. Advinha em que lugar ela é mais cara?


Uma hora a ficha cai
Há quem ainda se surpreenda em como o Brasil é um país caro. Uns descobrem isso comprando iphone. Outros comprando pão (li um relato dia desses de uma brasileira que vive em Paris atônita em como o preço do pão com uva numa padaria carioca era assustadoramente maior do que o mesmo tipo de pão nas melhores padarias parisienses...).

Uns descobrem aos 20 anos. Outros aos 60. O espanto deve ser comparável àquele que temos quando descobrimos -- sei lá -- que o sol vai morrer (e com ele, a vida na terra como a conhecemos) ou que os números primos são os "átomos" de todos os números (uma propriedade tão útil quanto fantástica). Antes tarde do que nunca.

Por que tudo é tão caro?
Mas o que interessa mesmo é saber a razão disso. Afinal, quem é o culpado de tudo ser tão mais caro aqui? A resposta curta é a seguinte: as coisas são caras no Brasil, em boa parte, porque há aqui uma combinação perversa de governo grande e patrimonialista.

O governo é grande porque, em essência, a Constituição Federal promulgada em 1988 coloca em seus ombros uma grossa cruz de "direitos sociais" a ser carregada. Governo não tem dinheiro -- tudo que tem é obtido via empréstimo ou via subtração das rendas do trabalho dos indivíduos na forma de impostos. E para (mal) honrar suas obrigações (moradia, educação, previdência, saúde, segurança, lazer, etc, etc, etc), não vê outra saída senão taxar, direta ou indiretamente, seus cidadãos -- estamos falando aí de quase 40% da nossa renda. Essa concessão generosa e desenfreada de toda sorte de "direito" e benefício público criou um gigantesco problema fiscal que exige aumento de carga tributária e ameaça, pelas implicações que tem sobre juros e inflação, nos colocar em um longo período de estagnção econômica (uma excelente análise em detalhe disso pode ser visto no artigo dos economistas e Mansueto Almeida Jr., Marcos Lisboa e Sameul Pessoa, que pode ser visto na íntegra aqui).

O fato é que com um governo grande e economicamente poderoso, não é de se estranhar que atraia para suas entranhas grupos interessados estritamente na extração de parte do bolo de renda que arrecada ou no uso de suas prerrogativas regulatórias para benefício pessoal.

A natureza patrimonialista do governo -- essa coisa imiscuída entre público e privado, herança de nossos colonizadores -- permite que o mesmo seja capturado por bandidos disfarçados de empreendedores, passando a edificar em nome desses todo tipo de restrição/barreira à competição do lado da oferta para proteger os incumbentes às custas do pessoal do lado da demanda -- eu, você e nossos vizinhos. A disputa Uber vs.Taxistas e os generosos estímulos ao setor automobilístico são vívidas ilustrações das restrições a competição criadas pelo governo. Sem sofrerem os desafios de níveis razoáveis de concorrência (interna ou externa), as empresas acabam gozando de maior poder de mercado (a habilidade de cobrar e vender por preços muito maiores do que os custo médio de produção). Sem concorrência, fica fácil para as empresas coludirem entre si para capturar os agentes regulatórios do governo (políticos e funcionários) e pedir-lhes que criem todo tipo de barreira artificial à entrada de novas firmas no mercado -- sempre, é claro, disfarçado de defesa do consumidor (e.g., riscos à saúde, proteção da indústria). Veja, por exemplo, os argumentos que os órgãos de classe -- como a Ordem dos Advogados e o Conselho Federal de Medicina -- justificam a defesa de barreiras à entrada nesses mercados (na forma de licenças para o exercício da profissão ou, no caso do CFM, na forma de restrições à criação de novos cursos).

O mal disfarçado de bem
O mais interessante e tristemente irônico disso tudo -- se você, claro, compra essa ideia, porque há quem ache que um governo grande e gastão é o que vai nos levar à riqueza material de que gozam os suíços... -- é que no afã de criar um Estado que remediasse nossa pobreza e desigualdade, criamos uma máquina que cria e perpetua essas duas coisas. Triste. Mas como diz o provérbio, estamos apenas recebendo o que pedimos.

Fonte: BrasilPost
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mercoledì 19 agosto 2015


Già da qualche tempo circola la notizia che l’italiano sia la quarta lingua più studiata al mondo, un ottimo spot rilanciato da agenzie di stampa e testate che prese dall’orgoglio non si sono date la pena di verificare la fonte e magari di approfondire.
Possiamo trovare la notizia pubblicata il 14 ottobre 2014 da adnkronos che esordisce con “E’ la quarta lingua studiata al mondo, l’ottava più usata su Facebook e ha un bacino potenziale d’interessati di 250 milioni di persone. L’importanza della lingua italiana ha spinto il ministero degli Affari Esteri e della Coooperazione Internazionale, in collaborazione con la presidenza del Consiglio dei Ministri, dipartimento per l’Informazione e l’Editoria, a realizzare una campagna di comunicazione per condividere con i cittadini la sua rilevanza nel mondo, e informarli sulla convocazione, per la prima volta, degli Stati Generali della lingua italiana nel mondo che si svolgeranno a Firenze il 21 e 22 ottobre.
La notizia quindi sembra più essere centrata sulla convocazione degli Stati Generali della Lingua Italiana ed infatti, a ben vedere, il video che fa da contorno alla notizia è proprio lo spot relativo a questo evento.

















Ma dove sono i dati riguardanti la “graduatoria” delle lingue più parlate al mondo? Se l’italiano è la quarta probabilmente ci sarà una terza lingua più parlata al mondo, ed anche una quinta! Qui la prima stranezza. Nessuna classifica. Ma allora da dove provengono questi dati? Leggiamo meglio e ci accorgiamo che i dati sono quelli forniti dalla Farnesina secondo cui “l’italiano passa dal quinto al quarto posto tra le lingue più studiate al mondo, con un totale di 687mila studenti stranieri, dislocati in 134 scuole italiane all’estero, 81 istituti di cultura, 176 Università e numerosi enti pubblici e privati. Gli studenti sono sempre meno discendenti degli emigrati italiani, ma sempre più cinesi, arabi e russi. A mettersi sui libri sono persone che vogliono ottenere il permesso di soggiorno, ma anche giovani e meno giovani con la passione per la nostra cultura.

Con tutta la stima per i dati forniti dalla Farnesina, quello che appare ictu oculi è che si sia davanti ad una affermazione da credere a priori più che una dimostrazione basata sui dati. I dati appunto. Sembra si tratti di dati ricavati solo dalla somma degli studenti di scuole italiane all’estero, Istituti Italiani di Cultura e Università nonchè dagli enti pubblici e privati… censiti. E qui c’è un altro nodo che viene al pettine e un’altra domanda che sorge spontanea. Quanti, soprattutto tra gli enti pubblici e privati, sono rimasti fuori? Che dire ad esempio delle facoltà di italianistica sparse in tutto il mondo e delle scuole private? Sembra davvero poco credibile che i dati siano davvero, se non esaustivi, almeno rappresentativi. Probabilmente la scintilla che ha dato vita a questa notizia ad effetto è stata la necessità di pubblicizzare adeguatamente l’evento legato alla convocazione degli Stati Generali della Lingua Italiana.
I primi dati ufficiali sulla diffusione della lingua italiana nell’Unione Europea risalgono al 2001 e studi e sondaggi sono stati effettuati fino al 2012 con risultati analoghi.
Diffusione della lingua italiana in Europa
Diffusione della lingua italiana in Europa
Secondo un sondaggio dell’Unione europea a 15, infatti, relativo al2001, l’italiano è al secondo posto per numero di parlanti madrelingua in ambito comunitario (16%), dopo il tedesco (24%) e accanto a francese e inglese, ma è al quarto posto (18%) per numero di parlanti totale (madrelingue e non).

Nel 2006 la Commissione Europea effettua un sondaggio, denominato “Eurobarometro“, e condotto su un campione di cittadini dei 25 stati dell’Unione, che conferma la seconda posizione della lingua italiana quanto a numero di madrelingua comunitari, preceduta solo dal tedesco (18%), a pari merito con l’inglese (13%), e davanti al francese (12%).

Lo stesso sondaggio posiziona l’italiano al sesto posto fra gli idiomi più parlati come L2 (3%), corrispondente a 14 milioni di persone, e preceduto da inglese (38%), francese (14%), tedesco (14%), spagnolo (6%) e russo (6%). L’italiano risulta parlato come seconda lingua a Malta dal 61% della popolazione, in Slovenia dal 15%, in Croazia dal 14%, in Austria dall’11%, in Romania dall’8% e in Francia e Grecia dal 6% della popolazione.

Tutti i risultati del 2006 sono stati riconfermati dal rapporto del 2012, dal quale emergono percentuali analoghe a quelle sopra citate.

L’italiano è inoltre una delle lingue ufficiali e nazionali della Svizzera, che pur non essendo membro dell’Unione europea intrattiene con questa intense relazioni economiche, politiche e culturali. La lingua italiana è molto parlata e studiata anche in altri paesi non-membri dell’UE, come Albania e Montenegro, per via dei loro legami storici e della vicinanza geografica con l’Italia.

Fonte: D.ITAL.S
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mercoledì 5 agosto 2015


Potremmo benissimo dire che hanno scoperto l'acqua calda. La vanità dei brasiliani è a livelli ineguagliabili se la confrontiamo con altri paesi. E questo vale sia per uomini che donne. Quindi non sorprende affatto il risultato di questa ricerca fatta dalla FecomercioSP.

As famílias brasileiras gastam, anualmente, 20,3 bilhões de reais com serviços de cabeleireiros, manicure e pedicure, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

O número é 18% superior aos gastos com cursos regulares de educação (da pré-escola ao segundo grau), que somam 17,24 bilhões de reais por ano. O resultado também supera os 19,86 bilhões de reais, referente ao volume anual gasto com alimentos básicos, como aves e ovos.

A classe C lidera o volume de consumo anual, com 11,8 bilhões de reais. Em seguida, vem a classe A, com gasto de 3 bilhões de reais e, na sequência, a classe B, com 2,9 bilhões de reais. Na classe D, os consumidores gastam cerca de 1,4 bilhão de reais por ano e os da E, 1,1 bilhão de reais.

Ao considerar o valor médio, a classe A lidera, com média anual de 1.310,38 reais. Para os consumidores da classe C, a média é de 369,27 reais, e da classe E, o valor é de 83,95 reais.

Apenas no Estado de São Paulo, o total de gastos em salões de beleza é de 6,26 bilhões de reais, o que representa 31% das despesas das famílias em todo o país. Ainda no âmbito paulista, a classe C também é que a mais consome, com mais de 3,7 bilhões de reais por ano.

Os dados que compõem o estudo consideram os serviços de barbeiro, cabeleireiro, barba e corte de cabelo, além dos serviços de manicure e pedicure. As informações foram estimadas com base na Pesquisa de Orçamento Familiares (POF), do IBGE.

Fonte: BrasilPost
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