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venerdì 17 aprile 2015


Ma scusate, il Brasile non era "o país do futuro"? Evidentemente qualcuno si é sbagliato.

Os 12 países mais prontos para o futuro (e o Brasil em 84º)

Desde 2001, o Fórum Econômico Mundial divulga um relatório mostrando o que os países tem feito para se preparar para um futuro digital.

No ranking de 2015, Singapura passou a Finlândia, mas os primeiros lugares continuam parecidos, com destaque para países europeus e asiáticos.

Para o Brasil, uma má notícia: queda de 15 posições em um ano e de 19 posições desde 2012, o que nos deixou atrás de nações como Ucrânia, El Salvador e Ruanda.

O Brasil não entrou no top 50 em nenhum dos 10 pilares divididos entre ambiente (regulatório/político e de negócios/inovação), prontidão tecnológica (infraestrutura, preços e competências), uso (por governos, indivíduos e empresas) e impactos (econômicos e sociais).

Fonte: Exame







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mercoledì 15 aprile 2015

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,mais-da-metade-dos-brasileiros-estao-acima-do-peso-diz-pesquisa,1670217

In Italia non è che stiamo meglio. Secondo una recente ricerca 1 italiano su 3 è in sovrappeso. Sara colpa dell'alimentazione sbagliata, delle cattive abitudini alimentari o della pigrizia della gente. Certo è che la cosa è piuttosto preoccupante.

Segundo estudo feito pelo Ministério da Saúde em 2014, sobrepeso atinge 52,5% da população adulta do País; 17,9% são obesos 

BRASÍLIA - Em oito anos, o número de brasileiros adultos acima do peso subiu quase 10 pontos percentuais e hoje a maioria da população já apresenta sobrepeso. Pesquisa feita pelo Ministério da Saúde sobre obesidade no País mostra que 52,5% da população adulta já tem excesso de peso, quando há nove anos eram 43% - um crescimento de 23% no período. Desses, 17,9% são obesos.
Apesar da estabilidade há três anos da obesidade, outros fatores de risco para as doenças crônicas têm crescido. Em 2014, 20% dos entrevistados declararam ter diagnóstico de excesso de colesterol. 

As chamadas doenças crônicas, causadas por fatores de risco como alimentação ruim, consumo de tabaco e álcool, são responsáveis por 72% das mortes no Brasil, cerca de 700 mil por ano. A pesquisa Vigitel faz o acompanhamento dos fatores de risco há nove anos e, entre fevereiro e dezembro de 2014, entrevistou por telefone 40.853 pessoas com mais de 18% em todas as capitais e no Distrito Federal.

Ministério da Saúde mostram que o excesso de peso no País é maior entre os homens: 56,5% deles estão acima do peso, enquanto entre as mulheres o índice é de 49,1%

Os dados mostram que o excesso de peso é maior entre os homens: 56,5% deles estão acima do peso, enquanto entre as mulheres o índice é de 49,1%. O excesso também varia de acordo com a faixa etária. Entre 18 e 24 anos, a taxa é alta, de 38% da população, mas bem inferior à das pessoas entre 45 e 64 anos, que passa de 61%.

De acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a boa notícia da pesquisa é que o Brasil não mostra mais uma tendência de crescimento disparado do sobrepeso e da obesidade, como acontece em outros países, mas uma redução do ritmo.

"Parando de crescer vamos começar a poder trabalhar com metas de redução. Tanto nosso plano quanto o da OMS (Organização Mundial da Saúde) hoje é deter, porque a redução ainda é muito difícil", afirmou o ministro.

A meta da OMS recomenda manter os índices de obesidade da população em 15%. No Brasil, nos últimos três anos, o número variou de 17,4% a 17,9%, mas, de acordo com o ministério, a variação está dentro da margem de erro da pesquisa. 

O levantamento mostra ainda uma relação direta entre escolaridade e excesso de peso. Pessoas com 12 anos ou mais de escolaridade têm menores frequências de obesidade, 12,3%. Com 0 a 8 anos de escolaridade, o índice sobe para 22,7%.

"Podemos creditar isso a mais informação, mais acesso a alimentação saudável e exercícios. Pode ser um fator importante no futuro para deter obesidade e excesso de peso", afirmou a diretora do departamento de vigilância de doenças e agravos não transmissíveis do Ministério da Saúde, Déborah Malta. 

Ainda assim, a pesquisa feita em 2014 mostra também que os brasileiros estão se exercitando mais e comendo menos gordura. Cerca de 35% da população declarou se exercitar regularmente, pelo menos 150 minutos por semana, 18% a mais do que o período da última pesquisa, há seis anos. 

Nessa conta, o ministério leva em conta exercícios regulares, exercícios no deslocamento para o trabalho - caminhar, ir de bicicleta, por exemplo -, no trabalho ou nas tarefas domésticas. Ainda assim, 15% dos entrevistados declararam não ter feito nenhum desses quatro tipos no último ano. 
Apesar do aumento na quantidade de pessoas que se exercitam, o impacto no sobrepeso ainda não é tão alto. "O aumento sobrepeso tem a ver não só com exercícios, mas com a alimentação. Se não tivesse aumento nos exercícios, teríamos com certeza mais obesidade e mais sobrepeso", afirmou Chioro. 

Apesar de registrarem mais aumento de peso, os homens dizem se exercitar mais: 41,6% disseram praticar a quantidade recomendada de exercícios físicos, enquanto apenas 30% das mulheres fazem o mesmo. Também diminuiu o número de pessoas que ficam pelo menos três horas por dia assistindo TV, de 31% para 25%. 

Entre as capitais, Florianópolis se mantém como a capital onde mais pessoas mantém o hábito de se exercitar regularmente - e, não por acaso, a cidade onde há menor número índice de adultos obesos - , enquanto São Paulo fica em último lugar.

De acordo Déborah Malta, esse mau resultado seria causado pelas dificuldades de vida em uma grande metrópole, especialmente pelo tempo gasto em deslocamento do trabalho para casa e vice-versa. 

De acordo com o Ministério da Saúde, os brasileiros ainda mantêm o hábito positivo de consumir uma quantidade variada de frutas e hortaliças e mais de um terço declararam fazê-lo no mínimo cinco vezes por semana, mesmo que o consumo seja abaixo da quantidade recomendada pela OMS, de cinco ou mais porções diárias. 

Os brasileiros também estão consumindo menos refrigerantes e menos carnes com excesso de gordura. O índice caiu de 32% para 24% entre 2007 e 2014, mas, entre os homens, 38,4% declararam continuar consumindo carnes com gordura.


A pesquisa registra ainda o crescimento de mais um hábito negativo: 15% das famílias declararam substituir almoço ou jantar por um lanche pelo menos sete vezes por semana. 

Fonte: Estadão
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giovedì 9 aprile 2015


Caro italiano, prometto che da oggi smetterò di darti opinioni sulla tua scelta di venire a vivere in Brasile. Sei convinto di fare la cosa giusta, di cambiare, in meglio, la tua vita e quella della tua famiglia, e mi auguro di cuore che sia proprio così. Anche perché tutti i miei consigli precedenti non sono serviti a nulla, quindi è inutile continuare di questo passo.

Oggi parleremo di abbigliamento e, giusto per renderti ancora più felice, ti dico subito che qui in Brasile spenderai meno che in Italia. Non perché i vestiti costino poco. Se vuoi dei jeans di buon livello o una camicia di marca anche qui costano molto, ma per il semplice fatto che qui in Brasile, avendo un clima tropicale, avrai bisogno di meno vestiario. Quindi niente cappotti, giacche a vento, maglioni, sciarpe, guanti e tutto quello che eri abituato a indossare in inverno.

Scordati anche completi eleganti, cravatte di vario colore o quelle bellissime scarpe Church’s pagate 600 euro. Qui tutte queste cose non ti serviranno, un po’ per il clima sempre caldo, ma soprattutto per lo stile dei brasiliani, molto, ma molto casual.

Giusto per non smentirmi (d’altronde non posso essere sempre buono) ti dico una cosa: i brasiliani si vestono malissimo. Tu dirai che questa è solo una mia opinione personale, ma in verità di dico che non sono l’unico a pensarla così. In una intervista a Alberto Hiar, proprietario di una catena di negozi di abbigliamento sparsi per il Brasile, ha affermato: “Não acho que o brasileiro se vista bem. O homem brasileiro tem pouca personalidade, pouca informação sobre moda. Ele está mais preocupado com o automóvel do que com a maneira como ele vai se vestir. Ele acha que estar bem é só ter a parte financeira resolvida... Muitos desconhecem moda, acham que é coisa de homossexual... O brasileiro pensa muito parecido com o americano. Ele acha que o poder e o dinheiro permitem que ele se posicione e adquira o que quiser. Até sendo cafona se acha chique. Por isso mesmo, poucos estilistas americanos fazem sucesso. Eles não são conceituais. Já os europeus têm essa preocupação em se vestir adequadamente.”

Siamo d’accordo, Alberto Hiar non sarà Versace o Armani, ma in ogni caso è uno che si occupa di moda da molti anni e conosce bene i suoi clienti, cioè i brasiliani.

Ma perché si vestono male i brasiliani? Ora qui potremmo parlare per ore sul concetto di eleganza o su cosa renda una persona elegante, ma non è questa la sede per tali discorsi filosofici. Diciamo che per essere eleganti non bisogna necessariamente vestirsi di giacca e cravatta. Anche un paio di jeans e una camicia adeguata faranno di te una persona elegante, o come dicono qui, charmosa. Quindi potremmo dire che i brasiliani si vestono male non perché vestono SEMPRE casual, ma perché il più delle volte non sanno abbinare i vari modelli, o tessuti, o colori. E anche perché i brasiliani sono un popolo MOLTO informale, o per meglio dire, relaxados. A loro discolpa posso dire che il clima non aiuta molto. È difficile indossare un vestito o anche solo una giacca quando ci sono 30/35°. Indossare una camicia a maniche lunghe diventa già un vero problema. E ti dirò di più: se gli uomini si vestono male le donne sono ancora peggio!

Parliamoci chiaro, io sto parlando della gente comune, quella che vedi comunemente in centro o al supermercato. È inutile che mi diciate “ho visto in televisione quella tal persona ed era molto elegante”. A parte il fatto che anche in TV vedi delle cose orripilanti (prendi per esempio Regina Casé, Faustão o Tiago Leifert) ma in ogni caso quelli sono personaggi famosi, guadagnano milioni di Reais e hanno una troupe di professionisti che li aiutano nel loro stile.

Ma lasciamo perdere tutti questi discorsi. La mia vuole essere una piccola guida per aiutarti nella tua prossima avventura in Brasile, quindi concentriamoci sulle cose pratiche.

Se volessi esagerare, ti direi che qui in Brasile ti basterebbero qualche paio di bermuda, un po’ di camicette colorate e un paio di infradito. Con questi articoli potresti vivere qui tutto l’anno. Se poi aggiungi un paio di jeans, delle scarpe da tennis e una felpa leggera col cappuccio saresti immediatamente nominato brasiliano ad honorem!

Qui i bermuda fano parte delle caratteristiche del Brasile, come il samba e la caipirinha. Puoi andare dappertutto con questi tipici pantaloncini, anche in banca o al ristorante, senza che nessuno ti guardi male per il tuo modo di vestire.

Ora, a mio parere, è vero che qui fa sempre molto caldo, quindi ben vengano bermuda e infradito, ma come sempre qui si esagera un po’, e a volte sarebbe meglio indossare un altro tipo di abbigliamento. In ogni caso è una delle prime cose che dovrai comprare.

Stessa cosa con le infradito. Se noi in Italia le usiamo solo in spiaggia qui ti garantisco che le userai sempre. Sono comodissime, leggere e mantengono il piede sempre fresco. Le migliori sono le Havaianas, ma anche le Ipanema sono buone. Ti costano in media R$ 20/25,00, ma troverai infradito al supermercato per molto meno.

Rimanendo in fatto di scarpe sappi che il modello preferito dai brasiliani sono le scarpe da ginnastica. Si, proprio quelle che usi in palestra, colorate, moderne e comode per camminare. Qui troverai tutti i modelli e marche immaginabili. Quindi Nike, Adidas, Converse, e chi più ne ha più ne metta. I prezzi a mio avviso sono cari, in genere partono dai R$ 150,00 fino addirittura R$ 1.000,00, ma dipende sempre da quello che vuoi. Per avere un’idea prova a guardare QUI, forse il sito più famoso in questo genere di articoli.

Se invece vuoi essere più “elegante” (e le virgolette sono d’obbligo) dovrai comprare delle “sapaténis”. Cosa sono? Sono una via di mezzo, secondo loro, tra le scarpe e i tennis. In pratica sono delle scarpe da tennis un poco più eleganti e sobrie, con la suola di gomma ma più fina e con la tomaia in tessuto o in pelle. QUI più avere un’idea di quello che parlo.

Ma Franco, e se io volessi delle comunissime scarpe da uomo, serie, in pelle nera o marrone?

Scordatele!

Beh, no, non è vero. In verità trovi delle scarpe “normali”, ma in proporzione molto poche e nemmeno lontanamente paragonabili alle scarpe italiane, famose in tutto il mondo. Il 99% di queste scarpe sono nere, la maggior parte mocassini, ma in qualche negozio specializzato puoi trovare delle scarpe decenti. Dai un’occhiata QUI e QUI.

Ma torniamo ai vestiti.

Come ho detto i bermuda sono un capo obbligatorio in questo paese. Altro genere di pantaloni che userai molto sono i jeans. Devo ammettere che i jeans brasiliani (non quelli cinesi, ma fatti in Brasile) sono validi e di buona fattura. Il costo medio si aggira sui R$ 80/100,00 e per jeans non intendo solo quelli classici in denim, ma tutti quei pantaloni casual tipo chinos o jeans in vari colori.

Altro abbigliamento d’obbligo sono le magliette. I brasiliani adorano le magliette, molto più che le camice, e qui ne troverai a centinaia tutte diverse. Le canottiere non te le consiglio, a meno che tu non sia un culturista e voglia mostrare il tuo fisico.

Camice: la maggior parte sono a maniche corte, ma anche in questo caso trovi negozi specializzati in “roupas social”, cioè vestiti seri, eleganti, non casual, dove avrai molta scelta. Una camicia che dovrà far parte del tuo outfit di perfetto brasiliano è quella a quadri. Tieni presente una cosa importante: il Brasile, e di conseguenza i brasiliani, sentono moltissimo l’influenza degli Stati Uniti. Questo vale anche nel modo di vestire, quindi niente di meglio che jeans, camicia a quadri e cappellino da tennis (magari tutto questo guidando un pick-up mentre vai da McDonals’s). Quindi metti anche in conto due o tre cappellini, che qui si chiamano “boné”. Oltre a proteggerti dal sole cocente ti daranno uno charme particolare e le donne, in particolar modo le “piriguetes” cadranno ai tuoi piedi.

E in inverno? A parte che chiamare “inverno” quella stagione che qui va dal 21 di giugno fino al 21 di settembre è a dir poco una esagerazione, ma in ogni caso, specialmente al sud, fa abbastanza freddo e le temperature possono arrivare a meno di 10°. In questo caso un giubbottino ti potrà servire, abbinato a una inseparabile felpa. Il bello è che qui ne vedrai di tutti i colori: persone che andranno in giro di bermuda, chinelos e felpa col cappuccio (ma con l’onnipresente cappellino) e altre con giacche a vento degne di una spedizione sull’Himalaya. Ma de gustibus…

Bene, mi sembra di averti detto tutto. Manca solo una cosa importante: le misure qui in Brasile sono diverse da quelle italiane, quindi dovrai tenerne presente quando andrai a comprarti i tuoi bei vestiti alla moda. Per questo ti allego una tabella in cui potrai convertire le misure che usavi in Italia con quelle che troverai in Brasile, consigliandoti però sempre di provare ogni articolo prima di comprarlo.


Alla prossima!


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mercoledì 8 aprile 2015


È strano quest'articolo di Veja, ma forse poi non tanto. Sembra che sempre piú brasiliani sentano la necessitá di emigrare in altri paesi, Stati Uniti in testa come sempre. Un po' per la mancanza di lavoro o di opportunitá, e questo si collega al post precedente, ma anche per avere una vita piú tranquilla e con piú sicurezza. Basta leggere l'ultima frase di una intervistata : "A gota d'água foi quando meu filho mais velho perguntou quando ele poderia andar sozinho na rua", Questo la dice lunga su come si vive qui in Brasile. 

No dia 26 de outubro do ano passado, logo após a reeleição da presidente Dilma Rousseff, o agente de migração Renato Feldmann colocou no Facebook um artigo com informações sobre como emigrar para o Canadá. Até a meia-noite do mesmo dia, a postagem já tinha mais de 5 000 compartilhamentos. Em março deste ano, um texto a respeito da vida em Quebec, também no Canadá, viralizou na internet: a procura foi tão grande na rede que derrubou o servidor do escritório da província canadense em São Paulo. Esses são casos que ilustram o aumento no interesse de brasileiros em deixar o país. Os dados mais recentes revelam que estamos diversificando nossos destinos. Ao mesmo tempo, sugerem um perfil menos "aventureiro" daqueles que deixam o país.
Em perspectiva, segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne as nações mais desenvolvidas do planeta, as estatísticas mostram que o fluxo de brasileiros - legais - para o exterior diminuiu 28% de 2010 a 2013 (veja a tabela abaixo). Essa queda está relacionada à crise econômica mundial de 2008, que devastou a economia de nações que recebiam muitos brasileiros e afetou principalmente os trabalhadores pouco qualificados. "Como sempre, são os postos de trabalho dos imigrantes os primeiros a serem suprimidos", avalia Duval Fernandes, professor da PUC de Minas. Não à toa, 65% dos imigrantes que entraram no Brasil no final dos anos 2000 eram brasileiros que decidiram retornar. Três em cada quatro deles tinham até o ensino médio completo.
Desde 2010, houve uma redução drástica do total de brasileiros que migram para destinos históricos. Na Espanha, queda de 41% de 2010 a 2013, segundo a OCDE. "A Espanha foi o segundo país no mundo ocidental que mais recebeu imigrantes na década passada. Com a crise econômica, os fluxos foram reduzidos e começou a haver um saldo negativo", afirma Leonardo Cavalcanti, do Observatório das Migrações Internacionais. Em países como Portugal, Itália e Japão, os fluxos anuais de brasileiros caíram sensivelmente no mesmo período.
Enquanto esses locais ofereciam menos oportunidades, países com políticas de atração migratória se tornaram mais interessantes. Mas os governos não escolhem imigrantes a esmo: lançam listas buscando profissionais qualificados em áreas específicas. É o caso do paulistano Rafael Isabella. Aos 32 anos, o analista de negócios de Tecnologia da Informação decidiu viver em Sydney, na Austrália, com a mulher. Enfrentou os oito meses do processo de imigração e recebeu a aprovação há um mês. "O que mais me motiva a sair é a situação atual do país. Temos uma cultura que permite que muita coisa errada aconteça", justifica. Empresas especializadas na migração para a Austrália, como a Bravo Migration e a Smart Vistos, têm crescido mais de 30% em média ao ano. O perfil dos clientes é de profissionais com experiência em suas áreas, entre 28 e 39 anos.
O caso da Austrália é emblemático: a migração qualificada brasileira no país mais que dobrou desde 2010. Segundo dados do governo australiano enviados ao site de VEJA, dos 884 vistos de residência emitidos em 2010, 506 (57,2%) eram para profissionais qualificados. Em 2014, foram 1.520 vistos de residência, dentre os quais 1.077 (70,8%) qualificados. Um aumento de 112% no período. Já o número de brasileiros residentes cresceu 33,2% de 2010 a 2014, de 16.550 para 22.050, segundo estimativas do governo.
No Canadá - onde não há separação nos dados por qualificação -, o fluxo de brasileiros atingiu um pico histórico em 2010 e seguiu uma forte redução no ano seguinte. Para autoridades, o recorde está associado a novas regras para acelerar o processo de entrada. Com isso, pedidos de anos anteriores que estavam travados podem ter sido contabilizados. De 2011 a 2013, já sob regras mais ágeis, o número de vistos de residência concedidos por ano a brasileiros cresceu 13,5% - último dado disponível. Essa tendência pôde ser sentida no escritório da província do Quebec em São Paulo, onde o número de palestras sobre migração e também a procura por informações dobraram desde o segundo semestre do ano passado. Outro destaque é o fluxo e a quantidade de brasileiros na Alemanha, que cresceram mais de 25% de 2010 a 2012.
Países como esses oferecerem qualidade de vida e oportunidade aos emigrantes. Figuram no topo do ranking do IDH e precisam de mão de obra qualificada para substituir suas populações envelhecidas e com baixa natalidade. De 2000 a 2010, o número de brasileiros com alta qualificação pelo mundo cresceu 105%, enquanto a população geral de expatriados subiu 85%. Não há registros mais recentes sobre os qualificados, mas o fluxo de brasileiros em direção a países atrativos que buscam essa mão de obra se manteve desde 2010. "Se no passado a predominância era daquele imigrante que ia em busca de um sonho de riqueza fácil, hoje podemos ver uma maior participação do imigrante qualificado", explica Fernandes.
Um exemplo é a pesquisa da consultoria Hays com 7.000 executivos brasileiros que mostrou que 71% deles estavam dispostos a sair do país em 2014. No ano anterior, eram 62,5%. "Temos visto um aumento considerável de pessoas buscando o Canadá, Austrália, França, Alemanha e países asiáticos", destaca Luis Fernando Martins, diretor nacional da Hays. 
Nos Estados Unidos, a emissão de vistos de imigração para brasileiros cresceu apenas 1,5% de 2010 a 2014. Tem chamado a atenção, no entanto, o aumento da procura do desconhecido visto Eb5. Ele permite obter a cidadania através de investimento de 500.000 dólares em projetos chancelados pelo governo. São poucos os pedidos brasileiros, mas com tendência de alta: 47 em 2014, quase o total dos três anos anteriores somados, 48. Desde as eleições, a procura para empresas especializadas explodiu. No caso do escritório Piquet Law and Firm, triplicou desde novembro. "Os últimos seis meses têm sido uma 'corrida do ouro'. É um pouco assustador", diz Alexandre Piquet. Preocupada com o futuro dos filhos, professora Katia Franhani decidiu se mudar para os EUA por essa modalidade. "A gota d'água foi quando meu filho mais velho perguntou quando ele poderia andar sozinho na rua", conta Katia, que vive em Winter Garden.
Fonte: Veja
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martedì 7 aprile 2015


No, qui in Brasile non c'é crisi. No, qui tutto va a gonfie vele. Solo l'Italia é piena di disoccupati. Solo in Italia si muore di fame e non c'é lavoro. Venite, venite tutti in Brasile, il Paradiso vi aspetta.

São Paulo - O potencial de criação de emprego do país encontra-se hoje bastante comprometido, segundo concluem Fábio Silveira e Lucas Foratto, da GO Associados, em relatório distribuído a clientes. 
Eles preveem a eliminação de 300 mil postos de trabalho formais na economia brasileira neste ano, contrariando a geração líquida de 357 mil postos em 2014.
"Neste primeiro semestre, apesar da provável contabilização de algum saldo positivo de postos no setor de serviços e comércio, o mercado de trabalho deve continuar a se aprofundar, em resposta não apenas ao cenário doméstico desfavorável para o biênio 2015-2016, mas também à letargia demonstrada pelas exportações brasileiras, apesar da forte desvalorização do real", avaliam os analistas da GO Associados.
Com base nos dados de eliminação de 2,4 mil empregos formais em fevereiro, de acordo com o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), Silveira e Foratto assumem a tese de que o mercado de trabalho começou a evidenciar os efeitos da dinâmica recessiva da economia.
Com o fechamento das vagas anotadas em fevereiro, o estoque de demissões acumuladas nos últimos 12 meses saltou para 47 mil.
De acordo com a GO Associados, os setores de comércio e serviços são os únicos que ainda resistem à tendência de retração do mercado de trabalho.
Nos últimos 12 meses encerrados em fevereiro, esses dois setores produziram liquidamente 429 mil vagas. Já a indústria eliminou 462 vagas e a agricultura fechou 14 mil postos de trabalho.
Na média, a taxa de desemprego subiu a 5,9% ante a marca de 5,1% em fevereiro de 2014. Nesta mesma base de comparação, o contingente de pessoas desocupadas cresceu 14,2% e alcançou 1,42 milhão de pessoas. A População Economicamente Ativa (PEA), por sua vez, caiu 0,4% para 24,2 milhões de pessoas.
O rendimento real médio, também na comparação de fevereiro deste ano com o mesmo mês de 2014 caiu 0,5% para R$ 2.163,00. Em relação a janeiro último, a queda foi de 1,4%.
Fonte: Exame
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venerdì 3 aprile 2015


Spero che qualcuno sappia cogliere il lato ironico di questo articolo del sito americano BuzzFeed, uno tra i piú visitati al mondo.


1. Se le persone vi dicono che l'Italia è meravigliosa, NON credete a quello che stanno dicendo .

If people tell you Italy is beautiful, do NOT believe them.
Eurotravel / Getty Images
Lago di Como (Lombardia).

2. L'Italia è semplicemente il peggior paese.

Italy is just the worst.
Getty Images via Thinkstock
Lecce (Puglia)

3. Sul serio.

Seriously.
Bobbushphoto / Getty Images
Matera (Basilicata)

4. L'Italia è assolutamente orribile.

It is absolutely vile.
Poike / Getty Images
Vieste (Puglia)

5. L'Italia è un paese noioso.

Boring.
Getty Images via Thinkstock
Roma (Lazio)

6. L'Italia è un paese insignificante.

And unremarkable.
Luiginifosi / Getty Images
Isole Eolie (Sicilia)

7. Questo paese non ha letteralmente niente da offrire.

This country has literally nothing to offer.
Jaropienza / Getty Images
Montepulciano (Toscana)

8. E per niente, intendo NIENTE.

And I mean NOTHING.
Stevenmayatt / Getty Images
Monte Etna (Sicilia)

9. La costa è piana e senza attrazioni.

The coastline is plain and uneventful.
Gbarm / Getty Images
Scilla (Calabria)

10. Le spiagge sono brutte e affollate.

The beaches are crowded and ugly.
Lidian Neeleman / Getty Images
Gargano (Puglia)

11. L'intera costa è semplicemente penosa da osservare.

The whole coastline is just painful to look at.
Agustavop / Getty Images
Capri (Campania)

12. Serio, guardate qui!

Seriously, look at this!
Freeartist / Getty Images
Amalfi (Campania)

13. È un insulto per gli occhi.

It's an insult to the eye.
Francesco Ricca Iacomino / Getty Images
Procida (Campania)

14. È rivoltante!

It's revolting!
Emicristea / Getty Images
Manarola, Cinque Terre (Liguria)

15. Un paesaggio da volta stomaco.

Eww.
Haveseen / Getty Images
Portofino (Liguria)

16. Grossolana.

Gross.
Amoklv / Getty Images
Genova (Liguria)

17. E non fatemi parlare dell'architettura.

And don't get me started on the architecture.
Marco_ficili / Getty Images
Sicilia

18. I paesini sono tutti noiosi.

It's all dull-looking villages.
Lianem / Getty Images
Ostuni (Puglia)

19. E i borghi sono senz'anima.

And soulless hamlets.
Janmiko / Getty Images
Civita di Bagnoregio (Lazio)

20. Anche i tramonti sono noiosi.

Even the sunsets are lame.
Nosfevil / Getty Images
Pacentro (Abruzzo)

21. E pensate che il cibo sia buono? Mi dispiace dirvelo ma vi sbagliate: è disgustoso!

And you thought the food would be good? Well, I'm sorry to tell you that you're wrong: it's disgusting!
Matt Jones / Via Flickr: blackbeltjones

22. Anche i dolci non scherzano.

The desserts are gag-worthy.
Marrakeshh / Getty Images

23. E non augurerei al mio peggior nemico di bere i loro cappuccini ed espressi.

And I wouldn't wish their espressos or cappuccinos on my worst enemy.
somenametoforget / Via Flickr: somenametoforget

24. La storia dell'Italia è priva di eventi.

Italy's history is uneventful.
Fazon1 / Getty Images
Roma (Lazio)

25. Non c'è letteralmente nulla da vedere.

There is literally no sight of interest anywhere.
Alexander Hassenstein / Getty Images
Pisa (Toscana)

26. La campagna mette sonno.

Its countryside is yawn-inducing.
Shaiith / Getty Images
Val d'Orcia (Toscana)

27. Le montagne sono assurde.

The mountains are grotesque.
Zanve / Getty Images
Dolomite (Trentino-Alto Adige)

28. E i vulcani orribili.

And the volcanoes hideous.
Getty Images via Thinkstock
Etna (Sicilia)

29. L'intero Paese non ha classe.

The whole country has no class.
Jojobob / Getty Images
Verona (Veneto)

30. E tutte le cittá sono uguali.

And no distinction.
Oneinchpunch / Getty Images
Milano (Lombardia)

31. Torino è come un grande e brutto neo in mezzo al paese.

Turin is like a big and ugly mole in the middle of the country.
Getty Images via Thinkstock
Torino (Piemonte)

32. Bologna è l'ultimo posto interessante sulla terra.

Bologna is the least interesting place on earth.
Nickolayv / Getty Images
Bologna (Emilia-Romagna)

33. Venezia è come un grande "niente" circondato dall'acqua.

Venice is like a big old nothing surrounded by water.
Dikoz / Getty Images
Venezia (Veneto)

34. Sto parlando seriamente.

Seriously.
Fazon1 / Getty Images
Venezia (Veneto)

35. Siete dei pazzi se trovate Firenze bellissima.

And you'd have to be insane to find Florence beautiful.
Apichsn / Getty Images
Firenze (Toscana)

36. Non c'è VERAMENTE NIENTE di interessante in questa città.

There is LITERALLY NOTHING attractive about this city.
Serrnovik / Getty Images
Firenze (Toscana)

37. E se credete che andare in Sardegna sia meglio, vi sbagliate, è assolutamente la peggiore.

And if you thought going to Sardinia would be better, well I've got news for you: Sardinia is actually the worst.
Stefano Gargiulo / Getty Images
Cala Domestica (Sardegna)

38. L'intero Paese è privo di ispirazione.

The whole country is seriously uninspiring.
Jozef Sedmak / Getty Images
Verona (Veneto)

39. Non andateci mai.

Never go there.
Martinm303 / Getty Images
San Gimignano (Toscana)

Fonte: BuzzFeed
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