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domenica 15 luglio 2012

Falando grosso


La grande Dilma Rousseff, meglio conosciuta come A presidentA, esperta di economia mondiale, qualche mese fa, durante un suo viaggio negli Stati Uniti, ha criticato duramente l’economia dei Paesi ricchi (ma perché, non è ricco anche il Brasile? O lo è solo quando fa comodo?):

Na Casa Branca, Dilma critica política expansionista dos EUA
Dilma criticou a politica monetária expansionista dos países ricos, afirmando que elas valorizam as moedas das nações em desenvolvimento e comprometem seu crescimento. 
Depois, em entrevista à imprensa, Dilma foi ainda mais explícita: a tsunami monetária (excessiva disponibilidade de dinheiro aos mercados pelos bancos centrais) “exporta para os emergentes a crise dos países ricos”.
Prima ancora, sempre Dilma, questa volta conosciuta come A professorA, voleva insegnare l’economia ai Paesi europei:
Dilma ensina à Europa receita brasileira
A presidente Dilma Rousseff recomendou há pouco ao primeiro-ministro belga Yves Leterme que a Europa não adote ajustes fiscais profundos como forma de combater a crise financeira internacional.
A presidente afirmou que a experiência do Brasil vivida durante a crise da década de 1980 é que a crise deve ser combatida com aumento do consumo, dos investimentos e do crescimento da economia. “A nossa experiência demonstra que, nosso caso, ajustes fiscais extremamente recessivos só aprofundaram o processo de estagnação, perda de oportunidades e desemprego”, disse Dilma, durante declaração conjunta ao lado de Leterme, no Palácio de Egmont, sede do governo belga, em Bruxelas.
Oggi, la rivista americana di economia Forbes, annuncia in un suo articolo:
Brasil vai crescer menos que os Estados Unidos em 2012, diz a revista Forbes
O Brasil vai crescer menos que os Estados Unidos neste ano, diz artigo da revista de economia americana Forbes, publicado nesta quinta-feira (12). Segundo o texto, enquanto a economia dos EUA deverá crescer cerca de 2% em 2012, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro parou completamente – é o pior desempenho entre os quatro grandes mercados emergentes, os Brics.
No Brasil, as vendas no varejo tiveram em maio a maior queda dos últimos três anos. De abril para maio, houve redução de 0,8%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, na quinta-feira (12), o Banco Central divulgou que o índice de atividade econômica mensal, o IBC-Br, caiu 0,02% na comparação com abril. A expansão real foi revisada e passou para 0,10%, contra 0,22% apurado anteriormente. O IBC-Br é considerado pelo mercado como uma prévia do PIB.
As boas notícias vêm apenas do setor automotivo brasileiro, onde os incentivos fiscais fizeram a venda de carros subir 40% entre abril e maio. No entanto, em junho, dados indicam estabilidade na taxa de produção industrial.
Para a Forbes, não há dados suficientemente bons para empurrar a economia brasileira acima do crescimento do ano passado, de 2,6%. “A menos que os EUA tenham um segundo semestre terrível, o mais provável é que a economia do Brasil fique aquém da do Tio Sam”, diz o artigo.
O Ministério da Fazenda prevê crescimento de 4% do PIB neste ano. Em junho, o Banco Central reduziu a estimativa de 3,5% para 2,5%. Para tentar reanimar a economia, que não tem respondido aos estímulos de consumo feitos pelo governo, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu, nesta quarta-feira (11), a taxa básica de juros (Selic), que já era a mais baixa da história. A partir desta quinta, ela passou de 8,5% para 8% ao ano, valendo pelos próximos 45 dias.
De acordo com a publicação, o banco de investimento Barclays disse que sua meta para o PIB do Brasil foi de 2,2%, mas estão reajustando o valor para 1,7%, mesmo considerando que o forte fluxo de estímulos deva levantar a economia no segundo semestre do ano.
Come diceva Chico Buarque, “falando grosso”.
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1 commento:

  1. il Brasile non ha basi solide per una crescita stabile, si é sempre saputo e lo sanno anche Dilma e Mantega. Tutto il resto è propaganda.

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