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sabato 8 marzo 2014

Viva il casino brasiliano!


Parliamo ancora di calcio e Coppa del Mondo (d'altronde in questo paese di cosa dovremmo parlare?). Un'altra rivista francese ha pubblicato un articolo (questa volta vero, non come quello che qualche buontempone si é divertito a inventare di sana pianta) su quello che sta avvenendo in Brasile. Il titolo già dice tutto: Vive Le Bordel Brésilien!

In effetti più che casino come potremmo definire questa Coppa del Mondo verde-amarelo? "Meglio andare subito al punto, sappiamo cosa succederà: lunghe code ovunque, in aeroporti, autobus e stadi, con voli in ritardo e tifosi arrabbiati per aver persona una partita costata un occhio". Questo é quello che si può leggere all'inizio del'articolo. Ma le critiche, con giusta ragioni pesanti, vanno anche alla FIFA, definita la "Impresa della vergogna in Brasile" e considerando gli eventi passati e attuali penso che non si possa dare torto a questa definizione. Alla fine la Coppa del Mondo si farà e tutti saranno felici, aldilà dei problemi che tutti conoscono. Il Brasile diventerà esacampione, Dilma sarà ancora rieletta e tutto continuerà come prima. Ma questo, non so il perché, mi rende triste.

Revista francesa detona a Copa no Brasil


Desta vez é verdade. Um mês depois da polêmica gerada por um texto falso atribuído à revista France Football que criticava fortemente a organização da Copa do Mundo no Brasil, o site da revista esportiva francesa "So Foot" publicou uma extensa reportagem sobre a preparação do Brasil para o Mundial. O texto, carregado de sarcasmo e humor ácido, mostra a que veio já no título: "Viva a Bagunça Brasileira!" (Vive Le Bordel Brésilien!). Em francês, a palavra bordel serve tanto para designar casas de prostituição quanto uma grande bagunça.
A reportagem divide as cidades-sede em três grupos: as que realmente deveriam estar sediando a Copa e que valem a viagem, mas que nem por isso estão livres de problemas (Les villes où ça devrait le faire), as sedes em que inevitavelmente a Copa será uma bagunça ("Les villes dans lesquelles ce sera forcément le bordel"), e aquelas onde o melhor mesmo é deixar para ver os jogos pela televisão ("Les villes dans lesquelles on verra peut-être un match, mais à la télé de préférence").
No primeiro grupo, estão Fortaleza, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. Nessas cidades, a revista identifica problemas menores, como problemas de conexão com a internet e falhas nos telões no estádio do Beira-Rio, na capital gaúcha. Já sobre Brasília, a reportagem destaca o alto custo de construção do Estádio Nacional Mané Garrincha, em uma cidade que não possui clubes de expressão no cenário nacional.
Já no segundo grupo, o da bagunça inevitável, estão São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Natal. O Aeroporto do Galeão (RJ) é descrito como "indigno de uma capital turística": "Edifícios degradados, pistas saturadas nas altas estações e paralisação das atividades em cada chuva forte prometem grandes doses de diversão", ironiza a publicação.
Sobre São Paulo, a reportagem afirma ser a cidade "irmã da Cidade do México e prima do Cairo (capital do Egito)", centros urbanos conhecidos mundialmente pelo trânsito caótico. Já Salvador teria um trânsito difícil na hora do rush. "Considerando que o estádio [Arena Fonte Nova] fica em uma região central da cidade, vai haver sofrimento".
Finalmente, no grupo das cidades em que seria melhor ver os jogos pela TV, estão Cuiabá, Manaus e Curitiba. O aeroporto da capital mato-grossense é descrito como "um campo de barro". "[O aeroporto] é do tamanho de uma cozinha, mas há que um lindo papagaio pintado na parede. Nenhuma grande nação vai jogar em Cuiabá. E depois dizem que o sorteio é aleatório". Já Curitiba é tratada como a "grande emoção pré-Mundial", com a dúvida até o último minuto sobre se o estádio estará ou não pronto a tempo.
A reportagem critica não só a situação dos estádios, aeroportos e infraestrutura em todas as 12 cidades-sede brasileiras. Sobrou também para a Fifa, para o seu presidente, Joseph Blatter (descrito como alguém que, no Brasil, nunca havia colocado os pés fora do Copacabana Palace), e para o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke. A revista afirma que o turista que vier à Copa vai encontrar: filas em todos os lugares, voos atrasados chegando às cidades dos jogos após o término das partidas e torcedores enfurecidos por perderem o espetáculo.
O texto continua: "Nenhuma cidade-sede tem capacidade de entregar a tempo o trio de obras 'estádio + aeroportos + obras de mobilidade urbana'. No caso dos aeroportos, os processos de licitação das obras só foram lançados após as eleições de 2010. Quanto à mobilidade urbana... não se moderniza um país em seis meses, especialmente um país como o Brasil. E por mobilidade urbana entende-se os meios mais básicos de transporte: vias de acesso a locais turísticos, estradas, corredores de ônibus, metrô e trens urbanos etc. Logo, serão os seus pés os que farão a maior parte do trabalho."
De acordo com a reportagem, parte da culpa para que se tenha chegado à marca dos 100 dias para o início da Copa na situação em que se chegou é também da entidade que comanda o futebol mundial. "A Fifa, do seu lado, é prisioneira de um Brasil com quem ela briga/late/chicoteia a cada semana, como se tivesse tratando com uma criança, com um sentimento vago de que é tarde demais".
Sobrou até para o "jeitinho brasileiro": "Joseph Blatter, então, agora se mostra chocado: 'Nenhum país teve tanto tempo para se preparar quanto o Brasil', e ele está certo. Errado ele estava em 2007 [quando o Brasil foi escolhido como sede da Copa], ao impor ao país um "padrão Fifa" que estava distante demais de sua realidade, e que culturalmente não sabe dizer não. Mas sabe dizer, porém, quando já tarde demais, "desculpe, mas teremos que fazer alguns arranjos".
A reportagem foi publicada no dia 3 de março. No dia seguinte, a revista publicou novo texto sobre o Brasil e a Copa, desta vez destacando as manifestações que varreram o país em junho do ano passado, durante a Copa das Confederações, apontando que o povo brasileiro está insatisfeito com o alto custo da preparação do país para a Copa, majoritariamente custeados pelos cofres públicos.
Fonte: UOL
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4 commenti:

  1. Al momento, vedo piu' probabile Dilma eletta al primo turno che il Brasile campione.
    Stefano

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  2. brasilitalia9 marzo 2014 20:30

    Non so Stefano. Sinceramente non sono un esperto di calcio quindi é probabile che il Brasile non vinca la Coppa del Mondo quest'anno, peró, considerando quello che sta avvenendo, tutte le proteste contro la Coppa, tutti i soldi spesi, tutto quello che c'é in gioco e tutto quello che rappresenta il calcio per i brasiliani, ho come l'impressione che siano pronti a fare carte false per far vincere la Seleção. Non so chi o come, ma ho paura che se il Brasile non diventerá campione qui succederá una vera e propria rivoluzione.

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  3. Franco mi sa che hai ragione... faranno come i mondiali in Korea quando siamo stati eliminati dalla padrona di casa con un arbitraggio scandaloso... si inventeranno qualcosa per farli arrivare in finale...

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  4. Ecco come sarà il mondiale in brasile

    http://www.youtube.com/watch?v=updO4DMmJ_E

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