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lunedì 28 ottobre 2013

Oba!


Casa Bahias addio!!

Sueca Ikea estuda abrir lojas no Brasil

A maior empresa do setor de móveis do mundo, a sueca Ikea, informou, pela primeira vez, que considera abrir lojas no Brasil. Presente em 40 países, o grupo fará estudos sobre a entrada no varejo brasileiro. A notícia foi obtida com exclusividade pelo Broadcast, serviço de notícias de em tempo real da Agência Estado.

Ainda não há prazo para a abertura da primeira unidade, mas a companhia já tem um pé no Brasil: um escritório funciona há mais de um ano em Curitiba e cerca de 20 funcionários exibem os primeiros crachás da Ikea Brasil. Após anos de boatos no setor moveleiro, o País finalmente entrou nos planos da Ikea para crescer nos mercados emergentes. ?O grupo Ikea considera o Brasil um potencial mercado futuro e executará estudos preliminares sobre a possibilidade de entrada neste mercado?, informou a empresa ao Broadcast. A companhia enfatiza, porém, que a entrada no varejo ?não será imediata?.

Conhecida por vender móveis com design e preços baixos, a companhia tem olhado com cada vez mais atenção os emergentes. A partir de agora, Índia e Brasil aparecem como os dois próximos grandes desafios da empresa. Os planos para a Índia estão mais avançados.

Em maio, a empresa recebeu autorização do governo local para iniciar um ambicioso plano de abertura de até 25 lojas. A intenção é investir quase US$ 2 bilhões no mercado indiano.
O projeto para o Brasil está em estágio menos avançado, mas a confirmação do interesse pelo mercado nacional marca uma mudança no discurso da empresa, que sempre negou qualquer plano para o País. A América Latina tem sido estudada pelo grupo há pelo menos três anos, quando foi inaugurada a primeira loja na região, na República Dominicana. Nesse período, também foi inaugurada uma filial em Porto Rico.

Executivos da Ikea passaram a apostar mais fichas nos países emergentes após a bem sucedida experiência na Rússia e na China. Inaugurada em 2000, a filial russa já é a quinta que mais vende no mundo e, atualmente, responde por 6% do faturamento global da Ikea.

A China também tem números exuberantes: Pequim tem a loja Ikea mais visitada do mundo. Só em 2011, mais de seis milhões de pessoas passaram pela unidade. Três das cinco maiores lojas Ikea do mundo estão na China. Ao todo, são 14 endereços no mercado chinês e 13 na Rússia.

Um dos desafios da Ikea no Brasil será a receptividade do consumidor à ideia de montar os próprios móveis. Em todo o mundo, a loja é conhecida por oferecer itens que tentam aliar design, simplicidade e principalmente preço baixo. Para isso, a empresa oferece poucas regalias e praticamente tudo que é vendido - de luminárias a sofás - deve ser montado pelo próprio cliente. No Brasil, porém, o setor moveleiro geralmente entrega itens montados na casa do consumidor. Isso ocorre até em lojas que podem ser comparadas à Ikea, como a Tok&Stok e Etna.

A venda dos móveis desmontados é uma marca da Ikea. Isso oferece uma grande vantagem para a empresa que não gasta tempo e dinheiro com a montagem dos produtos. A Ikea foi fundada em 1947 no interior da Suécia por Ingvar Kamprad, que já foi o quarto homem mais rico do mundo e se aposentou em junho com 87 anos. Relatos na imprensa sueca dizem que Kamprad dirigia até pouco tempo atrás um Volvo ano 1993 e só viaja de classe econômica.

A Ikea escolheu a cidade de Curitiba como seu primeiro endereço na América do Sul. Na capital paranaense, um escritório da empresa sueca funciona há mais de um ano para a compra de móveis na região. Sete fornecedores já têm contrato assinado com a companhia.

Há quase cinco anos, começou a funcionar uma pequena representação comercial da empresa em Curitiba. No começo, os poucos funcionários só compravam madeira bruta, que era enviada diretamente às lojas na América do Norte. Com o tempo, a relação com os fornecedores ficou mais forte e começaram a ser adquiridos itens manufaturados no Brasil. Assim, a representação foi 
elevada ao status de escritório. Os parceiros fornecem basicamente móveis produzidos com o pinho, mas a Ikea diz que ?há potencial para a busca de outros materiais no País?. Os itens comprados pelo escritório paranaense são vendidos principalmente nas filiais da Ikea nos Estados Unidos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Estadão
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3 commenti:

  1. Almeno avremo una scelta in piú, quello che mi spaventa sono i prezzi, se saranno a livello di tok e stok e etna siamo a posto... perché ai prezzi di etna e simili non sará accessibili ai meno ricchi ai quali resteranno i terribili mobili di casas bahia
    E la classe media brasiliana che potrá comprare all'ikea non é abituata a sporcarsi le mani per montare i propri mobili, mi sa che dovranno fornire anche questo servizio aumentando ancora i prezzi, adattando la loro politica alla realtà di qui.
    Spero di sbagliarmi ma credo che In brasile anche l'ikea incredibilmente sará roba da ricchi...

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    1. Ho paura che tu abbia ragione, caro Dario. Sicuramente i prezzi non saranno paragonabili a quelli italiani e, sinceramente, non riesco proprio a immaginare un brasiliano a montarsi una sedia o un tavolo, abituati come sono ad essere aiutati in tutto. Ma incrociamo le dita!

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  2. Il modello Ikea difficilmente potra´funzionare a Curitiba immaginate nel resto del paese! Penso solo alla fornitura costante dei prodotti!

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