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giovedì 11 agosto 2016

Brasileiros incomodam os estrangeiros


Come riconoscere un brasiliano? Per il modo di vestire e di comportarsi. Anche durante le Olimpiadi hanno voluto a tutti i costi farsi riconoscere, non sapendo comportarsi adeguatamente sugli spalti. Qualcuno potrà ribattere che questo é il loro modo di fare, sempre allegri e pronti a fare una festa, altri diranno che sono a casa loro e possono fare quello che vogliono (sono gli altri che devono adattarsi). A mio avviso é solo un problema di ignoranza, nel senso letterale del termine. I brasiliani ignorano il comportamento corretto durante certe specialità sportive e invece di approfittare di questa grande occasione per imparare qualcosa di nuovo preferiscono fare sempre di testa loro, con la solita convinzione di fare la cosa giusta. Il bello é che per loro siamo noi i "grosseiros".

Acostumados à gritaria e às provocações típicas de um estádio de futebol, os brasileiros estão surpreendendo os estrangeiros com seu estilo nas arquibancadas. Neste domingo, atletas de outros países sofreram com os donos da casa na esgrima, no tênis de mesa e na natação.

A pressão continuou neste domingo. “[A torcida] atrapalhou um pouco. Os torcedores brasileiros faziam barulho quando eu ia sacar, e não estou acostumado com isso”, disse o sueco Par Gerrell, derrotado pelo brasileiro Hugo Calderano, apoiado por um público surpreendentemente bom no pavilhão 3 do Riocentro – no primeiro dia, foram mais de 12 mil presentes ao longo das três sessões.
Na esgrima, outro esporte que precisa de concentração, o barulho atrapalhou Ghislain Perrier, cearense que foi adotado por franceses quando criança, não fala português, mas está competindo pelo Brasil. “Tinha uma hora que o público vibrava tanto que não escutava nem meu técnico, nem o chinês escutava o dele”, disse ele.
João Gomes Júnior, nadador dos 100 m peito, foi outro brasileiro que sofreu com a torcida a favor. Na hora da largada, quando ouvir o sinal de partida é fundamental para um tempo de reação adequado, o público gritava o nome do atleta a plenos pulmões. “Por um lado ajuda, mas as pessoas também precisam entender que é preciso fazer um pouco de silêncio no momento de largada, que é uma hora de mais concentração”, disse o brasileiro. 
Fonte: UOL

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