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lunedì 7 marzo 2016

Esgotos


Se c'é una cosa che mi lascia sempre sorpreso sono gli allegamenti che avvengono frequentemente a São Paolo (e non solo). Basta una pioggia di mezz'ora e interi quartieri rimangono letteralmente allagati. C'é chi dice che la colpa sia del governo (perché qui la colpa é sempre del governo, in qualunque caso, mai dei propri abitanti) che hanno costruito la cittá senza un piano adeguato, ma forse, é solo una mia idea s'intende, forse la colpa é proprio degli stessi brasiliani. Dite quello che volete su di loro ma di certo non sono un popolo molto civile. Le montagne di spazzatura che trovi per le strade é impressionante. Buttano di tutto nelle vie, in discariche improvvisate e nei cassonetti.

Il Rio Tieté, uno dei fiumi piú importanti di questa regione, potrebbe fare "invidia" a Chernobyl per le porcherie che buttano dentro:

http://goo.gl/CmGTMh
http://goo.gl/4kNOjg
http://goo.gl/HG0ssv

Ma come sempre loro (i brasiliani) si vedono come le persone piú pulite del mondo, mentre noi gringos...

Madeira, rádio e até macaco hidráulico são achados em tubulações de SP

Camisetas, rádio, madeiras, papéis e até um macaco hidráulico. Acredite, tudo isso já foi encontrado dentro dos canos de esgoto da região metropolitana de São Paulo. 

Só no último ano, foram retiradas dessas tubulações 8,5 mil toneladas de lixo pela Sabesp, a empresa paulista de água e saneamento. 

Esses objetos, que não deveriam estar nas tubulações, conseguiriam encher quase 5.000 caçambas de entulho. O transtorno é tanto que o lixo acumulado pode bloquear inteiramente um cano. 

Nesse caso, as consequências são, no mínimo, desagradáveis. É possível, por exemplo, que uma descarga não funcione mais. Outro efeito é que, sem saída, o esgoto comece a retornar pelos encanamentos até extravasar em um bueiro de rua ou nos ralos das residências. 

Para a Sabesp, ainda é um mistério como tanto lixo consegue entrar nas tubulações de esgoto, já que supostamente o sistema deve ser fechado. Além disso, os canos que conectam o esgoto de uma casa à rede pública têm apenas 10 centímetros de largura. 

Para Emerson dos Santos, gerente de manutenção da Sabesp, violações às caixas de inspeção [estruturas que conectam o esgoto das residências à rede coletora] e a bueiros podem fazer com que esses materiais entrem na tubulação. E é assim que peças maiores infiltram o sistema. 

"Há relatos de pessoas que abrem bueiros para despejar entulho", diz o gerente da Sabesp. Para retirar o lixo, às vezes é preciso "limpar" as tubulações usando água pressurizada ou "pinçando" os materiais com ferramentas. 

Na estação de tratamento, os objetos são retirados por meio de um conjunto de grades, como uma grande peneira do esgoto. "Um rastelo mecânico vai retirando todo o lixo", diz Alessandra Minelli, engenheira de estações de tratamento da Sabesp. 

VILÃO 
Mesmo que chinelos e fraldas ainda ocupem o esgoto da Grande São Paulo, o maior vilão das tubulações ainda é o óleo de cozinha. 

Despejado nas pias de milhões de casas todos os dias, o produto se acumula nas paredes das tubulações, formando grossas placas de gordura que se misturam com outros dejetos. "Provoca um verdadeiro enfarto nas estruturas", diz Santos, da Sabesp. 

Há ruas da capital nas quais, devido à alta concentração de restaurantes, os esgotos têm que ser desobstruídos a cada três meses. 

O problema é mundial. Nos centenários esgotos de Londres, por exemplo, foi encontrado em 2013 um "coágulo" de dez toneladas de gordura. 

A aberração, do tamanho de um ônibus de dois andares, foi chamada de "fatberg" (um iceberg de gordura, em inglês). Desde então, a empresa local de saneamento incentiva com mais intensidade que as pessoas joguem seus óleos usados no lixo. 

No Brasil, diversos supermercados e redes de venda de gás recebem o produto, que pode ser armazenado em garrafas PET. A Sabesp também recolhe óleo de cozinha em suas agências distribuídas pelo Estado de São Paulo. 

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