Adbox

giovedì 31 dicembre 2015

Questa notizia non é nuova, almeno per me, dato che ne avevo parlato giá in passato, anche se non ricordo dove. Premetto che a me la birra brasiliana piace, proprio perché, grazie alla grande percentuale di mais, rimane leggermente piú dolce della classica lager tedesca. Ma non posso fare a meno di pensare che, ancora una volta, i brasiliani non capiscono niente di gastronomia o enologia, e che il concetto di "qualitá" per loro é qualcosa di molto relativo. Altra considerazione é che questo loro "jeito" di fregare il prossimo, chiunque egli sia, ce l'abbiano proprio nel sangue.

Grandes marcas nacionais como Kaiser, Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia e Itaipava trocam cevada por milho transgênico.

O Brasil, que hoje é o terceiro maior produtor da bebida no mundo, tem na cerveja a bebida preferida dos mais de 200 milhões de habitantes. Mas, curiosamente,a bebida que é servida por aqui, na grande maioria dos casos, não é cerveja.
A "Reinheitsgebot", Lei da Pureza da Cerveja, foi promulgada em 23 de abril de 1516 pelo Duque Guilherme IV da Baviera e tinha como objetivo regular a fabricação da bebida em território alemão. O texto era simples, dizia que a cerveja só poderia ser feita com três ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo. Até hoje: mais de quinhentos anos depois, a maioria dos cervejeiros alemães ainda segue a receita à risca.
O mesmo não acontece por cá. Grandes marcas nacionais como a Kaiser, Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia e Itaipava se aproveitam de uma "brecha" na legislação brasileira para não usarem cevada em suas bebidas. Aqui é permitido que até 45% do malte de cevada seja substituído por outras fontes de carboidratos mais barata. O que entra na garrafa então é milho transgênico, produto que existe em abundância no país e que reduz drasticamente o custo das cervejarias. Nosso país está entre os maiores produtores de transgênicosdo mundo; aproximadamente 90% do milho brasileiro é não orgânico.
Para saber do que é feita sua cerveja preferida, basta ler o rótulo da embalagem. Normalmente, a descrição diria: água, malte de cevada e lúpulo, ou água, cevada e lúpulo. No entanto, nas marcas nacionais citadas acima, a composição descrita retira o malte de cevada e inclui a expressão 'cereais não maltados'. A 'nova fórmula' da bebida no Brasil começou a ser posta em prática a partir de 2007, quando o Ministério da Ciência e Tecnologia liberou a comercialização de milho transgênico em território nacional. Esta mudança impede que o consumidor saiba do que realmente é feita a bebida, pois em todos os casos não é especificado que tipo de cereal é utilizado na fabricação da cerveja.
Em 2013, uma pesquisa de cientistas brasileiros da Unicamp, USP e Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi publicada no "Journal of Food Composition and Analysis" (jornal científico internacional com estudos sobre a composição dos alimentos) demonstrando o alto grau de adulteração da cerveja brasileira. O consumidor deve, portanto, pensar bem antes de comprar a cervejinha para o churrasco. O risco de levar gato por lebre é grande. 
Continue reading

lunedì 21 dicembre 2015


Questa la devo proprio pubblicare!

È stato da poco recensito il risultato sul HDI (Indice di Sviluppo Umano) dell'Onu. Per il 12° anno consecutivo la Norvegia svetta al primo posto, mentre il nostro caro Brasile al 75° (l'Italia, solo per curiosità, é al 27°). Sentendosi forse in colpa per tale basso valore o per cercare di diminuire, in qualche modo, questa grande differenza, che cosa ti hanno inventato questi "bravi" giornalisti brasiliani? Cinque motivi per non essere dei fan della Norvegia!

Proprio cosí. Evidentemente avranno fatto una ricerca socio-politica-economica dettagliata su questo paese scandinavo, quindi avranno trovato dei seri e reali motivi per poter dire "Guarda che la Norvegia non é poi cosí quel bel paese in cui vivere", e detto questo da un brasiliano giá dá un'idea di quello che possiamo leggere.

1° motivo: le tasse. Secondo l'articolo é il paese in cui si pagano piú tasse al mondo. Peccato che il Brasile sia uno dei paesi con una delle pressioni fiscali piú alte al mondo (36%), con la differenza che in Norvegia le tasse si pagano ma i risultati si vedono, in Brasile...

2° motivo: la birra molto cara! Questo sicuramente é il motivo piú serio per un brasiliano. Se poi gli dite che in Norvegia non fanno il churrasco state tranquilli che eviteranno quel paese come la peste. 

3° motivo: le morti per droga. Evidentemente si sono dimenticati dell'uso indiscriminato di crack qui in Brasile o delle morti per assalto e altro. Succede.

4° motivo: la benzina cara. Certo, perché invece qui in Brasile costa poco. Ma fatemi il piacere!

5° motivo: i lupi norvegesi sono in pericolo. Si, avete letto bene. Non stanno dicendo che andare in Norvegia é pericoloso per i lupi, ma che questi poveri animali ormai sono enormemente in calo, quasi decimati. Triste come notizia, ma non mi sembra che sia un motivo per dire "Ah no, in Norvegia non ci vado!"

Bene, ora sapete anche voi perché la Norvegia non é poi quel gran bel paese di cui dicono. Brasiliano avvisato...

Fonte: UOL
Continue reading

lunedì 14 dicembre 2015


E in questo Brasile disastrato, dove la disoccupazione attinge record storici, così come l'inflazione, dove aldilà dei soliti problemi che conosciamo tutti e che mai verranno risolti, dove l'attuale presidente Dilma Rousseff é in lotta per non farsi destituire (ma che in ogni caso, come sempre, tutto si risolverà in una farsa come solo i brasiliani sanno fare), sembra che la preoccupazione del momento, dato che ci stiamo avvicinando all'inizio della sempre più torrida estate, sembra che sia come lasciare alla perfezione il segno del bikini (perché dovete sapere che vedere il segno del costume su un corpo abbronzato é il massimo della sensualità e eleganza). Così ecco inventare sistemi come, per esempio, usare il nastro isolante per creare una traccia perfettamente rettangolare. 


E ci sarebbero altre notizie di tale livello accademico, ma come io sono estremamente ignorante preferisco rendervi partecipe del fatto che nel 2014 il Brasile ha migliorato di 4 punti il IDH (Indice di Sviluppo Umano) confronto il precedente del 2013, passando così dal 79° posto al 75°. Ora abbiamo un motivo per festeggiare il Natale, soldi del cenone permettendo. Per chi fosse interessato a vedere la classica completa, andate QUI.

Depois de escalar três posições entre 2009 e 2014, o Brasil desceu um degrau no ranking do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) deste ano, que será divulgado nesta segunda-feira, 14, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
Ultrapassado pelo Sri Lanka - ilha ao sul da Índia com cerca de 21 milhões de habitantes, que teve crescimento mais acelerado -, o País ficou em 75º lugar, entre 188 nações e territórios reconhecidos pela ONU.
Levando em conta indicadores como expectativa de vida, tempo de escolaridade e renda, o IDH brasileiro ficou em 0,755 - um leve aumento em relação a 2013, quando registrou 0,752, mas insuficiente para evitar a queda na lista. O Brasil, porém, segue enquadrado entre os países da categoria de Alto Desenvolvimento Humano, junto com México, Uruguai, Venezuela e Cuba, que estão mais bem colocados.
Dos 188 países, 45 conseguiram aumentar o índice em comparação com o último relatório, no ano passado. Sete deles estão na América Latina. Entre os que caíram, como o Brasil, outros dez são do mesmo continente. O índice é desenvolvido há 24 anos pelo Pnud, e, quanto mais próximo de 1, melhor a situação do país. Noruega, a primeira colocada, tem índice de 0,944. O pior indicador foi novamente do Níger, na África: 0,348.
Segundo os dados, a expectativa de vida do brasileiro é de 74,5 anos e a média de anos de estudo é de 7,7 - ambos indicadores aumentaram em relação ao ano passado, quando eram, respectivamente, 74,2 e 7,4. Porém, a renda per capita caiu de US$ 15.288 para US$ 15.175.
As discrepâncias na expectativa de vida, na educação e na renda da população brasileira fazem com que o IDH do país sofra uma perda de 26,3% quando ajustado à desigualdade. "Um país pode ter um Índice de Desenvolvimento Humano altíssimo, mas se é muito desigual, isso vale menos", explica a coordenadora nacional do relatório, Andréa Bolzon, que prevê a possibilidade de que o relatório do ano que vem já reflita os impactos da crise pela qual o País atravessa atualmente.
Bolsa família e PAC
O relatório de 272 páginas menciona o Brasil dez vezes. Em três delas, a referência é ao Bolsa Família, programa social do governo federal lançado no ano de 2003. O documento afirma que, "apesar das preocupações iniciais de que a transferência de renda poderia causar declínio nas taxas de emprego, a experiência tem sido encorajadora" e "pode ser replicada em outras partes do mundo".
O documento destaca que desde seu lançamento, o programa permitiu que cinco milhões de pessoas deixassem de viver na pobreza extrema, e até 2009 havia conseguido reduzir a taxa de pobreza em cerca de oito pontos porcentuais.
Publicidade
O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) também é citado como uma iniciativa que poderia reduzir a desigualdade de oportunidades. "Com os incentivos corretos, o setor privado pode ser induzido a cumprir um papel importante na construção de infraestrutura física. Esses investimentos vão imediatamente criar trabalho para trabalhadores pouco qualificados."
Trabalho
O tema central do relatório neste ano é "O Trabalho como Motor do Desenvolvimento Humano", uma relação que nem sempre é automática: no mundo inteiro, há 168 milhões de crianças em situação de trabalho infantil, 21 milhões de pessoas submetidas ao trabalho escravo e 30 milhões de empregados em setores que oferecem riscos, como os trabalhos em minas.
Mais: 830 milhões são trabalhadores pobres, ou seja, trabalham, mas vivem commenos de US$ 2 por dia.
Do levantamento com índices oficiais dos 188 países, concluiu-se que mais de 204 milhões estão desempregados. Os jovens respondem por 36% do total.
Apesar desses indicativos, o relatório afirma que, nos últimos 25 anos, "graças à melhoria na áreas de saúde e educação, além da redução da pobreza extrema", 2 bilhões de pessoas deixaram os baixos níveis de desenvolvimento humano no mundo.
Fonte: BrasilPost


Continue reading