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lunedì 14 settembre 2015

Juro do cartão de credito sobe para 350,79 em agosto


Serve fare commenti? Penso proprio di no. Mi ricordo che quando vivevo in Italia avevo una carta di credito della Findomestic, la Carta Aura, e mi spaventavo con gli interessi del 2% al mese. Penso che sappiate tutti cosa siano i tassi di usura: sono il limite massimo che banche e istituti finanziari posso applicare ai finanziamenti che erogano ai clienti e vengono calcolati dal Ministero dell'Economia e Finanze. Questi sono i tassi, o per meglio dire, le soglie di usura del settembre 2015:

Questa invece é una parte del contratto della banca Intesa San Paolo di Torino, in cui specifica gli interessi della propria carta di credito:


Ben diverso da qui in Brasile, vero?

As taxas de juros para pessoa física subiram em agosto em todas as linhas pesquisas pela Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Um dos destaques ficou com o cartão de crédito, modalidade na qual a taxa de juros o atingiu o maior valor desde março de 1999. Entre julho e agosto, a taxa ao mês subiu de 13,03% para 13,37%, e ao ano aumentou de 334,84% para 350,79%.

Pelo levantamento, a taxa média de juro subiu 0,08 ponto porcentual, de 7,06% ao mês em julho para 7,14% ao mês em agosto. Na base anual, a taxa subiu de 126,74% para 128,78%, maior patamar desde julho de 2009.

O aumento da taxa média de juro em agosto foi o oitavo no ano, e o 11º consecutivo. Segundo a Anefac, a alta pode ser explicada pela deterioração da economia, com o aumento do risco da inadimplência.

No cheque especial, as taxas atingiram o maior patamar desde janeiro de 2003. Segundo a Anefac, a taxa mensal subiu de 10,10% para 10,14%, e a anual aumentou de 217,28% para 218,67%.

Para os próximos meses, a Anefac acredita que os juros devem voltar a subir "tendo em vista o cenário econômico atual que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência." Na semana passada, após a agência de rating Standard & Poor's rebaixar a nota de crédito do Brasil, parte do mercado passou a acreditar numa nova alta do juro básico Selic. Já nesta segunda-feira, o Relatório Focus mostrou economistas mais pessimistas. O mercado piorou as previsões para inflação e queda do PIB.

Fonte: Estadão

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