
Em visita à exposição "O olhar que ouve", de Carlinhos Brown, Dilma Rousseff conheceu o instrumento idealizado pelo artista que será usado na Copa do Mundo e na Copa das Confederações: a caxirola. Durante o evento, Carlinhos fez demonstrações com o chocalho que figura como um dos projetos aprovados pelo governo para promover o Brasil durante as competições.
— Acredito que a caxirola faz parte não só do futebol, mas da imensa capacidade do nosso país de fazer um instrumento muito mais bonito que a vuvuzela — afirmou a presidente.
Além da Caxirola, outro instrumento será usado no Mundial: o Pedhuá, um apito inspirado na cultura indígena. O produto foi licenciado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Com o acordo, o Pedhuá poderá ser estampado por temas que remetem à Seleção. O acordo comercial com a CBF irá até 2016 e a meta inicial é vender 50 milhões de unidades no Brasil e no exterior. A produção ficará sob a responsabilidade da empresa The Marketing Store.
A caxirola e o Pedhuá estarão no mercado a partir de maio. De acordo com o diretor da empresa americana responsável pela produção dos dois instrumentos, Britto Junior, a fabricação será realizada em São Paulo. Os preços ainda não estão definidos, mas o diretor da empresa acredita que a Caxirola custe em torno de R$20 e o Pedhuá, R$10.
No último semestre, o governo fez 697 pedidos de retirada de conteúdo; quase metade está relacionada às eleições
Entre julho e dezembro do ano passado, o Brasil foi o país que mais pediu ao Google que retirasse conteúdo do ar na internet. Segundo o relatório de transparência da empresa divulgado nesta quinta-feira, 25, o governo enviou ao Google 697 solicitações de remoção de conteúdo no último semestre.Esse número coloca o País em primeiro lugar na lista e representa um aumento de 265% em relação ao primeiro semestre de 2012, quando foram feitos 191 pedidos. Dentre as quase 700 solicitações, o que dá uma média de 3,5 por dia, 21% foram total ou parcialmente atendidas, resultando na retirada de textos, fotos e vídeos das plataformas do Google.O segundo governo que mais fez pedidos à empresa foi os Estados Unidos, com 262 solicitações. No total, o Google recebeu 2.285 pedidos para remover 24.179 peças de conteúdo, um aumento sensível em comparação aos 1.811 pedidos para a retirada de 18.070 itens no primeiro semestre de 2011.Eleições. Dentre as solicitações do período, 640 partiram de ordens judiciais. Quase metade (316) estavam relacionadas a supostas violações do Código Eleitoral Brasileiro, devido às eleições municipais de 2012.As ordens se utilizavam da prerrogativa de proibição do Código Eleitoral Brasileiro sobre qualquer expressão que represente “ofensa à dignidade ou decoro” dos candidatos.O Google afirmou que foi obrigado a remover conteúdo em resposta a 35 decisões judiciais baseadas no Código Eleitoral, uma vez que foram rejeitados os recursos.Mas a empresa afirmou que, em outros casos, está recorrendo das decisões se valendo do argumento de que o conteúdo está protegido pela liberdade de expressão nos termos da Constituição Brasileira.“O debate segue em andamento, uma vez que está em jogo a relevante discussão sobre se os usuários têm ou não o direito de se expressar e expôr suas ideias durante o período eleitoral, ou se seguiremos equiparando toda forma de expressão na internet à ‘propaganda eleitoral negativa”‘, escreveu Susan Infantino, Diretora Jurídica do Google.
Abbiamo ricevuto richieste di informazioni riguardanti video di YouTube che contengono clip del film "Innocence of Muslims" da 20 Paesi: Australia, Bangladesh, Brasile, Brunei, Gibuti, Egitto, India, Indonesia, Iran, Giordania, Libano, Maldive, Malesia, Pakistan, Russia, Arabia Saudita, Singapore, Turchia, Emirati Arabi Uniti e Stati Uniti. Australia, Egitto e Stati Uniti ci hanno chiesto di esaminare i video per stabilire se violassero le nostre Norme della community e abbiamo appurato che non le violano. Gli altri 17 Paesi ci hanno chiesto di rimuovere i video. Abbiamo limitato la visualizzazione dei video in Indonesia, India, Giordania, Malesia, Russia, Arabia Saudita, Singapore e Turchia. A causa di circostanze complesse, abbiamo limitato temporaneamente la visualizzazione dei video in Egitto e Libia.
Abbiamo ricevuto 316 richieste di rimozione di 756 contenuti diversi per presunte violazioni del codice elettorale brasiliano durante le elezioni in Brasile del 2012. Google ha rimosso contenuti nel rispetto di 35 decisioni definitive del tribunale. Per gli altri casi Google sta esercitando il suo diritto di appello concesso ai sensi della legge brasiliana, sulla base del fatto che i contenuti sono protetti dalla libertà di espressione prevista dalla Costituzione brasiliana.Abbiamo ricevuto da un procuratore federale una richiesta di rimozione di cinque post di un blog e quattro risultati di ricerca che indirizzavano a post del blog presumibilmente diffamatori che lo accusavano di incompetenza e corruzione. Non abbiamo rimosso i contenuti in risposta a tale richiesta.Abbiamo ricevuto da un pubblico ministero una richiesta di rimozione di un blog ritenuto diffamatorio per accuse di corruzione nei suoi confronti. Non abbiamo rimosso il blog.Abbiamo ricevuto da un giudice una richiesta di rimozione di un blog ritenuto diffamatorio per riferimenti o indirizzamenti ad accuse di corruzione. Abbiamo ricevuto anche da un altro giudice una richiesta simile di rimozione di un risultato di ricerca. Non abbiamo rimosso il blog e il risultato di ricerca.Abbiamo ricevuto un'ingiunzione del tribunale firmata da un giudice che ci imponeva la rimozione di due post di un blog, uno dei quali era di critica nei confronti del giudice che ha firmato l'ingiunzione. Abbiamo presentato ricorso contro l'ingiunzione e il caso è ancora irrisolto.
- Il numero di richieste di rimozione di contenuti che abbiamo ricevuto è aumentato del 265% rispetto al periodo di riferimento precedente.
E c'era da aspettarsi il contrario? Come maschio non ho nulla in contrario con questa moda tipica brasiliana, però certe persone subentrano in ridicolo. Il fatto è che non tutte le brasiliane sono come quelle che vediamo nelle passerelle (anzi, è esattamente il contrario), ma nessuna cerca di nascondere i propri difetti. Dire che "não tem vergonha na cara" è dir poco. E poi è sempre un problema di dignità, termine poco conosciuto qui in Brasile.As brasileiras não precisam aguardar os desfiles de moda praia para confirmar a maior tendência do litoral: quando o verão chegar, só vai dar biquíni pequeno.
Desde o surgimento das tangas, na década 1970, nenhum modelo de biquíni com mais de cinco dedos de largura ganhou notoriedade no Brasil. "Tem de ter muita criatividade para, a cada verão, pensar em jeitos diferentes de fazer quatro triângulos, dois em cima e dois embaixo", diz João Braga, professor de história da moda da Faap.
O biquíni foi criado em 1946 por Jacques Heim ou Louis Réard, os dois franceses que disputam a autoria da peça. Na época, foi um escândalo e Réard precisou contratar uma stripper, Micheline Bernardini, para posar para as primeiras fotos de biquíni. As modelos da época se recusaram a participar de ensaios com boa parte do corpo de fora.
No Brasil, eles chegaram a ser proibidos por Jânio Quadros, na década de 1960, nas apresentações televisionadas dos concursos de Miss. Mas foi a partir da década seguinte, que a tanga renasceu para a civilização moderna e criou um capítulo importante da nossa história com os microbiquínis. "A modelo brasileira Rose di Primo havia encomendado uma fantasia para uma festa do Havaí. Em cima da hora, ela percebeu que a calcinha estava pequena. Sem tempo para fazer ajustes, Rose cortou as laterais, colocou cordões e amarrou", conta João Braga.
Desde então, os biquínis pequenos são protagonistas nas lojas e nas praias brasileiras: o fio dental reinou nos anos 1980, a asa-delta nos 1990 e as tangas nunca mais deixaram o posto da preferência nacional. "Na minha loja, os modelos que mais vendem são os de lacinho", diz Lenny Niemeyer, estilista da marca Lenny. "O biquíni cortininha e o de amarrar ainda são os favoritos da mulher brasileira", confirma Thomaz Azulay, diretor criativo da Blue Man.
A tanga é ajustável por conta das amarrações laterais. Portanto, ela consegue se moldar naturalmente ao corpo de cada mulher, sem apertar as odiadas gordurinhas laterais. "As brasileiras têm o hábito de se pautar pelo corpo na hora de vestir. É por isso que, no Brasil, a moda das periguetes pega", brinca João Braga.
É com todo esse culto ao corpo que viramos referência internacional em depilação cavada, em calça stretch e, mais do que biquínis, em beachwear. Como consequência dos 7 mil km de extensão litorânea e clima– é raro inverno abaixo dos 20ºC –, boa parte dos brasileiros passa o ano todo com pouquíssima roupa. "Nos especializamos nesse lifestyle e adquirimos um diferencial de modelagem reconhecido internacionalmente", acredita Lenny Niemeyer. "Este definitivamente é o nosso know-how", completa.
Historicamente, a tanga é uma volta às origens. "Somos descendentes de índios – eles já usavam - e deles pegamos essa naturalidade com a pouca roupa", diz João Braga. Daí, é só adicionar as curvas dos africanos e o resultado é esse, a mulher brasileira.
João Braga propõe um teste. "Repare como uma mulher anda quando está sozinha e como ela muda, se souber que está sendo observada. A brasileira é vaidosa, sabe que tem curvas, que o homem cultua essas curvas e gosta de mostrar o que tem de bom", acrescenta.
Dos índios, também herdamos o gosto pelo banho e pela água, que pode ser transposto para o mar. Aqui, temos uma cultura de praia forte e o hábito de passar horas entre a areia e o sol. Longe da praia, também temos costume de frequentar clubes e piscinas. "A mulher brasileira se preocupa muito com a marquinha e raramente toma sol de maiô", acredita Thomaz Azulay, da Blue Man.
A modelo Renata Kuerten, por exemplo, é uma das mais requisitadas para desfiles de moda íntima e beachwear. "Adoro desfilar de maiô, parece que alonga a silhueta e você fica mais elegante", conta. Mas na hora de tomar sol, o discurso muda. "Na praia, eu uso modelos bem pequeninhos", diz e sorri.
Os grandes têm vez"Somos um povo muito diverso, a mulher brasileira não tem um único modelo de corpo. Não somos todas como a Sônia Braga. Existem meninas, inclusive jovens, que se sentem muito desconfortáveis em biquínis minúsculos", diz a antropóloga Mirian Goldenberg.
Para ela, o que existe é uma espécie de ditadura no mercado que prioriza um só tipo de corpo, e pior, calculadamente. "Na época em que só se encontrava calça jeans de cintura baixa, ouvi de uma empresária da moda que as calças eram feitas propositalmente para jovens, porque as marcas não queriam colocar a sua etiqueta na bunda de uma mulher mais velha", afirma.
Mas é nessa diversidade que cresce o mercado de nicho. Nas lojas de Adriana Degreas, marca diferenciada de beachwear, a estilista homônima confirma que a peça mais procurada é exatamente a "hot pant", uma versão de calcinha grande, quase do tamanho de um short. "Eu gosto de lembrar que nem todas as pessoas vão à praia para tomar sol. Tem gente que prefere ficar com um chapelão, na sombra, embaixo do guarda-sol e não necessariamente está preocupada com a marca que vai ficar", fala a estilista.
Fonte: UOLMesmo assim, Adriana acrescenta que, entre as peças da sua marca procuradas no atacado, fora das suas lojas próprias, os biquínis de lacinho são os que mais vendem.
| Messico | 6-12 |
| Bangladesh | 7 |
| India | 7 |
| Myanmar | 7 |
| Nigeria | 7 |
| Pakistan | 7 |
| Sud Africa | 7 |
| Sudan | 7 |
| Tanzania | 7 |
| Thailandia | 7 |
| Stai Uniti | 7 |
| Indonesia | 8 |
| Kenya | 8 |
| Regno Unito (Scozia) | 8 |
| Etiopia | 9 |
| Iran | 9 |
| Filippine | 9 |
| Nepal | 10 |
| Regno Unito (Inghilterra) | 10 |
| Regno Unito (Galles) | 10 |
| Ucraina | 10 |
| Turchia | 11 |
| Corea del Sud | 12 |
| Marocco | 12 |
| Uganda | 12 |
| Algeria | 13 |
| Francia | 13 |
| Polonia | 13 |
| Uzbekistan | 13 |
| Cina | 14 |
| Germania | 14 |
| Italia | 14 |
| Giappone | 14 |
| Federazione Russa | 14 |
| Vietnam | 14 |
| Egitto | 15 |
| Argentina | 16 |
| Brasile | 18 |
| Colombia | 18 |
| Perù | 18 |
Questo testo (purtroppo) non è mio, ma avrei voluto essere io a scriverlo. Chi l'ha redatto è un brasiliano di Recife che vive a Parigi, tal Olivier Teboul. Con questo unico posto nel suo Blog ha ricevuto, fino adesso, la bellezza di 1.682 commenti e 1.698 "raccomandazioni" su Google Plus. La maggior parte di questi commenti, il 99% di brasiliani, sono stati positivi, ma ad alcuni non è piaciuto quello che Olivier ha scritto. Ma sappiamo tutti che a volte la verità è un piatto amaro da digerire. Io ho trovato questo testo fantastico, molto divertente e realista al 100%. Qualcuno forse non sarà d'accordo quando lo leggerà, ma questo è normale. Buona lettura!La Costituzione Italiana nell'articolo 21 recita che "tutti hanno diritto di manifestare il proprio pensiero con la parola, lo scritto e ogni altro mezzo di diffusione. La stampa non può essere soggetta a autorizzazioni o censure".
D'altra parte la legge n. 62 del 7.03.2001, nota come Legge Urbani, identifica il prodotto editoriale come: "il prodotto realizzato su supporto cartaceo, ivi compreso il libro, o su supporto informatico, destinato alla pubblicazione o, comunque, alla diffusione di informazioni presso il pubblico con ogni mezzo, anche elettronico, o attraverso la radiodiffusione sonora o televisiva, con esclusione dei prodotti discografici o cinematografici".
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