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domenica 7 aprile 2013

Uma das maiores agência de notícias do mundo diz que Dilma pode perder em 2014



Cosa scommettiamo che la Dilma vincerà ancora le prossime elezioni? Non vorrei offendere nessuno, ma la stupidità umana non ha limiti, e in questo paese c'è molta gente che non vede o che non vuol vedere. Non che ci sia molta scelta, ma se l'anno prossimo l'attuale Presidenta rimarrà ancora al comando di questo paese, non mi stupirei più di tanto. Ma spero di rimanere stupito almeno una volta, perlomeno in questo contesto.



Por Brian Winter
SÃO PAULO, 4 Abr (Reuters) - Ela está entre os mais populares presidentes do mundo, com um índice de aprovação --79 por cento, e subindo-- que causa inveja em seus colegas de países mais ricos, às voltas com crises da dívida e impasses políticos.
A taxa de desemprego nunca foi tão baixa no país, e o otimismo empreendedor é comparável ao dos EUA no pós-Segunda Guerra Mundial. Com esse cenário, Dilma tem a chance de exibir seu progresso ao receber a Copa do Mundo de 2014.
E, no entanto, é inteiramente plausível que Dilma Rousseff não consiga se reeleger como presidente do Brasil em outubro de 2014.
A presidente, de 65 anos, continua sendo a clara favorita, mas a ameaça da alta inflacionária e do desemprego, um trio de adversários competitivos na disputa e a possibilidade de um constrangedor fracasso logístico na Copa fazem com que a candidatura de Dilma não seja a barbada que alguns observadores apontam.
"Provavelmente vai ser a eleição mais competitiva no Brasil em uma década", disse João Augusto de Castro Neves, analista da consultoria Eurasia Group. "Se você for ver, a maioria dos ingredientes para uma disputa acirrada está aí."
O principal ingrediente é a economia.
Sob certos aspectos, esse é o maior trunfo de Dilma. O desemprego em fevereiro ficou em 5,6 por cento, o menor já registrado para esse mês. Os salários reais continuam crescendo, como vêm ocorrendo na maior parte da última década, período em que a economia brasileira registrou uma expansão histórica, tirando da pobreza cerca de 35 milhões de pessoas, uma Califórnia inteira.
O sucesso passado e presente explica por que a aprovação de Dilma voltou a subir na última pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), no mês passado, quando o índice chegou a 79 por cento. Para 63 por cento dos entrevistados, o governo dela é ótimo ou bom.
Se esses números se mantiverem, Dilma será praticamente imbatível. Castro Neves citou um estudo do instituto Ipsos, que examinou mais de 200 eleições mundo afora nas últimas duas décadas, e concluiu que líderes com aprovação superior a 60 por cento têm 90 por cento de chances de serem reeleitos.
No entanto, não muito abaixo da superfície, há claros problemas econômicos que podem vir à tona e prejudicar Dilma, corroendo essa invejável aprovação quando a campanha eleitoral ganhar fôlego.
QUANTO DURA?
O vilão mais provável, embora não o mais perigoso, é a inflação.
A inflação acumulada em 12 meses até meados de março chegou a 6,43 por cento e deve subir ainda mais nos próximos meses. O Banco Central disse na semana passada que vê 25 por cento de chances de que a inflação feche o ano acima de 6,5 por cento, o teto da meta do governo.
O país é sensível a aumentos de preços, principalmente por causa dos horrores do passado. Há apenas duas décadas, a hiperinflação atingia mais de 2.500 por cento ao ano, e as pessoas consideram que o sucesso recente do Brasil só foi possível porque esse problema foi controlado.
A maioria dos eleitores ainda não se enfureceu com os aumentos de preços, porque os salários têm crescido ainda mais - -por uma margem média em torno de 3 por cento no ano passado. Na pesquisa da CNI, 48 por cento disseram aprovar o comportamento de Dilma no combate à inflação, enquanto 47 por cento o reprovaram, resultado que foi uma surpresa positiva para alguns no Palácio do Planalto.
Será que isso vai durar? Citando um membro da equipe econômica de Dilma: "Quem lhe disser que sabe isso está mentindo."
Isso porque a economia brasileira está se comportando estranhamente, e não há manual que mostre para onde ela se encaminha. O sólido crescimento da renda se estabilizou, porque o PIB cresceu apenas 2,7 por cento em 2011, e 0,9 por cento em 2012. Projeções de um crescimento de 3 por cento neste ano começam a parecer otimistas demais.
A popularidade de Dilma mostra que os eleitoresbrasileiros não ligam a mínima para o PIB. Mas os líderes empresariais ligam, e são eles que oferecem a maior parte dos empregos. E, com efeito, vários indicadores do sentimento empresarial parecem abalados.
 A Bolsa de São Paulo teve perdas de 7,55 por cento entre janeiro e março, pior primeiro trimestre em 18 anos, num momento em que os mercados nos EUA estão disparando. A produção industrial caiu 2,5 por cento em fevereiro, seu pior desempenho desde o auge da crise financeira no final de 2008, tolhendo as esperanças de que os numerosos pacotes de estímulo econômico do governo Dilma tenham ajudado a indústria a se recuperar.
O consumo há anos salva a economia --graças ao crédito mais barato e amplamente disponível. Mas a inflação alta provavelmente levará o Banco Central a retomar a trajetória de alta dos juros a partir de maio ou junho.
Então, a questão se resume ao seguinte: será que as empresas brasileiras vão continuar gerando mais empregos e pagando melhores salários se a economia entrar num terceiro ano consecutivo de crescimento pífio, sem uma recuperação à vista, e ao mesmo tempo o crédito se tornar mais caro e o consumo começar a se desacelerar?
A resposta pode muito bem ser "sim". Muitas empresas continuam apostando que o futuro brasileiro, em longo prazo, permanecerá brilhante.
Mas, se a resposta for "não", a inflação se tornará uma questão política mais importante, e o maior risco à reeleição de Dilma pode emergir: o desemprego. E aí a eleição de 2014 pode se tornar de fato interessante.
DE OLHO NA COPA
Outra verdade inconteste sobre Dilma é que, embora ela seja amplamente respeitada e até admirada, ela não é amada --pelo menos não no mesmo nível que seu antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, que governou o Brasil de 2003 a 2010.
Tecnocrata, só foi disputar sua primeira eleição em 2010 e ainda parece incomodada às vezes de falar a multidões. Mas Dilma construiu sua imagem em torno da ideia de que seria uma sensata guardiã da economia.
O lado negativo disso é que, se a economia desacelerar mais, não há muito mais para sustentar sua popularidade.
Na pesquisa CNI, ela se saiu melhor nos quesitos combate à pobreza, fome e desemprego. Mas foi reprovada pela maioria na condução da saúde pública (67 por cento), segurança (66 por cento) e educação (50 por cento), questões que estão se tornando prioridades mais relevantes à medida que mais gente entra para a classe média.
Da mesma forma, a ênfase na competência administrativa como principal qualidade de Dilma a deixa especialmente vulnerável a uma situação de caos na Copa, que acontecerá apenas três meses antes da eleição presidencial.
A Fifa já manifestou preocupação de que os estádios não fiquem prontos a tempo, e o Brasil sofre com terríveis gargalos crônicos em aeroportos, rodovias e redes de transportes públicos. Um grande colapso logístico poderia ser usado pela oposição para desmontar o que é visto como o maior trunfo da presidente.
OS DESAFIANTES
Quanto a prováveis adversários competitivos na eleição, houve um aumento em relação a 2010, quando eles eram apenas dois.
senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), um aliado histórico que pode tirar votos de Dilma no Nordeste, uma região que é um forte reduto dela, são os que tem melhores chances.
Aécio e Campos são figuras de boa presença televisiva, que podem se apresentar como candidatos capazes de manter programas sociais populares, mas também mais favoráveis à iniciativa privada do que Dilma. Ambos poderiam atrair doações de empresas que estejam interessadas em mudança caso a economia siga estagnada no ano que vem.
Uma terceira candidatura, da ex-ministra de Lula e ambientalista Marina Silva, parece que terá dificuldades em ganhar impulso popular ou financeiro, mas pode ser capaz de tirar votos suficientes de Dilma a ponto de provocar um desconfortável segundo turno, como já fez em 2010.
Pesquisa Datafolha publicada em 22 de março mostrou Dilma destruindo seus possíveis rivais, com 58 por cento das intenções de voto, contra 16 por cento de Marina, 10 por cento de Aécio e 6 por cento de Campos.
Mas a própria Dilma é prova de que as primeiras pesquisas não contam muito no Brasil, já que muita gente só dá atenção à política quando chega a época da eleição.
Quando faltavam 18 meses para a última eleição presidencial, Dilma estava 30 pontos percentuais atrás do seu rival, José Serra (PSDB) --provando, outra vez, que na disputa política tudo é possível.
Fonte: Reuters
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7 commenti:

  1. Franco,
    Dilma vince a mani basse.
    Per mancanza di rivali,perche' la propaganda qui e' a livelli molto elevati(tutti pensano che il Brasile abbia fatto dei progressi tali da portare il paese a livelli di elite mondiale),perche' un eventuale rivale (che non vedo all'orizzonte),non avra' neppure il tempo tecnico di affermarsi:da fine anno prossimo si parlera' solo di Coppa del Mondo e nessuno fara' caso ad un nuovo politico.
    Stefano

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  2. Ciao Franco. A proposito di "informazione manipolata", corruzione, Lula e Dila che hanno fatto miracoli etc. ti copio di seguito parte della risposta che una tizia brasiliana (emigrata anni fa in Italia) ha dato ad un mio post in FB. Secondo me tale risposta (che io trovo FARNETICANTE) offre buoni spunti di riflessione su quanto sono manipolate e incomplete le informazioni che passano all'estero. La Signora scrive a ME di documentarmi quando evidentemente ignora l'esistenza del mensalao e questioni affini. Ecco quello che mi scrive:
    "Vogliamo fare realmente paragoni? Bene allora consideriamo che oggi il Brasile è la SESTA economia emergente nel mondo mentre l'Italia che una volta era l'ottavo paese industrializzato nel mondo ora è alla bancarotta e di fatto uno dei paesi è più corrotti del mondo. Documentatevi. Invece il Brasile è un paese che fino a due decenni fà era ancora immerso in un'economia travagliata da Terzo Mondo nonostante il suo immenso potenziale e ricattato dal Fondo Monetario Internazionale. Sono bastati due mandati presidenziali di un politico NON CORROTTO e ci siamo slanciati. Qua si nega la realtà! Gli italiani non leggono e quindi hanno scarse capacità di articolare pensieri ed emozioni. Hanno una cultura universitaria che è specialistica e non una solida cultura generale."

    A te le conclusioni.
    (la solita Elena)

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    1. Nossa, scioccante questo commento! Giá il fatt che questa gentile signora creda veramente che il Brasile sia la sesta potenza economica, solo perché il PIL sia effettivamente aumentato, grazie anche a diversi fattori, mi rende triste. Non arrabbiato, ma triste, perché puoi dire e fare quello che vuoi, ma con certe persone (e sono tante) é inutile, continueranno a credere solo quello che vogliono. Che poi parli male dell'Italia e di noi italiani ormai non mi sorprende: é tipico di certa gente ignorante. Ma la parte piú bella é quando parla di Lula come un politico non corrotto. E viene dire a noi che non leggiamo e non siamo capaci di articolare pensieri? Ma fatemi il piacere!

      P.S. Sarei felice se mi aggiungessi come amico su Facebook. Cerca Franco Dois Coraçoes. Abraços!

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    2. La ho risposto per le rime, credimi! Quelli che fanno i saccenti senza sapere le cose non li sopporto!
      Ti ho già mandato l'amicizia in FB
      Ciao

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    3. Elena,
      potresti scrivere alla signora (Dilma?),che sarebbe meglio rivedere i calcoli del PIL in dollari oggi,alla luce del cambio attuale,per veder in quale posizione si trova il Brasile(senza contare che quello che conta e' il PIL individuale,e li' ,cara signora Dilma,andiamo male).
      Sul politico non corrotto,standing ovation:una banda di ladri e cialtroni come il PT ha pochi eguali.
      Sulla preparazione culturale degli italiani ,mi inginocchio.
      Mai visto un'ignoranza diffusa come in Brasile,dove si vive inebetiti dalla propaganda di un nazionalismo che piu' imbecille non si potrebbe.
      Il resto lo fanno le novelle,argomento nazionale di conversazione.
      Stefano

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  3. Elena,
    una piccola aggiunta: il governo federale e' riuscito nel miracolo di aumentare l'analfabetismo nel paese,mezzo miracolo a livello mondiale.
    Ma questo la signora Dilma dovrebbe saperlo.
    Stefano

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  4. http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/10/1355762-reporter-tira-carteira-de-identidade-em-9-estados.shtml
    Questa notizia vince a mani basse il concorso per spiegare cosa e' il Brasile.
    Stefano

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