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domenica 27 novembre 2011

Lingerie


Copiato dal blog Milton Ribeiro, che fu copiato dal blog Championship Chronicles, che fu copiato da… non so, ma è impossibile non copiare una cosa simpatica come questa:

- Querido?~
– Hum?
– Posso falar com você?
– Claro.
– Olha para mim?
– Pronto. Desculpe… Ei, nós vamos sair?
– Não, por quê?
– Então porque você está trocando de roupa?
– Não estou me trocando.
– Então porque você está só de calcinha e sutiã?
– Porque eu quero falar com você.
– Mas você precisava estar sem roupa?
– Sim.
– Você não está doente, está?
– Como assim?
– Você aparece aqui quase sem roupa e dizendo que precisa conversar. É sinal que eu vou ter que apalpar algo. Não é câncer de mama, né? Você sentiu algum caroço?
– Não é nada disso!
– Ok, mas você precisa concorda comigo. Eu apareço na cozinha vestindo cuecas e dizendo que preciso conversar com você. Aposto que você ia pensar na mesma hora que era sobre aquele meu joelho bichado.
– Não. Eu iria achar sexy.
– Oi?
– Sim, eu acharia sexy. Você não me acha sexy com esse lingerie?
– Acho. Essa calcinha fica bem em você. Era isso?
– Não. Eu quero contar uma coisa.
– Diga.
– Eu bati o carro hoje.
– Pelo amor de Deus! Quando? Você está bem?
– Mas não foi nada grave… Só arranhou a porta lá na entrada do prédio.
– Quando foi isso? Você se machucou?
– Não, não. Eu estou bem, só me assustei um pouco.
– Mas quando foi isso?
– Foi agora, quando cheguei, faz uma meia hora.
– Mas não está doendo nada? Tem certeza? Quer ir ao hospital?
– Não, estou bem. Pode ficar tranquilo.
– Mas por que você não me avisou? Você entrou em casa, me deu oi, saiu e voltou de novo!
– Então, é porque eu fui até essa loja comprar a lingerie.
– Oi?
– Sim, esta que estou usando.
– Essa calcinha é nova?
– Sim.
– Espere. Deixe eu entender. Você bateu o carro, entrou em casa, e não falou nada. Saiu, foi comprar uma calcinha, voltou, vestiu e decidiu falar sobre o carro?
– Isso.
– Maristela, você está bem?
– Claro. Eu já disse, não machucou.
– Não, não é isso. Você não poderia ter entrado em casa e falado “arranhei a pintura do carro, mas estou indo ali comprar uma calcinha e já volto”?
– É que eu queria estar sexy para você.
– Por causa do carro?
– Sim.
– Mas não tem porque ficar bonita para isso!
– Eu queria.
– Você não bateu a cabeça quando bateu o carro? É normal ficar um pouco desorientada…
– Claro que não! Estou ótima!
– Mas por que você quis ficar sexy para me contar que a porta do carro está amassada?
– Ai, Alfredo… Vem cá para perto…
– Para de esfregar as mãos nos seios! O que você está fazendo?
– Você não gosta?
– Claro que gosto, mas você acabou de bater o carro! Não faz sentido. Bater o carro te excita?
– Claro que não!
– Porque você está estranha.
– Ai Alfredo… Estou apenas seduzindo você.
– Mas e o carro? Você não está nem aí?
– Não, e você?
– Não, eu fiquei aliviado por que você não se machucou. Mas fiquei aliviado, e não morrendo de tesão.
– Ai, Alfredo… Você é tão devagar…
– Tem certeza que isso não te excita? Eu vi um filme uma vez…
– Chega, Alfredo.
– É sério. As pessoas se excitavam com porrada de carros…
– Desisto.
– Você não é assim, é? Teve aquela vez que eu dei ré e enfiei o carro num poste e você não ficou assim. Se ralar a pintura deixou você acesa desse jeito, aquela vez deveria ter deixado você em ponto de bala. Foi uma baita pancada.
– Como você é grosso, Alfredo!
– Não, eu só não entendo a lógica da coisa. Você bate o carro e vem aqui de lingerie me contar. A gente vai comemorar?
– Ai, Alfredo, esquece!
– Não, eu quero saber. É como se fosse um aniversário de casamento? Esta é a nossa primeira porta amassada do casamento, então você coloca uma calcinha nova, vamos abrir uma champagne… É isso?
– Esquece!
– Não, senhora! Quero saber de onde você tirou essa ideia!
– Não. Vou para o quarto colocar uma calça.
– Primeiro, responde. De onde você tirou essa ideia?
– Eu vi na TV, ok?
– Quê?
– Vi uma propaganda que diz que a lingerie sexy ajudar a contar notícias ruins para o marido.
– Oi?
– É. É isso. Pronto, falei! E você cortou o clima!
– Sério, Maristela… Eu não fiquei bravo porque você bateu o carro, eu fiquei preocupado com você. O carro que se foda. Para de alisar a barriga e fazer biquinho!
– Esquece, Alfredo. Você é insensível demais!
– Não tem lógica! Quer dizer que se eu perder o emprego, tudo o que preciso fazer é entrar em casa, tirar a roupa e ficar usando uma cueca nova para te contar a novidade?
– Eu vou para o quarto!
– Isso. Eu vou descer para ver o carro e você vai colocar uma roupa.
– Pode apostar que eu vou! Você nunca mais vai me ver de lingerie!
– Para de gritar, Maristela. O que é isso? Essa nota aqui?
– Que nota?
– Maristela, você pagou oitenta paus nessa calcinha!
– Não é calcinha, é lingerie!
– Oitenta reais? Nisso aí?
– Sim! Porque eu queria que você não se magoasse com o carro!
– Eu não me magoei! Mas oitenta reais!? Com oitenta reais eu compro cuecas para uns dez anos! E ainda pego umas meias!
– Alfredo, você é um insensível mesmo.
– Não importa! Oitenta reais?
– Eu queria que você não ficasse bravo com o carro!
– Não estou bravo com o carro, mas sim com você pagar oitenta reais numa calcinha!
– Não é calcinha! É lingerie!
– Você que vai pagar a funilaria desse carro, Maristela!

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- Pai?
- Hm?
- Posso falar com você?
- Posso apenas terminar este relat... Ei, você está indo tomar banho?
- Não, por quê?
- Então por que você está só de cueca?
- Eu queria falar com você.
- Mas você não pode colocar uma roupa?
- Só depois de falar com você.
- Bem, fale logo, então.
- Eu fui suspenso na escola hoje.
- Como assim?!
- É. Dois dias de suspensão.
- Renato, você tem oito anos! Ninguém com oito anos consegue ser suspenso!
- Mas eu fui...
- O que você aprontou?
- Eu briguei com a Fabiana na sala e joguei o lápis dela no chão.
- E você foi suspenso por causa disso?
- Não, então... Aí a tia viu e me mandou ir para a sala da diretora.
- E o que a diretora disse?
- Ela me deu uma suspensão. E que é para você e a mamãe irem lá conversar com ela amanhã.
- Mas só porque você jogou o lápis da sua amiga no chão?
- Não, a diretora nem sabe disso.
- Renato, eu não estou entendendo nada. Você foi para a sala da diretora ou não?
- Fui.
- E o que ela disse?
- Que eu não tenho vergonha.
- Mas por causa do lápis?
- Não. Acho que não.
- Renato, o que você aprontou?
- Tirei a roupa e entrei na sala da professora de cueca.
- De onde você tirou essa ideia?!
- Como eu tinha que contar pra diretora o que aconteceu, e eu ia levar bronca, fiz igual aquela moça loira do comercial que a mamãe gosta.
- Você é louco?!
- Eu estava com medo de levar bronca! E a mamãe disse que o comercial é inteligente.
- Eu vou matar você!
- Você não pode me dar bronca, porque eu estou de cueca também! É a mais legal que tenho, é a do Super-Homem!
- Sua mãe sabe disso? Ela sabe que foi suspenso por causa disso?
- Sabe.
- Maristela! Venha até aqui! Maristela!
- Mas pai...
- Vai colocar uma roupa agora! Coloca uma roupa ou eu mato você! Maristela!
- Mas e a suspensão?
- Depois eu vejo isso! Vai colocar uma roupa!
- Tá... Posso ficar com a cueca do Super-Homem mesmo?
- Tanto faz! Maristela, você fez o menino ser suspenso na escola! Cadê você?
- Ai, Alfredo, que gritaria, estou aqui. Você viu a injustiça que fizeram com o menino?
- VAI COLOCAR UMA ROUPA, MARISTELA!
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2 commenti:

  1. Credo che la "piada" sia stata tradotta dall'italiano. Il marito sembra tanto mio cognato Roberto. Un cog..... all'ennesima potenza.

    Além disso...gostei!!!

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  2. Io sto ridendo ancora adesso immaginando la scena in una situazione reale.

    Ti auguro una buona serata in questa domenica ancora non terminata.

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